O forte de Isabel dos Santos é o dinheiro extorquido pelo papá aos angolanos

Isabel dos Santos a propósito do processo da OI “O meu forte não são as contas” [Expresso]

Comments

  1. antero seguro says:

    A “Isabelinha dos Santos” que como sabemos começou o negócio que a tornou obscenamente rica, a vender os ovinhos que recolhia da capoeira ao fundo do quintal, não pára de nos surpreender. Então não é que quando lhe batem à porta para receber ela responde que afinal: “o forte dela não são as contas”? Espera-se um forte apoio do Estado português a esta empresária de sucesso, já um pouco, também, dona disto tudo.

  2. Carlos Almeida says:

    Presumo eu que as empresas da Isabelinha vão ter algumas dificuldades no futuro, pois já não têm a “boia de salvação” dos dinheiros de Angola, quando a coisa corria mal.
    Nomeadamente a NOS a quem não prevejo qrande futuro, pressionada entre o colosso Vodafone com acções a 194 € e a Altice, que por enquanto ainda tem muito dinheiro, mesmo que as acções ( 6,70 € /29Mar18) estejam em queda lenta.

  3. Bento Caeiro says:

    Eu diria, cá se fazem cá se pagam.
    A “OI”, bandidagem, com a conivência de Zeinal, Granadeiro e outros, enganaram a PT e apoderando-se desta venderam-na a outro grupo de falidos, a “Altice”.
    A filha e banqueira do papá, dos Santos, antecipando-se à seca das suas fontes de fornecimento de dinheiro, apoderou-se de dividendos que, verdadeiramente, sendo da PT – não da Aldrabice (perdão, Altice) – pelas negociatas entretanto feitas, são reivindicadas pela outra falida “OI”.
    Como casa onde não há pão, todos ralham e ninguém razão, aí temos a dona Isabel a querer manter as massas dos dividendos em seu poder – não vão as coisas dar para o torto e, agora, como os angolanos foram obrigados a comeram as galinhas, não há ovos para a sua banca – e os esfomeados da “OI” a querer-los para si.
    Mas eu pergunto: quem será que por fim irá abocanhar o osso?

  4. Bento Caeiro says:

    Correcção: Como casa onde não há pão, todos ralham e ninguém TEM razão…

  5. Carlos Almeida says:

    Boas

    A PT ou como é que se chama agora Pharol, que é propriedade da Altice a quem pagou uma fortuna em juros do dinheiro que a Altice pediu emprestado para a comprar (parece bizarro mas é assim que esses vigaristas funcionam, tipo roubar galinhas e vende-las ao dono), vai estar mal se os outros vigaros, a OI, conseguirem aumentar o capital social, integrando no capital os calotes dos credores.
    Se a OI conseguir fazer isso, a PT/Pharol, vai passar de cerca de 25% do capital da OI para cerca de 7%, o que vai ser mais um problema para a Altice, dona da Pharol.
    Complicado de acompanhar esta verdadeira “caldeirada” ?

    Não sei como é que o povo português, continua a ser cliente dos vigaristas da PT, alias MEO, alias Altice , alias…. ???????

  6. Bento Caeiro says:

    Carlos, sei que o assunto é complexo, por isso aquilo que passo a dizer:
    A Pharol, que é uma sociedade de participações sociais, não é propriedade da Altice.
    A PT era uma das participações da Pharol e por intervenção de Zeinal e Granadeiro foi negociada e entregue à OI, com grandes benefícios para estes. Foi assim que a OI se viu com uma participação na empresa de telecomunicações de Isabel dos Santos em Angola (UNITEL), participada pela PT.
    Daí a reivindicação dos dividendos pela OI que a Isabel, matreira, não quer entregar.
    Aliás, se acontecer o que se previu logo de início, com esta negociata, a própria Pharol ficará sem razões válidas para continuar.
    A criação da PT/Participações Sociais – agora Pharol – já foi uma estratégia do bando conduzindo pelo BES, com Zeinal e Granadeiro como moços-de-mão ao seu serviço e benefício mútuo, para o desfecho que se conhece.
    E assim se destruiu um grande grupo empresarial português, com projecção internacional, com a conivência de governos e grandes oportunistas. E, pelo que se vê a culpa vai morrer não só solteira, como virgem – coitada.

  7. Carlos Almeida says:

    Boa noite Bento

    Não me posso pronunciar, porque não percebo nada dessas “caldeiradas” das participações etc etc, mas não duvido do que diz.: “A Pharol, que é uma sociedade de participações sociais, não é propriedade da Altice.”. .
    Mas já agora explique-me a mim e a quem interessar, o que é que a Altice comprou ? Daquilo que percebi, comprou a PT que era uma empresa da Pharol. E por outro lado a Pharol ficou a pertencer à OI dos brasileiros.
    Qual é a ligação que a Pharol e a OI têm neste momento com a Altice ?
    Isto para mim é muito complicado e decerto os vigaristas Baba e Granadeiro, fizeram assim para baralhar ainda mais.

    Quanto à apreciação positiva que tem da PT, não concordo de modo nenhum consigo.
    Com o monopólio que tinham e abusavam, a Portugal Telecom, causou o atraso tecnológico e técnico das telecomunicações em Portugal e falo disto com desgosto porque é a minha área. A PT a quem eu sempre chamei “Os irmão metralhas” funcionaram enquanto monopólio, como os eucaliptos: à volta deles nada independente cresceu, porque eles abafavam tudo. Só crescia o musgo que não os incomodava.
    E fizeram isto tudo com a complacência de governos de todas as cores, que lhes permitiram entre outras coisas, terem a sigla da empresa (PT) igual à sigla do pais Portugal (PT), pois em mais nenhum pais do mundo isso seria possível. Não estou a ver os Ingleses deixarem que existisse uma firma cuja sigla fosse UK , etc. Mas fizeram muito mais: impediram que qualquer outra empresa tivesse a palavra Telecom no seu nome, etc etc.

    Ainda bem que os “metralhas” estoiraram. De resto foi notória a dinâmica que apareceu nas telecomunicações, desde que a PT deixou de ser monopólio.

    E a Altice também está no bom caminho. Desde o dia 16 de Março de 2018, está a perder cerca de 0.09 € (9 cêntimos de Euro,por dia), na suas acções na Bola de Amsterdam

    O dono da Altice, é descendente de uma família sefardita que foi expulsa de Portugal e fugiu para Marrocos no tempo do D.Manuel I. A família dos seus ascendentes viveu em Marrocos desde o Sec XVI, Contudo embora nascido e criado em Marrocos, os pais emigraram para França quando ele era pequeno.

    Tem, é claro a nacionalidade israelita, conseguiu a nacionalidade francesa pela emigração dos pais e conseguiu também a nacionalidade portuguesa alegando ser descendente de judeus sefarditas. Mas não tem a nacionalidade marroquina, mesmo tendo sido Marrocos, o país que acolheu a família há 500 anos,

    Diz tudo desta gente

  8. Bento Caeiro says:

    A Pharol trocou a PT por uma participação na OI. Neste momento, como vê, é a Pharol que tem uma participação na OI. A Altice, por sua vez, comprou a PT à OI. Entre a Altice e a Pharol não existe qualquer ligação para além dos processos postos pela Pharol à Altice.
    A jogada foi esta.

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