Para o que dá uma reforma de 35 000

em moeda europeia, fora os 10 milhões que recebeu à cabeça? para demonstrar o espírito muito católico do esbanjamento, neste caso provando por arrasto que o acesso à Justiça além de ser um privilégio ainda pode ser um entretenimento supérfluo e aristocrático:

Paulo Teixeira Pinto apresentou uma queixa-crime contra o coordenador do Bloco de Esquerda por este ter comentado, no dia 5 de Outubro de 2009, que uma iniciativa da Causa Real – o desembarque no Terreiro do Paço e um cortejo nocturno aos gritos de “Viva a Monarquia” – era uma acção “patusca” promovida por “um banqueiro milionário” associado ao período do colapso da liderança do BCP

Nem discuto o conteúdo da queixa, basta ser óbvio que está perdida e ainda beneficia a imagem de Francisco Louçã.

Há quem tenha dinheiro para não ter mesmo mais nada que fazer.

Se lhe picou a mosca que transmite a processomania e se mete a processar críticos de arte ou de poesia, tomando o gosto ao processozinho que se mandou fazer ao adversário político, está o caldo entornado. É que a processomania quando dá nos pobres é doença, mas nos ricos, nos ricos não sei se tá a ver mas é um tiquezinho sem importância. Então processar comunas tá muito na moda, não sabia?

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Comments

  1. Luis Moreira says:

    Tem mais tempo de antena, custa dinheiro mas coisa pouca para ele. Eu desisti de uma mil vezes pior quando percebi que não tinha dinheiro para pagar as custas…

  2. Nuno Castelo-Branco says:

    Não sei, não. Olha que correram com o PTP do BCP, assim que o Jardim começou com as dele. PTP deixou a Opus Dei – em boa hora – e isso paga-se.
    O Louçã não pode esconder-se atrás da imunidade que criticava no Dias Loureiro. se tem provas, vá a tribunal.

    • Luís Moreira says:

      Meu caro, com o pote de mel, ali à mão, só um santo é que não saía de lá cheio. E a verdade é que não foi ele que destapou o pote…

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  1. […] Paulo Teixeira Pinto vai insistir no processo contra Francisco Louçã? […]

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