
Capaz de defender tudo e o seu contrário: eis o bufão-mor.
Honra lhe seja feita:

Fotografia: José Carlos Carvalho
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Capaz de defender tudo e o seu contrário: eis o bufão-mor.

Fotografia: José Carlos Carvalho

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Olho para estas aberrações como tal e tenho sérias dúvidas se se devem, sequer, comentar aquilo que dizem.
Neste caso, o que me vem à memória, é a metáfora do cego que era racista porque nunca ninguém lhe disse que ele próprio era negro.
Sindromas do Filho do Carteiro?
Os Melos (Nuno) pronunciar-se sobre Otelo o que interessa?
A criatura, se tinha ou tivesse (não sei) idade para descernir o que aconteceu no 25 de Abril de 1974, teria odiado o Otelo nesse mesmo dia, tal como o tio o odiou (Cónego Melo).
A quem interessa o que dizem estas personagens?
Não se advinha logo o que eles dirão sobre qualquer situação social ou política?
Ridículo é louvar o ridículo!
A constante cobertura das acções de Spínola na Guiné – em particular pelo Expresso – publicado o livro de Spínola ‘Portugal e o Futuro’, o seu prestígio e a expectativa de mudança, que se sabia necessária, criaram as condições necessárias a essa mudança.
Daí resultou que, a parir de um incidente corporativo (salários e carreiras na função pública – que há de mais mobilizador?) os homens-de-mão de Spínola tiveram nesse movimento um ascendente que a sua valia individual não justificava.
Otelo foi dentre eles o mais inconsistente, histriónico e aparvalhado de todos.
Foi pasto da ganga esquerdalha, e é ainda essa canalha que o toma por bandeira.
Tu sonhas acordado.
É esquizofrenia ou apenas estupidez?
Era ao mesmo tempo o mais maior regime, e o mais facilmente derrubável.
É um perito em comprar consensos a curto prazo; as consequências ficam para quem vier a seguir.
A Carmo Afonso disse tudo: As polémicas não matam a democracia, as cedências nos princípios sim.
Comentar com o coração e as ideias há muito formatadas mas jamais fundamentadas dificilmente convencerá seja quem for. Procurei elaborar sobre o tema em https://mosaicosemportugues.blogspot.com/2021/07/otelo-o-espinho-que-nem-morte-arrancou.html , que o convido a visitar e, se assim o entender, a comentar.