
“Descobertas”, senhor líder do CDS? O que é isso de “descobertas”? Aquele artigo na Forbes deve ter sido barato deve…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

“Descobertas”, senhor líder do CDS? O que é isso de “descobertas”? Aquele artigo na Forbes deve ter sido barato deve…
José Gomes Ferreira é director-adjunto de informação da SIC e comentador indignado de política económica. Publicou recentemente um livro intitulado Factos Escondidos da História de Portugal. O facto de ser uma figura pública fez com que desse várias entrevistas sobre o livro, o que é legítimo, como é legítimo que tenha escrito e diga disparates que estão ao nível da conversa de café, em que qualquer um, com a barriga encostada ao balcão, diz que sabe mais de História Medieval do que José Mattoso ou que tem lições a dar a Cristiano Ronaldo acerca do modo de marcar livres. [Read more…]

REUTERS/Handout
Não é novidade – tem tudo que o ser? -, mas para fugir ao frequente registo nacional de autocomiseração, aqui fica uma nota diferente.
Um mapa marítimo do século XVI num cofre de uma biblioteca de Los Angeles prova que os aventureiros portugueses, não britânicos ou holandeses, foram os primeiros europeus a descobrir a Austrália, diz um novo livro que detalha a descoberta secreta da Austrália. [Michael Perry, Reuters, 21/03/2007]

Parte do tesouro da caravela Bom Jesus, encontrado na Namibia. Imagem: Dieter Noli
Confesso que fiquei enraivecida com o SEXTA ÀS 9 transmitido pela RTP, aquele que abordava a tragédia dos incêndios e os preciosos salvados arqueológicos duma nau portuguesa do século XVI ao largo da Namibia. Grande adepta do jornalismo de investigação, que considero uma das traves mestras em que se sustenta uma democracia digna desse nome, é com desgosto que olho para a descredibilizada imprensa escrita, essa que serve partidos e interesses bastardos. Mas, até agora, tenho seguido com apreço o programa acima citado por ser aquele que salva a honra do convento. Até quando, é o que vamos ver.
A premissa de que o mesmo homem não pode atravessar o mesmo rio duas vezes, é um pilar da tese do devir, fundada por Heráclito. Contudo, um povo pode repetir os mesmos erros ao longo da sua existência. Esse outro devir, o histórico, a repetição dos erros por banda do mesmo povo, consubstancia-se no exemplo português. E um povo não será, na sua essência, o mesmo, pois que o tempo tudo muda e um povo não sairá da regra. Ou talvez saia. Talvez um povo se mantenha igual a si mesmo e seja essa perenidade a sua razão última para existir. Talvez. Sei é que o mesmo erro tem sido repetido ao longo dos séculos. Desde o mercado das Índias, que nos obrigava a comprar fora o que se dava à troca para trazer e comercializar as especiarias na Europa, levava a que a diferença de preço esmagasse as nossas margens de lucro, e enchesse os bolsos de outros. E mesmo assim, não se deixou de esbanjar. Da mesma forma que, séculos depois, foram os alemães e os italianos que tanto ganharam com os fundos comunitários, pela compulsiva aquisição, por banda de sempre honrada gente, de Ferraris, Porsches, Mercedes e outras máquinas que não eram, infelizmente, nem teares nem cubas de inox. Neste devir histórico de se esbanjar quando há até que nada haja, existe também um perigo que se pode repetir: a tentação de se abdicar da democracia, para que haja alguém que endireite as coisas, ponha as contas em ordem e meta o país nos eixos. Também já tivemos isso antes. Não vai há muito. Querem ter outra vez?
Episódio sobre mais um rei do período expansionista, D. João III.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Filme projectado no Pavilhão de Portugal da Expo/98 e que retrata a chegada dos portugueses ao Japão.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Retrospectiva da artilharia portuguesa durante o apogeu das Descobertas. Projecto da Comissão Naciona dos Descobrimentos. Relativamente interesssante sobre um tema habitualmente pouco desenvolvido no 8º ano.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
rta de animação inspirado na Carta de Pero Vaz de Caminha e em Os Lusíadas de Camões. Muito bom.
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Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Súmula útil destes dois pontos do programa do 8.º ano de História.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Longa-metragem de 1936, realizada por Humberto Mauro a partir da carta de Pero Vaz de Caminha. Há partes interessantes sobre a viagem de Pedro Álvares Cabral e a chegada ao Brasil.
ficha IMDb
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Para quem tiver conhecimentos e paciência para fazer a tradução deste documentário, aqui está um excelente contributo sobre a viagem de Vasco da Gama à India.
Sobre esta matéria, não pode deixar de ser feita uma referência, apesar de não ser um filme, ao projecto denominado «A Viagem de Vasco da Gama», da autoria do Centro de Competência NONIO da ESE de Santarém. Aí se apresenta a narração da viagem por etapas em banda desenhada, com jogos em cada uma dessas etapas. Brilhante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Pequeno filme com infografia da viagem de Vasco da Gama. Muito bom.
Caminho Marítimo para a Índia: a Viagem from Daniela Fonseca on Vimeo.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Durante o reinado de D. Manuel I, Vasco da Gama chegou à India e Pedro Alvares Cabral ao Brasil. Um trabalho qe, em grande parte, vinha do reinado de D. João II.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário que descreve a exploração da costa ocidental africana até à dobragem do Cabo da Boa Esperança. Apesar das limitações, um bom filme de síntese de todas as aulas anteriores.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
D. João II foi provavelmente o mais importante monarca do período das descobertas. Durante o seu reinado, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, viagem que permitiu a chegada à India alguns anos depois. Foi também assinado o Tratado de Tordesilhas. Morreu prematuramente, ainda a tempo de ver o seu filho único morrer de forma trágica.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Apesar de realizado no âmbito do triste concurso dos Grandes Portugueses, ganho, relembre-se, pelo não menos triste Salazar, há partes deste documentário que são aproveitáveis para discorrer sobre o Infante D. Henrique. É uma questão de fazer a montagem respectiva.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
A conquista de Ceuta com0 primeiro momento do processo expansionista português. Causas er consequências da conquista e o papel do rei D. João I. Tem o inconveniente de ser em espanhol, mas vale a pena.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
A descoberta, colonização e exploração económica das ilhas atlânticas, Madeira e Açores, como primeira amostra audiovisual sobre este tema. No entanto, como forma de motivação para os Descobrimentos, aconselha-se a utilização de música e de poesia. De Fernando Pessoa a Fausto, de Camões a Rui Veloso.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário português sobre os reis portugueses. Neste episódio, D. João I, o Mestre de Avis que chegou ao poder após a morte do meio-irmão, D. Fernando. Primeiro rei da segunda dinastia, foi o responsável pelo início do movimento expansionista. Aos seus descendentes, Camões chamou a Inclita Geração. O ideal para terminar esta unidade e para começar a matéria do 8.º ano propriamente dita.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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