Os maus professores têm calos no cu

Num momento em que tanto se fala do acordo entre Ministério e Sindicatos, penso que é necessário trazer à colação um critério que podia e devia ser utilizado em qualquer avaliação do desempenho de professores: o toque rectal.
Perguntarão os leitores mais maliciosos se eu ando a frequentar sítios menos adequados para um pai de família. Nada disso, seus maroteiros. A minha afirmação decorre da experiência, própria de quem lecciona há mais de 16 anos.
Com efeito, um mau professor é aquele que se senta na sua cadeira no início da aula e não mais se levanta até ao fim da mesma. Dá a aula dali, da cadeira. Fala para os alunos esticando o pescoço para poder vê-los. E repete a façanha, aula após aula, dia após dia, semana após semana. Ao fim de alguns anos de carreira, o seu rabo está quadrado e cheio de calos. Mas a progressão, essa, está sempre garantida.
Aproveitemos o que se está a fazer nos Aeroportos, com o «scanner» total dos passageiros, e apliquemo-lo ao processo de avaliação de professores. Mas neste caso, basta fazer um «scanner» muito específico que logo se obterão as respostas pretendidas.

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