
Os Millennials foram para a guerra…
27/02/2022 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Provavelmente está a ser dito aos soldados russos que eles são uma força de auxilio á Ucrânia.
Estes aqui parecem-se mais com uma patrulha da GNR em contratempos que com uma tropa de ocupação.
https://twitter.com/aliostad/status/1497519061554630658
Os boomers, entretanto, dizem que no tempo deles é que havia homens, esquecendo-se de que não havia lama nesta altura, e que a gasolina era barata.
PELA DEVOLUÇÃO DA SOBERANIA AOS POVOS UCRANIANOS!
CONTRA AS INGERÊNCIAS IMPERIALISTAS NA UCRÂNIA!
A 19 de Fevereiro de 2014, fez há poucos dias 8 anos, o nosso Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, PCTP/MRPP, expunha, pela preclara escrita do camarada Arnaldo Matos, que a Ucrânia estava à beira de uma guerra civil contra-revolucionária, promovida e fomentada pela União Europeia.
E afirmava o camarada Arnaldo Matos que o pretexto para essa ofensiva imperialista na Ucrânia era a recusa do governo e do parlamento desse país em assinar um acordo comercial com a UE e de, em alternativa, estabelecer entendimentos comerciais e de financiamento com a Rússia. Essa posição, que era legítima e tomada por instituições eleitas perante um acordo celerado que visava apenas abrir de par em par os mercados ucranianos aos produtos e grupos financeiros germânicos e ocidentais e a consequente liquidação da base industrial do país, assim como servir de porta de entrada às forças militares da NATO, foi contra-atacada por todos os governos, meios de propaganda e serviços secretos imperialistas como se de um crime se tratasse.
O governo de traição nacional Coelho/Portas apressou-se a apoiar as posições do imperialismo germânico e do imperialismo ianque na crise ucraniana, numa clara ingerência e ataque à soberania do povo ucraniano, a qual tem de ser firmemente combatida e denunciada porquanto se mantém hoje ignobilmente inalterada.
Em 2014 ocorreram sucessivas provocações à sufragada expressão da vontade dos povos da Ucrânia com a imposição de um governo fantoche do imperialismo germano-americano que acabou por conduzir a cisões, constituindo-se três novas repúblicas, República da Crimeia, pertencente à Federação Russa, República Popular de Donetsk e República Popular de Lugansk, ambas estas recentemente reconhecidas como tal pela Rússia.
A actual intervenção militar russa em território ucraniano, escudada numa aparência de oposição ao genocídio dos russos ucranianos pelas torpes hordas nazis suportadas pelo regime fantoche de Kiev, decorre, afinal e apenas, do agravamento do conflito inter-imperialista mundial, sendo a resposta de uma das partes em confronto e em disputa face aos seus agressivos concorrentes – no caso, EUA e UE.
Os actuais governo português e presidente da República também se apressaram, seguindo as pisadas dos seus antecessores, a apoiar as posições do imperialismo germânico e do imperialismo ianque na crise ucraniana enviando, num claro desrespeito pelos interesses da classe operária que desprezam, suporte político, tropas e equipamento para as fronteiras do conflito colaborando na sua exacerbação.
À classe operária não cabe nem apoiar nem condenar em particular um ou outro dos intervenientes nessa furiosa luta pela expansão territorial e planetária exploração dos povos.
O que a classe operária tem de condenar e denunciar é a crueldade desses tigres de papel, quer os que dominam o actual governo já em cobarde fuga para fora do país, quer os que, armados em libertadores, se preparam para dominar o futuro governo burguês, e o que tem de recusar é dar suor e sangue aos seus logros e brutalidades.
Nenhum apoio aos EUA, nenhum apoio à UE, nenhum apoio à Rússia, nenhum apoio à burguesia ucraniana!
Todo o apoio à luta da classe operária dos povos da Ucrânia!
Não à participação de forças armadas portuguesas no conflito inter-imperialista em curso!
Proibição do uso do território português para operações militares imperialistas!
NATO fora de Portugal e de todos os países que domina e oprime!
A classe operária e o povo ucranianos para vencerem têm de transformar a guerra imperialista de opressão e genocídio, em guerra civil revolucionária contra a burguesia imperialista!
Viva o internacionalismo proletário!
O Comité Central
Retirado do jornal online Luta Popular
Mas quem é que dá bola ao PCTP/MRPP?
Ó camarada utópico, nada contra teres/copiares o ponto de vista, mas podias fazê-lo só uma vez, até pelo comprimento? Grato.