Hoje dá na net: Animal Farm (O Triunfo dos Porcos)

Animal Farm (O Triunfo dos Porcos)

Aninal Farm (O Triunfo dos Porcos) é uma alegoria da autoria de George Orwell sobre o que se passou na Rússia entre 1917 e 1943. É também, para mim, a forma de me recordar que uma revolução é a melhor forma de tudo mudar sem nada se alterar.

Comments

  1. kalidas says:

    Qual é a receita? Educação, escolar e cívica!

  2. maria celeste d'oliveira ramos says:

    Qual é a receita ?? ética que não precisa de ser adquirida na universidade nem sequer na 4ª classe – j´´a há doutores em excesso e falar ensino profissional pa todas as profissões que desaparecerem com a mania e complexo de doutror que até têm de emigrar-são necessários mecânico de automóvel – trabalhadores de portos e aeroportos – estivadores sem complexos (todo podem ter o 9º e mesmo 12º anos sem complexos apenas para saber fazer ainda melhor com maior consciência e noção de rendibilidade) – mais doutores para o desemprego e emigração não é precisop porque assim o país ficará só com os VELHOS que como eu já não emigro (e nunca quiz) para lado nehum – fui mas voltei sempre e não quero sair daqui – que me roam os ossos – aqui – mas sou dura de roer
    Precisamos de ourives e relojoeiros em vez de os exportar para a Suissa – prewcisamos de quem saiba reparar electrosomésticos para aprender a poupar antes de deitar para o lixo – precisamos de dar valor aos valores materiais – precisamos de LIVROS e de livreiros e de livrarias e de consevar a LINGUA sem ser servis ao brasilês – precisamos de pessoas e não de mercenários da política – precisamos de repor as artes e ofícios de que se era do melhor do mundo e por isso encontraam trabalho no mundo – precisamos de estaleiros em vez de os fechar – precisamos de pintores e não edifícios a cair – precisamos de entalhadores e marceneiros e não do IKEA – precisamos de texteis e de desgners e não d’El Corte Inglês (e Zara) de trabalho escravo feitos na xina – precisamos de pescadores e não de importadores da “pescada de Vigo” e de trangénicos – precisamos de oleiros de arte ancestral e não de importar o que “se faz lá fora” porque lá fora nasceu há 2 seciçlos e nós há 9 e isso faria toda a diferença se não houvesse marcenários na política – trabalhadores da política já-mé éééééé
    Precisamos de gente que honte o pa+is em vez de dizer mal e pirar-se e ser escravo e sempre “estrangeiro” logo que se passe a fronteira- precisamos de gente vencedora e não de vencidos e desistentes-precisamos de cultura e não de gente plastificada – precisamos de gente que estude e que não copie e estude na véspera e seja analfabeto com diploma-precisamos de DIPLOMA a atestar o saber e não a manhusice e facilitismo- precisamos de peofissionais a sério e não a brincar- precisamos de brincar por mérito do trabalho feito e não como forma de estar-precisamos de saber hontar o saber e quem ensina e não dar porrada nos que têm o saber mesmo com dificuldade de o transmitir – precisamos de humildade e não de arrogência que só vem da ignorância – precisamos do que somos e não do que outros querem que sejamos ou de nos sumeter por cansaço-precisamos de ter voz e de não a calar por mêdo ou insegurança perante os que gritam mais alto-precisamos de gritar a indignidade e não de comer e calar-precisamos de viver e não de ir sobrevivendo-precisamos de crescer a pertir das raízes do que sempre fomos e não CORTAR mais as “árvores”-precisamos do que somos e não de fingir mais – precisamos de fazer calar os mentirosos e vampiros – mas sem parar de ser o que temos que ser – porque SOMOS – precisamos de saber a história do que fomos como alavanca para a continuar em vez de claudicar – sem passado não há presente e este é o que fomos e andamos para a frente porque só há um caminho que é caminhar mesmo de bengalas – mesmo como se fôramos feridos de guerra – vencemos todas as guerras em que nos meteram e metemos – agora há mais uma já que ~há sempre guerra- mas a nossa não tem armas mortíferas nem “tasers” e dar o salto deixa o pa+is desamparado à sua sorte e mais fragilisado para com os constantes invasores que ADORAM aqui ocupar como se fôra terra de leite e de mel – agora fel – Não presisamos de misericórdia dos Vampiros – as Misericórdias nasceram em Portugal há 500 anos pelas mão sde uma raínha “pía” – são portuguesas – precisamos mais de nós do que dos outros e se sempre servimos os outros á altura de nos servirmos a nós – o humanismo renascentista acabou – mas temos ainda o nosso intacto e recebemos o mundo sofredor a agora chamam-nos PIG – a porca que os pôs

  3. Manuel Vessadas says:

    Não precisamos de suseranos, sejam eles quem forem. Não queremos alienar a nossa vontade e a nossa condição de Portugueses.
    Queremos ser Nós Próprios se MEDOS e tiviezas.
    Não precisamos de ALIENAÇÔES, venham elas donde vieram.

  4. kalidas says:

    Educação escolar para habilitar ao cabal desempenho profissional, como por exemplo instalação e manutenção de equipamentos.
    Nos anos oitenta uma ligação telefone de Lisboa para Sintra era processada de forma manual, os PBX’s. Hoje são os equipamentos digitais da rede fixa, mas a modernidade está na rede móvel.
    Estou, profissionalmente tão à-vontade ontem como hoje, graças a duas escolas; Industrial Afonso Domingues e EMEL de Paço de Arcos(militar)

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