“Isabel dos Santos a propósito do processo da OI “O meu forte não são as contas” [Expresso]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“Isabel dos Santos a propósito do processo da OI “O meu forte não são as contas” [Expresso]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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A “Isabelinha dos Santos” que como sabemos começou o negócio que a tornou obscenamente rica, a vender os ovinhos que recolhia da capoeira ao fundo do quintal, não pára de nos surpreender. Então não é que quando lhe batem à porta para receber ela responde que afinal: “o forte dela não são as contas”? Espera-se um forte apoio do Estado português a esta empresária de sucesso, já um pouco, também, dona disto tudo.
Presumo eu que as empresas da Isabelinha vão ter algumas dificuldades no futuro, pois já não têm a “boia de salvação” dos dinheiros de Angola, quando a coisa corria mal.
Nomeadamente a NOS a quem não prevejo qrande futuro, pressionada entre o colosso Vodafone com acções a 194 € e a Altice, que por enquanto ainda tem muito dinheiro, mesmo que as acções ( 6,70 € /29Mar18) estejam em queda lenta.
Eu diria, cá se fazem cá se pagam.
A “OI”, bandidagem, com a conivência de Zeinal, Granadeiro e outros, enganaram a PT e apoderando-se desta venderam-na a outro grupo de falidos, a “Altice”.
A filha e banqueira do papá, dos Santos, antecipando-se à seca das suas fontes de fornecimento de dinheiro, apoderou-se de dividendos que, verdadeiramente, sendo da PT – não da Aldrabice (perdão, Altice) – pelas negociatas entretanto feitas, são reivindicadas pela outra falida “OI”.
Como casa onde não há pão, todos ralham e ninguém razão, aí temos a dona Isabel a querer manter as massas dos dividendos em seu poder – não vão as coisas dar para o torto e, agora, como os angolanos foram obrigados a comeram as galinhas, não há ovos para a sua banca – e os esfomeados da “OI” a querer-los para si.
Mas eu pergunto: quem será que por fim irá abocanhar o osso?
Correcção: Como casa onde não há pão, todos ralham e ninguém TEM razão…
Boas
A PT ou como é que se chama agora Pharol, que é propriedade da Altice a quem pagou uma fortuna em juros do dinheiro que a Altice pediu emprestado para a comprar (parece bizarro mas é assim que esses vigaristas funcionam, tipo roubar galinhas e vende-las ao dono), vai estar mal se os outros vigaros, a OI, conseguirem aumentar o capital social, integrando no capital os calotes dos credores.
Se a OI conseguir fazer isso, a PT/Pharol, vai passar de cerca de 25% do capital da OI para cerca de 7%, o que vai ser mais um problema para a Altice, dona da Pharol.
Complicado de acompanhar esta verdadeira “caldeirada” ?
Não sei como é que o povo português, continua a ser cliente dos vigaristas da PT, alias MEO, alias Altice , alias…. ???????
Carlos, sei que o assunto é complexo, por isso aquilo que passo a dizer:
A Pharol, que é uma sociedade de participações sociais, não é propriedade da Altice.
A PT era uma das participações da Pharol e por intervenção de Zeinal e Granadeiro foi negociada e entregue à OI, com grandes benefícios para estes. Foi assim que a OI se viu com uma participação na empresa de telecomunicações de Isabel dos Santos em Angola (UNITEL), participada pela PT.
Daí a reivindicação dos dividendos pela OI que a Isabel, matreira, não quer entregar.
Aliás, se acontecer o que se previu logo de início, com esta negociata, a própria Pharol ficará sem razões válidas para continuar.
A criação da PT/Participações Sociais – agora Pharol – já foi uma estratégia do bando conduzindo pelo BES, com Zeinal e Granadeiro como moços-de-mão ao seu serviço e benefício mútuo, para o desfecho que se conhece.
E assim se destruiu um grande grupo empresarial português, com projecção internacional, com a conivência de governos e grandes oportunistas. E, pelo que se vê a culpa vai morrer não só solteira, como virgem – coitada.
Boa noite Bento
Não me posso pronunciar, porque não percebo nada dessas “caldeiradas” das participações etc etc, mas não duvido do que diz.: “A Pharol, que é uma sociedade de participações sociais, não é propriedade da Altice.”. .
Mas já agora explique-me a mim e a quem interessar, o que é que a Altice comprou ? Daquilo que percebi, comprou a PT que era uma empresa da Pharol. E por outro lado a Pharol ficou a pertencer à OI dos brasileiros.
Qual é a ligação que a Pharol e a OI têm neste momento com a Altice ?
Isto para mim é muito complicado e decerto os vigaristas Baba e Granadeiro, fizeram assim para baralhar ainda mais.
Quanto à apreciação positiva que tem da PT, não concordo de modo nenhum consigo.
Com o monopólio que tinham e abusavam, a Portugal Telecom, causou o atraso tecnológico e técnico das telecomunicações em Portugal e falo disto com desgosto porque é a minha área. A PT a quem eu sempre chamei “Os irmão metralhas” funcionaram enquanto monopólio, como os eucaliptos: à volta deles nada independente cresceu, porque eles abafavam tudo. Só crescia o musgo que não os incomodava.
E fizeram isto tudo com a complacência de governos de todas as cores, que lhes permitiram entre outras coisas, terem a sigla da empresa (PT) igual à sigla do pais Portugal (PT), pois em mais nenhum pais do mundo isso seria possível. Não estou a ver os Ingleses deixarem que existisse uma firma cuja sigla fosse UK , etc. Mas fizeram muito mais: impediram que qualquer outra empresa tivesse a palavra Telecom no seu nome, etc etc.
Ainda bem que os “metralhas” estoiraram. De resto foi notória a dinâmica que apareceu nas telecomunicações, desde que a PT deixou de ser monopólio.
E a Altice também está no bom caminho. Desde o dia 16 de Março de 2018, está a perder cerca de 0.09 € (9 cêntimos de Euro,por dia), na suas acções na Bola de Amsterdam
O dono da Altice, é descendente de uma família sefardita que foi expulsa de Portugal e fugiu para Marrocos no tempo do D.Manuel I. A família dos seus ascendentes viveu em Marrocos desde o Sec XVI, Contudo embora nascido e criado em Marrocos, os pais emigraram para França quando ele era pequeno.
Tem, é claro a nacionalidade israelita, conseguiu a nacionalidade francesa pela emigração dos pais e conseguiu também a nacionalidade portuguesa alegando ser descendente de judeus sefarditas. Mas não tem a nacionalidade marroquina, mesmo tendo sido Marrocos, o país que acolheu a família há 500 anos,
Diz tudo desta gente
A Pharol trocou a PT por uma participação na OI. Neste momento, como vê, é a Pharol que tem uma participação na OI. A Altice, por sua vez, comprou a PT à OI. Entre a Altice e a Pharol não existe qualquer ligação para além dos processos postos pela Pharol à Altice.
A jogada foi esta.