E recebem ajuda?

“59% dos sobre-endividados que pedem ajuda à Deco vivem com o salário mínimo”, lê-se no Público. Independentemente do assunto, sempre que me dirigi à DECO, bati sempre nesta questão: “É associado? “

Era Mas É Assim

ASAE processa DECO por usurpação de funções.

Assim é que era

Associação dos Produtores de Azeite processa DECO por publicidade não solicitada enviada para endereços electrónicos.

O Futebol Perfumado de Quintero

quinteroCada vez que vejo Quintero em acção, penso em Deco, no melhor Deco que já vi e acho que só o vi no meu FC Porto, o Deco que se aprimorou e acrisolou no e pelo sofrimento, na dura e adequada domesticação do temperamento, domação do génio só possíveis naquela casa, onde a componente afectiva consolida e motiva máximo rendimento na parte profissional. Depois de se ver um Quintero com uma esquiva transcendente, à Maradona, a uma rasteira sadina e logo um remate repentista, impensável, para golo, depois de se ver um jovem jogador a mudar as agulhas de todo um jogo emperrado, não percebo ao que vem um José Mota, amargo e ressentido. Para quê falar de si, do treinador adversário e de um Capela de baixo rendimento?! E o futebol?! Quem é que quer saber da falta de brilho de um Capela, da longa e sofredora carreira de um José Mota, das queixas pela irreverência de um jovem profissional como Paulo Fonseca, quem é que quer saber de tudo isso, perante o perfume de puro futebol exalado por um Quintero?!

O palhaço brincalhão

“Qualquer leilão parece positivo, alerta as pessoas, mas se há margem ou não, veremos”

Citação do Mexia das rendas garantidas.

Cristiano Ronaldo & Pepe

Não sou o fã número um da seleção. Mas já fui.

Estive nos cafés, no tempo da Escola Secundária, a ver Portugal ser campeão na Arábia Saudita. Andei também pelos estádios a ver Portugal ser Campeão do Mundo em 1991, no arranque da mais fabulosa geração de futebolistas que o nosso país teve.

Cresci com eles e maravilhei-me com os feitos deles nas grande competições, até … Mudar tudo.

Para mim a seleção não é um clube. Nunca sofri pela seleção como pelo BENFICA, nem pouco mais ou menos. É um defeito meu, eu sei. Quem não os tem?

Mas com o Scolari foi a ruptura porque nunca me identifiquei com a bandalheira que aquele tipo gerou à volta da equipa,  ainda que, do ponto de vista dos resultados, tenha estado bem. [Read more…]

Fluminense Campeão Brasileiro e Deco o único jogador português campeão em 4 países


26 anos depois, o Fluminense sagrou-se Campeão do Brasil. A vitória sobre o Guarani foi sofrida mas garantiu o título.
Entre os novos campeões, o português Deco. E queiram ou não queiram todos aqueles que sempre o olharam de soslaio, como o Pesetero, a verdade é que Deco passa a ser o único jogador português Campeão Nacional em quatro países diferentes: Portugal, Espanha, Inglaterra e, agora, o Brasil, o país que o viu nascer.
Se juntarmos a estes 7 títulos de Campeão Nacional duas Ligas dos Campeões, uma Taça UEFA, 3 Taças e 2 Supertaças de Portugal, 2 Supertaças de Espanha, 2 Taças e uma Supertaça de Inglaterra, então temos um palmarés impressionante.
Mais do que os títulos, a mais-valia que constituiu em todos os clubes por onde passou fazem de Deco um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos. [Read more…]

A Deco e o desgraçado do Consumidor

Boa parte já passou pelo mesmo que o V. Cunha denuncia no 31 da Armada.

Eu pergunto: o que é a DECO? É uma associação sem fins lucrativos ou um negócio bem lucrativo disfarçado de associação?

Pode ser que algum leitor nos esclareça.

O albergue Banco de Portugal desmentido pela DECO

O Banco de Portugal nega ter recebido da DECO carta, datada de 25 de Junho de 2010, a contestar a introdução de cláusulas abusivas em contratos de crédito à habitação. A referida associação contesta, segundo os jornais ‘i’ e ´Publico’. Também o ‘Diário Digital’ confirma o desmentido da DECO face à declaração do BdP. A carta terá sido enviada por fax às 17h03, do citado dia 25 de Junho. Segundo notícia desta tarde, publicada nos citados jornais “i” e ‘Público’, o Banco de Portugal afirma a intenção de analisar as cláusulas permissivas do aumento unilateral dos juros.

A DECO denunciava ao Banco de Portugal, com cópia de um exemplar de contrato do BES, a introdução abusiva de cláusulas susceptíveis de, sem aviso ou autorização prévios, permitir aos bancos aumentar os ‘spreads’ dos juros de crédito de habitação. Duas outras instituições, Millennium BCP e Montepio Geral, segundo a DECO, incorreram na mesma prática.

Sem nos vincularmos às ‘guerras do alecrim e da manjerona’, entre Bagão e Constâncio, essas tinham outra motivação, registamos duas falhas graves do Banco de Portugal:

  1. A falta de acção de supervisão, erro grave quanto à obrigação de supervisionar e reprovar os clausulados “leoninos” de contratos de financiamento à compra de habitação; sobretudo a famílias, na grossa maioria, já punidas com a dureza das condições de trabalho, ou mesmo com o desemprego, e sujeitas a implacável regime fiscal;
  2. A demonstração da desorganização dos serviços, no controlo e registo de recebimento do fax, de que a DECO tem prova.

O Banco de Portugal, é consabido, concorre com a CGD na oferta dos melhores empregos e reformas em Portugal. Por isso, se tornou um autêntico albergue, de académicos a políticos. Ocorrem-me os nomes dos hóspedes Jacinto Nunes, Silva Lopes, Tavares Moreira, Miguel Beleza, António de Sousa, Vítor Constâncio, como governadores, António Borges, Luís Campos e Cunha, Cavaco Silva, Manuela Ferreira Leite, Oliveira e Costa, Octávio Teixeira e outros. Até Ernâni Lopes, o tal do corte de 15 a 20 e tal por cento nos salários dos portugueses – a cru! Exclamou – passou pelo BdP, recebendo uma reforma desde os 47 anos de idade.

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Ter memória e…

… ser agradecido! Obrigado por tudo, Deco!

apDC – essa desconhecida…

A apDC existe vai para 22 anos!

E tem um palmarés considerável!

É certo que não merece os favores de uma certa comunicação social…
Mas lá vai tendo a projecção possível!

Sendo certo que a intoxicação do mercado, em resultado de uma massificante estratégia mercadológica desenvolvida por uma empresa multinacional de testes e publicações implantada em Portugal (a Deco-Proteste, Ld.ª), inibe que as iniciativas e as actividades da apDC se destaquem e até se obnubilem, sempre nos capacitámos de que seria possível que, a despeito de tudo, ainda nos identificassem e soubessem o que nos contradistingue dos mais.
Em Portugal não há quem não saiba a diferença entre o Carcavelinhos e a Sanjoanense. As coisas da bola não escapam ao vulgo, como às elites!
Agora, ignorar a existência da apDC afigura-se-nos bisonho.
Mais a mais tratando-se de pessoas normalmente advertidas, gestores da administração pública, dirigentes da administração local, personalidades com relevante estatuto a nível local, que sabemos nós?!
Pois, há dias fomos surpreendidos, durante uma audiência que nos foi concedida algures, exactamente porque o nosso interlocutor jamais havia ouvido falar da apDC… Não sabia pura e simplesmente da sua existência. Nada sabia da sua actividade. Das iniciativas que promove. Da formação que ministra. Da difusão da informação em que intervém em um sem-número de órgãos da comunicação social… Das propostas que carreia para significativa melhoria do estatuto do consumidor. Das advertências que faz amiúde urbi et orbi sempre que em causa os direitos do consumidor.
Claro que se tal acontece a determinados níveis, com as elites locais, o que não dizer das pessoas indiferenciadas?
A ignorância da sua existência, depois de quase um quarto de século de serviços prestados à comunidade portuguesa, um pouco por toda a parte? Desde o interior norte às salsas águas de Albufeira? Da Figueira da Foz a Figueira de Castelo Rodrigo?
Tal é algo que nos dá profundamente que pensar.
É o marketing, Senhores, é o marketing…
O que teremos de fazer para nos tornarmos conhecidos?
Ninguém sabe o que é a RC – Revista do Consumidor?
Ninguém sabe o que é a RPDC – Revista Portuguesa de Direito do Consumidor?
Ninguém conheceu a Súmula Informativa, de periodicidade semanal, por nós editada?
Ninguém se recorda de um encarte da Teleculinária – o Guia do Consumidor – que seria o embrião de uma revista grande público que não sobreviveu pela dessolidariedade do grupo editor que nos traiu?
Ninguém se recorda de conferências, seminários, jornadas, colóquios, congressos e tantos foram os que, neste lapso de tempo, a apDC levou a cabo com geral reconhecimento dos participantes e alguma projecção pública?
Ninguém se recorda das vibrantes intervenções nossas na televisão, em nome da apDC, em defesa dos consumidores em todos os segmentos do mercado de consumo?
A quem se terá imputado todo esse palmarés?
O que a apDC faz é levado a crédito de outra instituição?
Andará alguém a enriquecer-se injustamente à nossa custa? Sem retorno dos réditos ilícitos que arrecada?
O que teremos de fazer para assegurar a nossa identidade e tornarmo-nos conhecidos?
Haverá que reflectir!
Aceitam-se sugestões!
Por nós, é de profunda consternação o facto que acaba de ser revelado… sobretudo porque o povo deve andar estranhamente distraído, para além de intoxicado pela “propaganda” da multinacional de testes e publicações que é deveras abafante…
Neste país em que tanto se aspira à unicidade, já só falta que, pela mão sebastiânica de uma qualquer multinacional, nos imponham de novo na política, no trabalho, no consumo, na economia, uma União Nacional, a estrutura do regime, para além da qual nada mais poderá subsistir, nada mais terá permissão para existir ou sequer se manifestar!

Há mais Marias na Terra…

“Se a informação partiu do Turismo de Portugal, é lamentável que surja com a indicação de uma só associação de consumidores, como se fosse a única, a do regime, a União Nacional que ao poder convém, na composição da tal comissão arbitral.
A ACOP existe, contra o desejo de alguns, para desespero de outros.
Lamenta-se, por um lado, que o snr. presidente do Turismo na rádio fale na Deco, como se fora a única associação de consumidores, ele que já esteve ligado como director-executivo à tal empresa multinacional, quando deveria mostrar imparcialidade, independência, equidistância, nos termos, aliás, do que exige a sua carta funcional.
É feio que se seja parcial. Mais feio ainda quando esta gente exerce funções de responsabilidade no seio da administração pública. Com o favorecimento das empresas do regime, como no caso.
A ACOP existe, é associação de âmbito nacional e exerce, com os meios de que dispõe, as suas actividades de forma modelar. Outros pudessem dizer o mesmo.
Sabe-se que isso não agrada à situação, mas [Read more…]

Uma perguntinha inocente…

…ou, talvez, duas.

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Deco não joga.

“- E o burro sou eu?  Hum, hum?”

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