(Des)mentindo

“Nunca da Procuradoria Geral da República (PGR) saiu alguma informação. Essa é uma manobra concertada, não tem o mínimo de fundamento e têm de se apurar as responsabilidades. Os tribunais têm de apurar e sancionar isto”, afirmou Pinto Monteiro

De salientar o cuidado de Pinto Monteiro na utilização das palavras: da Procuradoria e não do Procurador. Dito assim parece-me indesmentível.

Já agora, as reacções às notícias de que foi após a reunião onde Pinto Monteiro ter tomado conhecimento da existência de escutas que os escutados mudaram de telemóveis, e de conversa, são curiosas. Primeiro porque alguma comunicação social está a fingir que não leu. E segundo porque na Aspirina B já se fala em guerra civil (“Não pode haver empate neste confronto Aveiro-Lisboa“) e João Galamba comenta: “Isto só vai lá com uma espécie de FMI da justiça. Não existe?, invente-se.”

Perderam, já perceberam que perderam, e isso é bom sinal.

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