
Edição do jornal Sol, 10 de Abril de 2021
O choque, o horror, a surpresa.
Um liberal às costas do Estado?
Só pode ser mentira.
”Mais Estado” ou “menos Estado”, consoante os cargos disponíveis.
Para ler ao som de:
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Edição do jornal Sol, 10 de Abril de 2021
O choque, o horror, a surpresa.
Um liberal às costas do Estado?
Só pode ser mentira.
”Mais Estado” ou “menos Estado”, consoante os cargos disponíveis.
Para ler ao som de:

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Um liberal não pode mamar?
Claro que pode.
Só necessita de uma tetina ou um mamilo do qual extrai o seu sustento, e ser liberal desde tenra idade.
Não é de pequenino que se aprende a mamar?
Ora essa!
Se calhar até são dos que mamam mais.
Enquanto houver teta a jorrar, haverá um liberal a mamar.
Até rima! 😃
A ideia de que ser liberal exclui o papel do Estado dá-nos a medida do estado catatónico de uma esquerdalhada ufana da sua congénita cretinice!.
Disseste bem, exclui o “papel” do Estado! De preferência aquele papel que se levanta nos Bancos.
Vai-te foder menino!
É isso, é isso…
É isso e a Carochinha.
Lave-se, sô Menos.
Pois tem V. Exa. carradas de toneladas de resmas pesadíssimas de razão!
O Hayeck, Supremo Guru Liberalesco, nunca excluiu o papel do Estado. Até pensava que era necessária a intervenção do Estado, através de “boas ditaduras”, para impor à força…o liberalismo!
O lema era assim uma coisa tipo: “quer tu queiras, quer não queiras hás-de ser liberal! Ou ainda acabas por “desaparecer” a voar sem paraquedas de algum avião, que é para aprenderes!”.
POIS!,
Dizia Hayek, em 1978, numa carta ao The Times, o seguinte:
“(Tem havido) muitas instâncias de governos autoritários em que a liberdade pessoal está mais segura do que em muitas democracias. Nunca ouvi nada em contrário quanto aos primeiros anos do governo do Dr. Salazar em Portugal e duvido que haja hoje em qualquer democracia da Europa Oriental ou nos continentes da África, América do Sul e Ásia (com a excepção de Israel, Singapura e Hong Kong) uma liberdade pessoal tão bem protegida do que era então em Portugal”.
Acho que fica tudo dito sobre as intenções de quem tanto se diz liberal. Se ser liberal é isto… “ditaduras transitórias”, ainda me hão-de explicar essa.
Já conhecia.
Mas pior foi a sua digressão pelas ditaduras da América Latina, salvo erro em 1981. Foi ao Chile (e encontrou-se com Pinochet), Voando depois para a Argentina e para o Brasil.
E deu umas entrevistas aos jornais locais onde, segundo um “post” colocado neste bolg, produziu umas afirmações “fora do contexto”. O pobre do “contexto” deve ter desaparecido, atirado sem paraquedas de um qualquer avião militar.
Ora bem; a diferença entre xuxalismo e liberalismo é o partido ao qual se tem ligações. Bom, isso e, frequentemente, qual é o fim do serviço; se é para pobres, esqueçam lá isso.