Contra uma tolerância de ponto ridícula.
Contra todos os feriados religiosos.
Contra uma ditadura católica que chega ao ponto de condicionar todo o ano lectivo e um 3.º período que é incrivelmente pequeno por causa da Páscoa. Contra a existência de uma disciplina de Educação Religiosa Católica nas Escolas. Contra a existência de padres como Directores de Agrupamento.
Contra a Concordata e qualquer outro acordo entre um Estado laico e uma religião, seja ela qual for.
Contra a vergonhosa isenção de impostos da Igreja Católica e contra os Governos – este e os outros – que pactuam com esta vergonha.
Contra uma Igreja Católica que é uma das principais causas do atraso cultural de Portugal.
E no entanto, se Cristo foi aquelas coisas todas que dizem que foi, então eu sou mais cristão do que esse beatério todo que vai para a missa ao Domingo bater no peito.
Profundamente anti-católico
Jacinta e Francisco, Santos.
E Lúcia? Fica a ver navios?

Nah… Este pode ser só o teaser para o cartaz do próximo dia 13 de Maio em Fátima.
“Passos Coelho não presta para nada”
O programa é o Portugal no Coração da RTP e o tema, pelo que consigo retirar deste curto excerto, terá a ver com a multiculturalidade no nosso país. A responsável à conversa com José Carlos Malato refere-se às vantagens dessa multiculturalidade, apontando como exemplo as adoráveis crianças que naquele momento a acompanham e que, acredita, poderão um dia acrescentar valor ao futuro do país.
Depois de uma breve consideração final por parte da responsável, o jovem Francisco decide ter os seus segundos de fama e apresentar a Portugal algum do conhecimento que acumulou ao longo da sua ainda curta existência. Depois de uma rápida incursão pelo seu conhecimento sobre a história de Portugal, o pequeno Francisco parece experienciar um momento de epifania, que rapidamente percebemos ser apenas a constatação de um facto consumado cuja percepção é, segundo a criança, partilhada com os seus colegas do comentário televisivo: “Passos Coelho não presta para nada“. Tal constatação não deverá causar surpresa ou estranheza. Afinal de contas, e regressando às declarações recentes de Luís Montenegro, que afirmava que “a vida das pessoas não está melhor“, podemos daqui concluir que, à semelhança do que acontecia no passado (recente ou não), Pedro Passos Coelho continua a não prestar para nada.
Eu quero o meu PAI!
Sabemos todos que nada acontece por acaso e quase sempre, o que parece, não é!
Mas o que interessa isso perante a vontade expressa deste puto em continuar ao lado do Santo Padre?
Gosto da boa onda que Papa Francisco trouxe ao mundo!
Intimidades
Nós temos o Alvarinho e os católicos têm o Chico.
Por acaso pareceu-me simpático, o Chico.






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