Os acordos da Índia

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Lista de Acordos e Memorandos de Entendimento assinados durante a visita de Estado do Primeiro Ministro António Costa à Índia

1. Memorando de Entendimento na área das Tecnologias da Informação e Electrónica
Visa promover a cooperação na área das Tecnologias da Informação e Electrónica através de projectos específicos partilhados pelo sector público e por instituições privadas de ambos os países.

2. Memorando de Entendimento na área da Agricultura e sectores conexos
Visa promover a troca de informação técnica e científica, a organização de programas de formação, promoção de trocas comerciais na Agricultura, incluindo o acesso ao mercado de produtos agrícolas de ambos os países.

3. Memorando de Entendimento na área das Energias Renováveis
Visa promover a inovação tecnológica no campo das energias renováveis e a partilha de conhecimento, programas de formação, visitas técnicas e workshops, seminários conjuntos e conferências sobre o sector energético.

4. Memorando de Entendimento na área da investigação e dos recursos marinhos
Visa intensificar a cooperação na área dos Recursos Marinhos, através de temas como a oceanografia, ecologia marinha, desenvolvimento técnico e científico da aquacultura, bio e geo-química e acidificação oceânica.

5. Memorando de Entendimento na área da Defesa
Visa a cooperação na área da Defesa e cobre matérias tais como (i) visitas de alto nível (ii) cooperação ao nível operacional (iii) cooperação nas áreas da educação e do treino (iv) troca de pontos de vista em matérias de interesse mútuo, tais como, desafios da segurança, segurança marítima, missões de Paz da ONU, cooperação na indústria militar.

6. Acordo sobre a isenção de Visto para cidadãos com passaporte diplomático
O acordo permite a isenção de visto para viagens de curta duração, entre a Índia e Portugal, no caso de cidadãos indianos ou portugueses possuidores de passaporte diplomático.

 

Foto Lusa

Caminho da Índia

Narenda Modi, o primeiro-ministro indiano, entrega a António Costa, primeiro-ministro de Portugal, um exemplar em inglês do livro de Orlando Costa, seu pai. Um momento muito significativo.

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Foto Lusa

A Cidade da Alegria

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Durante o mês que decorre, Janeiro de 2017, o primeiro-ministro António Costa visitará a Índia, o segundo país mais populoso do mundo. Quem a conhece, entre os ocidentais, diz que é uma terra deslumbrante e aterrorizadora.

Dominique Lapierre escreveu A Cidade da Alegria (1985), um livro que retrata a vida duríssima dos habitantes de um bairro de lata de Calcutá que, apesar de uma tremenda miséria material, irradiam uma alegria paradoxal e contagiante, alicerçada numa fé religiosa inabalável na qual sustentam a sua resignação. Esta Cidade da Alegria é uma realidade cultural e até antropológica difícil de compreender à luz dos padrões ocidentais, talvez mesmo à luz de qualquer tipo de padrão. É a terra do desespero, com cerca de metade dos seus 12 milhões de habitantes a viver na rua, onde dorme, come, toma banho e satisfaz as suas necessidades fisiológicas, de cócoras, muitas vezes nas bermas das ruas e nos passeios. As vias públicas são autênticos rios de dejectos e da água que serviu para lavar o corpo e a loiça. A maior parte da população de Calcutá que vive nestas condições é proveniente do Bangladesh. Vieram como refugiados, antes e depois de 1971, ano de independência daquele país, fugindo à fome e às lutas entre hindus e muçulmanos. Diz quem esteve em Calcutá que nenhum ser humano fica indiferente ante a imagem catastrófica da Cidade da Alegria, onde a fome, a doença e a morte são constantes a cada esquina.

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António Costa na Índia

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No início de Janeiro de 2017 o Primeiro-Ministro estará de visita à Índia, pátria do Budismo. Será mais um momento importante a marcar esta nova fase da diplomacia portuguesa.

O futuro será não-violento ou não será

Inspirada na metodologia da não-violência de Gandhi, a associação Ekta Parishad luta pelo direito à terra e aos recursos naturais de milhões de indianos. Candidatos ao Nobel 2014, desafiam o mundo a escolher uma economia não-violenta.

Violação por decreto

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Uma menina de 20 anos foi encontrada em sua casa na companhia de um rapaz (não descobri informação quanto à idade dele, mas presumo que seja de faixa etária próxima) de uma religião diferente.

De imediato, foi convocado um conselho tribal de cidadãos, daqueles de tipo medieval, onde se decidiu multar os jovens enamorados, que, pelos vistos, aguardavam a sentença amarrados a árvores. Cada um deles teria que pagar 25,000 rupias (cerca de 290 euros) pelo hediondo crime de enamoramento por alguém de uma tribo que não a sua. [Read more…]

Earth

Earth (Terra), de 1998, é o segundo filme da trilogia de Deepa Mehta. Legendado em Inglês. O terceiro filme da trilogia, Water (Água), de 2005, não dá ainda na net.
Ficha IMDb

Fire

Realizado em 1996 por Deepa Mehta, realizadora Indiana que aborda temas complexos nas suas obras. Faz parte da trilogia dedicada aos elementos (Fogo, Terra e Água). Sem legendas.
Ficha IMDB

Reis de Portugal – D. João III

Episódio sobre mais um rei do período expansionista, D. João III.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Viagem

Filme projectado no Pavilhão de Portugal da Expo/98 e que retrata a chegada dos portugueses ao Japão.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A artilharia portuguesa de meados do séc. XV a meados do séc. XVI

Retrospectiva da artilharia portuguesa durante o apogeu das Descobertas. Projecto da Comissão Naciona dos Descobrimentos. Relativamente interesssante sobre um tema habitualmente pouco desenvolvido no 8º ano.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Armada: O outro lado do descobrimento

rta de animação inspirado na Carta de Pero Vaz de Caminha e em Os Lusíadas de Camões. Muito bom.
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Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Portugal no tempo das Descobertas: India e Brasil

Súmula útil destes dois pontos do programa do 8.º ano de História.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

O Descobrimento do Brasil

Longa-metragem de 1936, realizada por Humberto Mauro a partir da carta de Pero Vaz de Caminha. Há partes interessantes sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral e a chegada ao Brasil.
ficha IMDb

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

A Viagem da Descoberta de Vasco da Gama

Para quem tiver conhecimentos e paciência para fazer a tradução deste documentário, aqui está um excelente contributo sobre a viagem de Vasco da Gama à India.
Sobre esta matéria, não pode deixar de ser feita uma referência, apesar de não ser um filme, ao projecto denominado «A Viagem de Vasco da Gama», da autoria do Centro de Competência NONIO da ESE de Santarém. Aí se apresenta a narração da viagem por etapas em banda desenhada, com jogos em cada uma dessas etapas. Brilhante.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Caminho marítimo para a India: A Viagem

Pequeno filme com infografia da viagem de Vasco da Gama. Muito bom.

Caminho Marítimo para a Índia: a Viagem from Daniela Fonseca on Vimeo.

Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Reis de Portugal – D. Manuel I

Durante o reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama chegou à India e Pedro Alvares Cabral ao Brasil. Um trabalho qe, em grande parte, vinha do reinado de D. João II.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.

Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo

Sobre aquilo que começou com Vasco da Gama e acabou faz agora 50 anos

Contêm partes eventualmente chocantes e uma das razões porque ao passar na Ponte Vasco da Gama tenho vergonha de ser português.

Então [Vasco da Gama] mandou aos batéis que fossem roubar os pageres que eram dezasseis e as duas naus, em que todos acharam arroz e muitas jarras de manteiga e muitos fardos de roupa. Então tudo isto recolheram aos navios e a gente toda das naus grandes, e mandou que recolhessem o arros que quisessem, que tomaram quatro pageres, que vazaram, que não quiseram mais. Então o capitão-mor mandou a toda a gente cortar as mãos e orelhas e narizes e tudo isto meter em um pager, em o qual mandou meter o frade [o brâmane que, ao chegar a frota a Calecute, entrou a bordo] também sem orelhas, nem nariz, nem mãos, que lhas mandou atar ao pescoço com uma ola para ele-rei, em que lhe dizia que mandasse fazer caril do que lhe levava o seu frade.

E a todos os negros assim justiçados mandou atar os pés, porque não tinham mãos para se desatarem, e porque se não desatassem com os dentes com paus lhes mandou dar neles que nas bocas lhos meteram por dentro, e foram assim carregados uns sobre os outros, embrulhados no sangue que deles corria, e mandou sobre eles deitar esteiras e ola seca e lhes mandou dar as velas para terra com o fogo posto, que eram mais de 800 mouros, e o pager do frade com todas as mãos e orelhas também à vela para terra sem fogo, com que foram logo ter a terra, onde acudiu muita gente a apagar o fogo e tirar os que acharam vivos, com que fizeram seus grandes prantos.

Gaspar Correia, Lendas da Índia

A nossa decadência nestas partes é inteiramente devida ao facto de tratarmos os nativos como se fossem escravos e pior do que se fôssemos mouros

António de Melo e Castro, Vice-Rei da Índia, 1664

Retirado da compilação Ministros da Noite, Livro Negro da Expansão Portuguesa, de Ana Barradas, Antígona, 1991

Depois das especiarias, a bofetada e o lançamento do sapato

Ministro da Agricultura da Índia leva bofetada

 Um homem deu uma bofetada no rosto do ministro indiano da Agricultura. O objectivo era alertar o governante para a escalada do preço dos alimentos. Não houve ferimentos graves.

[…]

Incidentes deste género têm-se sucedido na Índia, com governantes a serem alvo de sapatos atirados, e os seus gabinetes a serem pilhados

Em primeiro lugar, é sempre importante confirmar que a bofetada é no rosto. Os especialistas consideram que a bofetada como meio de alertar os políticos para qualquer espécie de escalada pode ser perigoso: à razão de uma bofetada por corte salarial e aumento de impostos, Passos Coelho e Vítor Gaspar estariam, neste momento, irreconhecíveis.

O arremesso do sapato, desde o ataque a Bush, pode, até, vir a tornar-se modalidade olímpica. A associação dos industriais do calçado vê na agressão aos políticos uma oportunidade de negócio e antecipa a hipótese de passar a vender trios de sapatos em vez de pares, para que os atiradores não fiquem descalços após o arremesso. Os EUA, entretanto, defendem a entrada de inspectores da ONU no Irão, alegando a existência de sapatarias clandestinas.

Fotos de outro tempo


Uma unidade do exército português, desfila em Goa. Belas fotos para consultar AQUI

A China e a India e a miséria dos seus povos….

A China e a India conseguem aumentos do PIB a roçar os 10%, porque as suas economias assentam no lado da oferta, baixos salários, nenhuns ou baixíssimos apoios sociais, não têm consumo interno.Estão virados para a exportação para a rica Europa e Estados Unidos. Acontece que estes dois deixaram de ser ricos, não compram, a China, A India e outros países com a taxa do PIB a crescer a dois dígitos vão ter que desenvolver o mercado interno.O Brasil está no rol, nos últimos dez anos tirou 40 milhões de pessoas da pobreza.

Só os mercados internos da China e da India, se e com capacidade de compra eram suficientes para dar um piparote na crise mundial, e arrastar as economias não só dos países desenvolvidos mas tambem de muitos países em desenvolvimento.Acontece que isso tambem levanta problemas. Desde logo uma corrida às matérias primas e consequente aumento de preço, lá se vão as jeanes a cinco euros…

Depois povos com as necessidades essenciais resolvidas começam a pensar em coisas perigosas como sejam a cultura e o conhecimento e isso leva a problemas sociais e políticos…

A Europa e os Estados Unidos têm que travar de vez a “bolha financeira” que não corresponde à economia, isto é, não representa a riqueza criada e deixar de vez de acreditar piamente, naquela máxima: “dá o teu dinheiro aos bancos que eles sabem melhor do que ninguem onde aplicá-lo” porque como se vê é falso!

Podemos e devemos queixar-nos mas a verdade é que fomos nós, pessoas, que achamos possível ganhar cada vez mais, que os bancos nos davam cada vez mais dinheiro na remuneração dos nossos depósitos, que andamos a comprar sapatilhas a um euro,(assente na exploração do dumping social) como se tudo isto fosse natural e sustentável.

Não é!

Happy New Year, Feliz Ano Novo, 2010!

O ano está a terminar. Um ano e uma década que ficam para trás. Para mim foi um ano cheio e uma década activa.

Nasceu o Aventar e com ele regressei aos blogues colectivos, conheci outras pessoas e aprofundei a amizade com um dos seus mentores. Ao mesmo tempo, congelei o meu doutoramento e disse “adeus”, por uns tempos, ao jornalismo. Profissionalmente foi um ano intenso, inacreditavelmente enérgico. Um ano com três eleições, imensas inaugurações e outras tantas iniciativas de todo o género. O país, a Europa e o Mundo, sobretudo estes dois últimos, viveram uma das piores crises económicas da história e a pior para a minha geração. Quer dizer, Portugal em crise? Bem, nesta década foi sempre assim, de mal a pior. A minha região continua a bater recordes negativos para desespero de todos. O Douro continua a ser a excepção, crescendo a todos os níveis: económicos, turísticos e culturais. O Douro e o F.C. Porto, o grande vencedor da década (Taça UEFA, Champions League, Ligas, Taças de Portugal, Supertaças, Campeão do Mundo de Clubes, etc.). Nesta década nasceu a minha filha e neste ano começou, a sério, a sua vida escolar. Em termos musicais foi a década dos Sigur Rós; em termos culturais destaco o renascer do movimento cultural portuense cujo expoente máximo é, sem dúvida, a Miguel Bombarda e toda a zona envolvente. [Read more…]

Fazer sexo com 86 anos dá demissão?

A televisão passou um filme de Narayan Dutt Tiwar, 86 anos, com três mulheres na cama!

E não é que o governador da província de Andhra Pradesh (Índia) em vez de ser agraciado com a medalha de serviços distintos, longevidade e outros que merece teve que pedir a demissão?

Anda tudo louco? Agora também é escândalo amar mulheres e fazer sexo com elas, mesmo aos 86 anos ou, principalmente, aos 86 anos, nas noites frias de inverno até as lágrimas aflorarem aos olhos ( esta é  uma frase que li sobre os esquimós, e não esfreguem as mãos porque lá, nos esquimós, o inverno dura 6 meses).

Eu não percebo este mundo: “é tempo de acabar”?

A nuvem da morte chegou há 25 anos

 

Foi há 25 anos. O dia tinha acordado como tantos outros mas depressa veio a tornar-se num pesadelo que se estende até aos nossos tempos.

Na manhã de 3 de Dezembro de 1984 uma grande quantidade de água entrou num tanque da Union Carbide (hoje Dow Chemical), uma fábrica de pesticidas instalada em Bhopal, capital do estado de Madhya Pradesh, na Índia.

 

A água reagiu com 42 toneladas de isocianato de metila atingindo temperaturas elevadas e uma pressão imensa que acabou por provocar a libertação de diversos gases para a atmosfera. A nuvem venenosa espalhou-se pelas localidades nos arredores da unidade industrial. As primeiras pessoas afectadas tiveram a garganta queimada, tal como aconteceu com os olhos. Em poucos horas morreram cerca de quatro mil pessoas. Ao fim de três dias havia 10 mil mortos. Nos anos seguintes acabaram por morrer mais 15 mil pessoas em consequência directa da libertação dos gases.

 

Vinte e cinco anos depois, eleva-se a cerca de 25 mil as pessoas vítimas directas. Estudos publicados no início desta semana revelam que os bairros em redor da fábrica continuam a sofrer os efeitos dos produtos químicos, que contaminaram os lençóis freáticos e o solo, causando malformações física e psíquicas de nascimento e doenças crónicas. Ao todo, cerca de 100 mil pessoas foram e estão a ser afectadas pelos produtos tóxicos então libertados e pelas sequelas provocadas.

 

Os administradores da empresa acusaram primeiro um grupo terrorista pelo incidente. A falta de provas levou a um recuo e à transferência da acusação para um funcionário, responsável pela segurança. Sabotagem, disseram. O indivíduo fugiu e nunca foi detido. A investigação acabou por concluir que as medidas de segurança eram muito fracas. Tinham diminuído de forma drástica devido à redução de verbas aplicada neste segmento pela administração, sentada num gabinete nos EUA.

 

O governo do Estado indiano encarregou-se das instalações em 1998, mas as limpezas foram parciais. Jornalistas que estiveram no local contam que milhares de toneladas de resíduos ainda são encontradas a poucos metros da fábrica, em tanques artificiais de evaporação solar. O governo estatal afirma que este material não é prejudicial e pensou em abrir as instalações no mês passado mas recuou.

 

Em comunicado, a Dow Chemical afirmou ter fechado um acordo financeiro de 470 milhões de dólares assinado em 1989 com o governo indiano, resolvendo “todas as demandas existentes e futuras”. A maior parte do dinheiro terá sido utilizada para pagar indemnizações de mil a dois mil dólares às vítimas que ficaram incapacitadas para trabalhar ou com doenças de longa duração. Muitas delas não receberam absolutamente nada.

Hoje, activistas indianos recordaram o incidente com manifestações e com a exigência de que os responsáveis sejam julgados.

 

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