Dois jogos, 14 golos, muita emoção, voltas e reviravoltas, estádios cheios, pormenores técnicos do outro mundo e 2 partidas muito ricas no plano táctico. Carrego, pauso, carrego, respiro: isto é Champions!
Começo pelo jogo de Manchester.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Dois jogos, 14 golos, muita emoção, voltas e reviravoltas, estádios cheios, pormenores técnicos do outro mundo e 2 partidas muito ricas no plano táctico. Carrego, pauso, carrego, respiro: isto é Champions!
Começo pelo jogo de Manchester.
Li hoje, num jornal desportivo, que há figuras, entre aquelas que foram mandadas pela porta fora há dias, que estão enjoadíssimas pelo facto de os direitos desportivos de João Moutinho terem sido vendidos por 25 milhões.
Pasmo com o ridículo da situação.
João Moutinho veio para o FC Porto por 11 milhões e com uma salvaguarda de que 25% das mais-valias duma futura transferência caberiam ao Sporting.
Na sua estadia no Dragão, o passe do atleta valorizou de tal forma que o seu valor atingiu mais 14 milhões.
Sendo certo que o jogador foi apelidado pela Direcção de Sporting de “maçã podre”, epíteto a que se associaram algumas das figuras leoninas agora escandalizadas, é no mínimo estranho que esses sportinguistas, que nada têm agora a ver com a gestão do Sporting, limitando-se a pagar as quotas, venham reclamar que João Moutinho não tenha sido vendido pela cláusula de rescisão. Nem o Hulk, meus senhores, foi!
James Rodriguez têm menos 5 anos que o ex-jogador do Sporting, o Porto pôde exigir o valor da cláusula de rescisão, da mesma forma que já afirmou que Mangala, da mesma idade de James, só sai pelo seu valor, 55 milhões.
Agora eu pergunto, vender um médio de 26 anos pelo preço que o Barcelona está disposto a pagar pelo avançado Neymar – que, se é mais velho que James, é pouco – é má venda?!
O Porto valorizou o atleta, que nunca havia ganhado nada, e, mesmo assim, o Sporting lucra mais com a actual transferência do que o FC Porto, a quem o atleta pertencia no momento.
Podem-me dizer o que estes gajos querem?!
Mamar na teta do Dragão?!
Está mal. Deviam ter vendido o James Rodriguez por 65 milhões e o João Moutinho por 5 milhões. Que era para eles ficarem a berrar ainda mais.
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Ao que parece, João Moutinho e James Rodriguez, do FC Porto, vão ser a partir da próxima época jogadores do Mónaco, onde mais um magnata russo promete animar o mercado e aliviar as depauperadas finanças dos principais clubes portugueses.
Se repararem, na imprensa tem-se falado sempre da venda «em pacote» dos dois jogadores e sempre da verba global de 70 milhões de euros. Diz-se nos «mentideros» que o negócio final, mantendo os 70 milhões, passará por valorizar ao máximo o passe de James Rodriguez, diminuindo, em consequência, o de João Moutinho. O motivo é óbvio: o Sporting terá direito a 25% do valor da transferência do seu ex-jogador.
Como diz o outro, é a economia, estúpido!

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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