Vou acreditar que o Observador traduziu bem o que disse o homem. Uma vergonha sem nome.

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Vou acreditar que o Observador traduziu bem o que disse o homem. Uma vergonha sem nome.

[…] meu camarada Fernando Moreira de Sá ficou chocado com as declarações do CEO do Grupo Volkswagen, que afirmou que a empresa não pode vender apenas em países democráticos. Mas a coisa consegue […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Fundada pelo Hitler, envolvida na maior burla de sempre da industria automóvel, com golden share ilegais, etc, etc, não se pode esperar muito…
Se produzem na China, nos EUA, etc, que os vendam por lá!…
….e as Berlengas, meus senhores, e as Berlengas…!!!
É tudo muito bonito sim senhor, só agora é que ficaram preocupados com a questão, até agora não havia problema algum, era o dito país da democracia que USAva e abUSAva desse tipo de ataques à independência de outros países soberanos 😂🤣😂
Portanto, se entendi bem: existe uma hierarquia limitativa temporal, é isso? Quem antes supostamente não falou nisso não pode falar agora. É a democracia em versão limitada. Como nos carros. Uma “Limited Edition”….
O senhor da Volkswagen tem, evidentemente, razão.
Ele vende os seus automóveis a quem lhos quer comprar, e não tem nada que andar a julgar se o comprador reside num país mais ou menos democrático ou mais ou menos autocrático. Nem o comprador tem culpa de residir no país em que reside, nem tem culpa de que os governantes desse país sejam ou deixem de ser democráticos.
O senhor da vw está a falar de produção. Não está a falar de comercialização até porque nesta 70% das vendas são nos países ocidentais
É evidente que nem sequer leste o titulo antes de comentar e, o resultado é esse…
Ao contrário da batota, que nos afecta a todos, continuo sem perceber em que bater em quem trabalha, mesmo que no inimigo do momento da aliança defensiva, ajuda alguma coisa. No mínimo porque sobre o fdp do lado já tava tudo bem.
Pois, traduzindo:
“Não é um modelo de negócio viável” porque não é um modelo capitalistico-liberal.
Lá está: o liberalismo (especialmente a sua versão local cotrimtintínica) só é viável se imposto por uma ditadura.
Daquelas que o Hayeck admitia como provisórias e duravam, pelo menos, uns 20 anos.
Os países democráticos são usualmente países ricos, nos quais a mão de obra é muito cara.
Se a Volkswagen só produzisse carros nesses países, esses carros ficariam muito caros, devido à carestia da mão de obra.
Como consequência, a Volkswagen não conseguiria vender carros nos países pobres – e mesmo nos ricos, venderia poucos.
Além disso, os cidadãos dos países pobres e não democráticos, sem poder fazer carros, ficariam desempregados e cada vez mais pobres.
Não seria bom para ninguém.
Pois tá claro!
Por isso acho que estratégia mais inteligente é Portugal tornar-se um país cada vez mais pobre.
Porque assim os fabricantes de automóveis vinham todos para cá produzir e nós já podíamos todos comprar muito mais carros e mais baratos.
Parece difícil de compreender, mas tem arrobas de lógica.
Portanto, admite que o desígnio de Portugal no sistema é vender latas de sardinha e pastéis de nata até retomar a produção quando o salário asiático subir acima?
É pá, e aquelas coisas da automação e da mão de obra qualificada a aproveitar oportunidades, onde cabe, e não chegava, e bem, para continuar a aumentar as contas no Panamá?
A liberdade de movimentação do capital ser muito superior à do trabalho é que leva a isto, mas não é uma inevitabilidade; é uma escolha, plasmada num consenso de 50 anos ao fim do qual só nos sabem dizer que ninguém percebe o rumo da economia. Pois não, garbage in, garbage out.
A maioria dos VW’s vendidos na Europa são produzidos na Europa, sendo que a maior fábrica de automóveis da Europa é precisamente da VW, em Wolfsburg, portanto, lá se vai essa teoria…