Suicídio colectivo

Segundo o Jornal de Negócios, a agência de notação norte-americana Fitch deverá pronunciar-se hoje sobre o rating do Estado português. Analistas citados pelo matutino esperam uma revisão em alta, que retire a divida pública portuguesa do famoso “lixo”, abrindo portas a novos investidores e oportunidades, até aqui vedadas ao nosso país.

Posto isto, a pergunta para um milhão de euros: alguém me sabe dizer onde terá lugar o suicídio colectivo dos profetas do apocalipse e da imprensa e respectivos comentadores ao serviço da elite ressabiada que patrocinou a lenga-lenga dos resgates e da Venezuela? Quem souber que me mande a morada, que eu vou só ali fazer pipocas e já venho.

Comments

  1. Mr José Oliveira Oliveira says:

    Amigo joão
    Essa camarilha tem sempre de inventar seja o que para fingir que se mantém à tona de água. Para isso, serve tudo, mesmo o apocalipse.
    No entanto, já sobre os sinais crescentes do esgotamento do projecto capitalista neoliberal, do esgotamento dos recursos e da destruição ambiental e climática, aí é diferente. Aí o verdadeiro apocalipse já passa a tabú. Claro, há que preservar os lucros das multinacionais, custe o que custar ao people.
    Não esbanjámos… Não pagamos!!!!

  2. Filipe says:

    Toda a gente sabe que isto se deve ao trabalho do governo anterior(mas só quando corre bem).


  3. ….fixe, João Mendes, e cuidado com esse milho das pipocas, que vem desses lóbis maus transgénicos e glifosatos et alii dessa gente que refere, parentaia toda dos tais lucros das multinacionais que eles defendem e cujo presidente da Casa tuga acaba de ratificar definitivamente !!

  4. zarolho zarelho says:

    As sondagens continuam com a esquerda em alta apesar dos apocalipses, raríssimas e imprensa esquizofrénica

  5. ZE LOPES says:

    Em Lisboa, na rua de S, Caetano foi descoberta uma mensagem do diabo escrita a carvão numa casa de banho do primeiro andar: “a giringonç’é fitche! O coelho que se litche!”

  6. JgMenos says:

    A euforia dos treteiros é o sintoma mais imediato de que algo está errado.
    Foi mais uma ano saboroso para quem fecha os olhos a tudo que são sintomas de insustentabilidade de políticas mediáticas de broas sem produção do cereal bastante.
    Quando chegar a hora de fechar a miríade de tascos que abrem todos os dias vão proclamar o fim do capitalismo.
    Até lá, declaram o sucesso da política alternativa de esquerda com a sua grande reforma estrutural – o IVA da restauração!

    • ZE LOPES says:

      Allô Costa! Allô Centeno! Emergência! A Agência de Ratonating Menos não alinha com a Fitch! O caso é grave! Além de nos manter no lixo já mandou esvaziar o caldeiro!

      Citações do relatório, que me chegou ás mãos via pombo correio (privado): “o excesso de tascos é insustentável, pois levará a importações massivas de aguardente, o que se irá traduzir no dramático aprofundamento do défice esterno”;E mais adiante “já se estão a produzir broas à base de borras de café, pois não se produz milho bastante”.

      O relatório aponta ainda a necessidade de reformas: uma é o aumento do IVA para a restauração para os 87% para que, daqui a tr~es meses só restem dois ou três restaurantes, todos com estrelas “Michelin” (ao mesmo tempo, as borras de café devem ser totalmente isentas);; a outra grande reforma é a do próprio Menos, mas é reconhecido que essa será difícil de concretizar.

      • ZE LOPES says:

        Não tive tempo de rever: na sétima linha é “défice externo”. .Foi confusão. O Menos é que tem um défice do esterno (que, como todos sabem, é um osso chato).


    • ” políticas mediáticas de broas sem produção do cereal bastante”
      … eh lá, .ganda tema para discussão das reformas estruturais do Menos !

      • ZE LOPES says:

        “Políticas mediáticas de broas”? Deve ser lapso. Cá pra mim o que o Menos queria dizer era “políticas de broas mediáticas”. Referia-se às diretas no PSD.

        • ZE LOPES says:

          Aliás, a expressão “sem cereal bastante” é claramente metafórica. Refere-se à falta de conteúdo das propostas das duas candidaturas.

          • ZE LOPES says:

            Realmente, a exegese dos textos do Menos está a tornar-se cada vez mais complexa. Não sei como isto vai acabar. Principalmente quando chegarmos a termos complexos tais como “mama”, “cornos” e esquerdalho. Neste aparece o “treteiros”, mas nem quis arriscar.

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