Golpe de estado
Tem conta no Facebook e está a reflectir? Isto é para si.

A CNE anunciou que hoje e amanhã é preciso cuidadinho com o que se publicar no Facebook. Em declarações exclusivas, desabafou que tem pouca fé na capacidade de concentração dos portugueses, algo já atestado por diversos profissionais da educação, os quais se queixam do défice de atenção dos seus alunos, optando a Comissão por jogar pelo seguro, reduzindo as possibilidades dos eleitores se distraírem na reflexão.
Fonte que pediu anonimato acrescentou ainda que se chegou a ponderar a criação de melhores condições para uma reflexão mais profunda, fechando-se a Internet, medida que caiu por terra porque impossibilitaria a leitura do seu comunicado, do qual se transcreve parte: [Read more…]
É o vinho meu bem
Portugal é o 11º país do mundo em consumo de álcool, constata a Organização Mundial de Saúde.

Ora aqui está mais um argumento para o sóbrio Norte nos atazanar o juízo: cambada de calaceiros ainda por cima bêbados, por isso têm uma produtividade tão baixa.
Conta-nos a OMS sobre o enquadramento sócio-económico do consumo de álcool:
Surveys and mortality studies, particularly from the developed world, suggest that there
are more drinkers, more drinking occasions and more drinkers with low-risk drinking
patterns in higher socioeconomic groups
Ora lá está, faz sentido: os ricos emborracham-se, baixa a produtividade. Uma gestão aos esses e incapaz de fazer um 4 não vai a lado nenhum. Está tudo explicado. Quando Merkel descobrir vão ouvir das boas, é certo e sabido.
Não queremos o seu voto. A sua reforma basta-nos!
Finalmente, o Hino do POT. Heróico. Uma verdadeira epopeia.
Capitalismo na sala de operações
Como não ser operado acima das suas possibilidades, após o corte das gorduras do estado.
Viral (todos os episódios)
Vale a pena assistir, estes tipos estão muito bons.
Pode encontrar aqui o Episódio 2, Episódio 3, Episódio 4.
Desinteresse perante o rumo político do país?
Em vez de partidos políticos na vida política, transfira-se para os clubes de futebol esta actividade. De qualquer das formas, a Assembleia da República já tem bancadas como nos estádios e a maioria dos deputados não se afasta do seu papel de claque partidária. “Muito bem! Apoiado” será o hino da nova Assembleia, com a vantagem de já ser perfeitamente conhecido por parte dos deputados.
Agora imaginem as vantagens. Às segundas-feiras teremos intensos debates sobre cada palavra jogada nos discursos do anterior fim-de-semana, estes, por sua vez, transmitidos em directo pelas televisões e com relatos flamejantes na Antena 1 e na TSF. “E meteu uma interjeição, baralha-o com uma catacrese, e avança, avança, mete uma metáfora, remata o discurso com um oxímoro e é golo. Goooooooollllooooooo.” Não haverá medida que não seja sujeita a apertado escrutino e todos as sextas, sábados e domingos teremos parlamento cheio.
O novo parlamento-estádio é a solução para trazer as pessoas para a política. E com o bónus de já estarem construídos os parlamentos regionais graças aos, até agora inúteis, estádios do Euro 2004. É só vantagens.
Arrefinfem
A página Arrefinfa é do melhor que já se fez em humor suporte net nacional. Depois de aplicarem uns estalos no Primeiro não se esqueçam de clicar em +. O Aníbal perdido é do melhorio.
Contas à moda do FMI
Confrontado com a concorrência do FMI o próprio Ricardo Araújo Pereira admitiu que a sua carreira está em perigo, Herman José anunciou a retirada do mundo do espectáculo, enquanto João Miguel Tavares, Gomes Ferreira e outros humoristas dos jornais económicos confessavam o sonho de uma contratação para o departamento criativo da instituição internacional.
Tudo isto porque, num verdadeiro tratado de humor económico, o FMI acabou de demonstrar como a austeridade contribuiu para a redução da desigualdade em Portugal. As contas estão certinhas, embora contem apenas com quem vive do seu salário ou reforma e descontem os desempregados.
Nada como meter no mesmo saco os beneficiários do subsídio de desemprego e o Belmiro Amorim dos Santos, ou seja, a população inactiva portuguesa. Uns porque foram troikados, outros porque troikam. Todos iguais, uns ligeiramente mais que os outros.






























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