OE 2016, Carga Fiscal (5/5)

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OE 2016, Carga Fiscal (4/5)

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OE 2016, Carga Fiscal (3/5)

Gráfico_OE2016-03

OE 2016, Carga Fiscal (2/5)

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OE 2016, Carga Fiscal (1/5)

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A União Europeia e a Democracia

O caso grego já tinha demonstrado que a União Europeia só é compatível com a Democracia quando há governos de direita no poder, ou seja, quando as escolhas livres dos povos coincidem com os dogmas de Bruxelas, Berlim e Estrasburgo. A médio prazo esta situação não é modificável. Ao governo português e à maioria que o apoia será exigido um esforço e uma capacidade de resistência inéditos, quer na nossa história democrática, quer na de cada um dos partidos em causa.

OE 2016, redução da carga fiscal

Gráfico_OE2016-01

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TAP uma sociedade a 50% em que ninguém manda

foto@expresso

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O Estado, conforme o negócio político feito entre o PS, BE e PCP que sustenta o actual governo, voltou a ter 50 por cento da TAP, sendo que a gestão da empresa vai continuar a ser efectuada pelo consórcio Atlantic Gateway.

Esta reversão do negócio polémico feito pelo anterior governo, no final da legislatura, vai custar agora quase dois milhões de euros .

Mas este negócio pode vir a tornar-se ruinoso porque a factura a pagar nos próximos anos pode vir a ser muito pesada, podendo vir a custar muitos milhões de euros ao País.

A isto acresce ainda que estamos agora numa sociedade a 50% em ninguém manda!

O BE, mas sobretudo o PCP, não aprovam o negócio por razões político/ideológicas, que pode vir a ter repercussões ao nível da CGTP. Por outro lado Passos Coelho pede esclarecimentos.

Agora a palavra é de António Costa e do seu governo.

Um passo importante para a reforma do Estado

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Parece-me que poderá estar a caminho um verdadeiro processo de descentralização no País.

Ontem o Ministro Adjunto Eduardo Cabrita disse estar a preparar o processo legislativo para que, em 2017, as presidências das áreas metropolitanas sejam eleitas de forma directa.

Entendi sempre, como social-democrata, que apenas a regionalização ou uma efectiva descentralização das competências do Estado, legitimidada por uma eleição directa, poderia contribuir para um crescimento mais coeso e equilibrado do País.

Entendo também a descentralização, através da eleição directa dos líderes das áreas metropolitanas, uma das vias para uma efectiva reforma do Estado.

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