A atracção dos fatos

[Aristotle] also describes how human beings ultimately differ from other animals, specifically by their possession of reason. This difference inevitably points humans towards politics—an activity in which animals cannot engage—and Aristotle’s explanation in his political writings of why human beings are uniquely suited to, and uniquely in need of, political life.

— Edward Clayton, “Aesop, Aristotle, and Animals: The Role of Fables in Human Life

Segundo escreve Ruy de Pina, em 6 de Março de 1493, estando El-Rei em Vale do Paraíso, arribou a Lisboa Cristóvão Colombo, italiano, que vinha do descobrimento das ilhas Cipango e da Antilha, que por mandado dos reis de Castela tinha feito, trazendo consigo as primeiras amostras de gente, ouro e algumas coisas que nelas havia e foi delas intitulado Almirante.

— Manuel Fernandes Costa, “O Descobrimento da América e o Tratado de Tordesilhas

O malandro é mais alcunha que nome
Fez-se à vida para fugir da fome
Posar gingão e um cenário à maneira
Perdeu rigor, ficou sem eira, nem beira.

— Paulo de Carvalho, “O Malandro

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Sabia-se que o AO90, nomeadamente nas bases IV e IX, carecia de rigor e revelava desconhecimento científico. Hoje, soubemos que o mesmo acontece com os «relatos da destruição no Convento de Cristo». Entretanto, a fogueira com cerca de 20 metros de altura continua a arder no sítio do costume. Efectivamente, no Diário da República, não se trata de qualquer «efeito cénico especial» com «estrutura piramidal tubular em aço com 8,04m de altura e 6,4m de base”. Aquilo é mesmo uma fogueira. Com cerca de 20 metros de altura. E a arder desde Janeiro de 2012.

 

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Reis de Portugal – D. João III

Episódio sobre mais um rei do período expansionista, D. João III.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Viagem

Filme projectado no Pavilhão de Portugal da Expo/98 e que retrata a chegada dos portugueses ao Japão.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A artilharia portuguesa de meados do séc. XV a meados do séc. XVI

Retrospectiva da artilharia portuguesa durante o apogeu das Descobertas. Projecto da Comissão Naciona dos Descobrimentos. Relativamente interesssante sobre um tema habitualmente pouco desenvolvido no 8º ano.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Armada: O outro lado do descobrimento

rta de animação inspirado na Carta de Pero Vaz de Caminha e em Os Lusíadas de Camões. Muito bom.
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Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Portugal no tempo das Descobertas: India e Brasil

Súmula útil destes dois pontos do programa do 8.º ano de História.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

O Descobrimento do Brasil

Longa-metragem de 1936, realizada por Humberto Mauro a partir da carta de Pero Vaz de Caminha. Há partes interessantes sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral e a chegada ao Brasil.
ficha IMDb

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Viagem da Descoberta de Vasco da Gama

Para quem tiver conhecimentos e paciência para fazer a tradução deste documentário, aqui está um excelente contributo sobre a viagem de Vasco da Gama à India.
Sobre esta matéria, não pode deixar de ser feita uma referência, apesar de não ser um filme, ao projecto denominado «A Viagem de Vasco da Gama», da autoria do Centro de Competência NONIO da ESE de Santarém. Aí se apresenta a narração da viagem por etapas em banda desenhada, com jogos em cada uma dessas etapas. Brilhante.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Caminho marítimo para a India: A Viagem

Pequeno filme com infografia da viagem de Vasco da Gama. Muito bom.

Caminho Marítimo para a Índia: a Viagem from Daniela Fonseca on Vimeo.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Reis de Portugal – D. Manuel I

Durante o reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama chegou à India e Pedro Alvares Cabral ao Brasil. Um trabalho qe, em grande parte, vinha do reinado de D. João II.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Tratado de Tordesilhas

Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Portugal no Tempo das Descobertas – Até ao Cabo da Boa Esperança

Documentário que descreve a exploração da costa ocidental africana até à dobragem do Cabo da Boa Esperança. Apesar das limitações, um bom filme de síntese de todas as aulas anteriores.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Reis de Portugal – D. João II

D. João II foi provavelmente o mais importante monarca do período das descobertas. Durante o seu reinado, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, viagem que permitiu a chegada à India alguns anos depois. Foi também assinado o Tratado de Tordesilhas. Morreu prematuramente, ainda a tempo de ver o seu filho único morrer de forma trágica.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

E haverá interesse nacional?

Passos diz que “há muito interesse francês no processo” das privatizações

D. João II, o Príncipe Perfeito, terá declarado, acerca do reinado de seu pai, Afonso V, que este o deixou dono das estradas de Portugal, tais foram os favores com teria cumulado a aristocracia. D. Afonso V terá sido, portanto, um cultor do Estado mínimo, avant la lettre. Para corrigir aquilo que considerou erros macroeconomicopolíticos do pai, D. João chegou ao ponto de esfaquear um cunhado, entre outras medidas pouco simpáticas.

Os afonsos que nos governam já venderam as estradas e andam pelo mundo a oferecer o resto. Quando acabarem, o Estado será uma coisa tão mínima que acabará por fazer as delícias de todos os que sonham em viver num protectorado. Cá estaremos todos, à espera que os alemães ou os franceses façam o pedido que comunicaremos, pressurosos, às cozinhas. Que, ao menos, a gorjeta valha a pena.