(com a devida autorização do autor, o aventador Carlos Garcez Osório, publico aqui o seu texto da sua página de facebook)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Até que enfim.
Perdoem a extensão e mantenham presente que nem tudo se pode dizer num fórum público. As entrelinhas e tal.
Quem pensa num novo partido desengane-se: seria basicamente um novo Chega. Leva anos, poucos têm vida para isso, e torna-se sempre mais do mesmo. O regime está feito para assim ser.
O caminho, creio, é um movimento apartidário. Dois problemas habituais: falta de direcção e conflitos internos. Um exemplo recente é o Occupy Wall Street. Quanto mais difusos os objectivos e menos claros os passos para os alcançar, menos longe se chega.
Compare-se com dois casos aparentemente opostos: Black Lives Matter e QAnon. Ambos encerram lições. Notem que o QAnon, um mera fantasia para débeis mentais, invadiu o Paralamento lá do sítio. Não é coisa pouca. E não morreu, só esmoreceu.
A meu ver, qualquer movimento deve saber desde logo que não vai vencer a apatia tuga. Não se ultrapassa séculos de mansidão e décadas de submissão – primeiro a uma ditadura parola, depois a uma partidocracia podre – numas semanas ou meses.
Para se ganhar força, para se poder fazer exigências, é preciso ter duas caras. Uma pública, com uma postura dura mas inteiramente legal, outra, diria o regime, mais ‘subversiva’. E aqui chegamos à conversa de não se fazer omeletas sem partir ovos.
Sem se estar disposto a isso nada vai mudar. Lamento, não vai. Como e onde se partem é metade da questão. A outra metade é como rentabilizá-los mediaticamente, e aqui entram as lições acima. A menos que se vá apenas pelo caminho do medo; mas não vejo como pessoas decentes possam ir (só) por aí.
É preciso meter medo à canalha; e é preciso inspirar a minoria que está farta disto e que tem uma réstia de coragem e de iniciativa para mudar. A carneirada virá depois atrás. Como sempre.
Do texto, retiram-se duas coisas: o despacho está errado, porque sim; e o país mudou ontem, como se fizesse alguma diferença à vida dos portugueses se o indivíduo está longe do poder dentro ou fora da cadeia.
Pouquinho para uma revolução, lamento.
Tem razão… Faltam aqui as obrigatórias menções à agenda do “politicamente correcto” não é? Isso é que seria justificação para “uma revolução”. Agora combater a corrupção, a tomada do poder por uma oligarquia e a partidocracia?… Nah… coisa pouca.
Pela minha parte manifesto aqui a minha disponibilidade para aderir a qualquer movimento que esteja disposto a “não deixar pedra sobre pedra”.
Combater a corrupção de quem não tem poder? Um objectivo muito importante, muito mais do que o politicamente correcto de mais uma mulher morta por não ter o jantar na mesa no mesmo dia.
Cuidado com os movimentos que só não deixam as pedras dos outros, ao resto não têm problemas nem com roubo, nem com terrorismo, nem com violência, nem com fuga ao fisco, nem se sabe mais o quê; tirar-lhes as pedras fica mais difícil se não restar mais ninguém.
Só mais uma coisa: Porque é que esta m…, sempre que eu voto, fica a zeros?
O blog é feito em WordPress (WP), um sistema muito popular que tem muitos defeitos. Um deles são os ‘plugins’, pequenas aplicações integráveis com o WP para funções específicas: comentários, votos, filtros anti-spam, etc.
Este plugin (Crowdsignal) deve tentar evitar votos falsos e bots alterando os totais para zero e bloqueando novos votos. Após certo tempo aparecem os totais reais. Como muita coisa no WP, deixa a desejar.
No meu caso, bloqueio de anúncios e tracking. Sobrevivo sem voto.