Aninal Farm (O Triunfo dos Porcos) é uma alegoria da autoria de George Orwell sobre o que se passou na Rússia entre 1917 e 1943. É também, para mim, a forma de me recordar que uma revolução é a melhor forma de tudo mudar sem nada se alterar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Aninal Farm (O Triunfo dos Porcos) é uma alegoria da autoria de George Orwell sobre o que se passou na Rússia entre 1917 e 1943. É também, para mim, a forma de me recordar que uma revolução é a melhor forma de tudo mudar sem nada se alterar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Qual é a receita? Educação, escolar e cívica!
Qual é a receita ?? ética que não precisa de ser adquirida na universidade nem sequer na 4ª classe – j´´a há doutores em excesso e falar ensino profissional pa todas as profissões que desaparecerem com a mania e complexo de doutror que até têm de emigrar-são necessários mecânico de automóvel – trabalhadores de portos e aeroportos – estivadores sem complexos (todo podem ter o 9º e mesmo 12º anos sem complexos apenas para saber fazer ainda melhor com maior consciência e noção de rendibilidade) – mais doutores para o desemprego e emigração não é precisop porque assim o país ficará só com os VELHOS que como eu já não emigro (e nunca quiz) para lado nehum – fui mas voltei sempre e não quero sair daqui – que me roam os ossos – aqui – mas sou dura de roer
Precisamos de ourives e relojoeiros em vez de os exportar para a Suissa – prewcisamos de quem saiba reparar electrosomésticos para aprender a poupar antes de deitar para o lixo – precisamos de dar valor aos valores materiais – precisamos de LIVROS e de livreiros e de livrarias e de consevar a LINGUA sem ser servis ao brasilês – precisamos de pessoas e não de mercenários da política – precisamos de repor as artes e ofícios de que se era do melhor do mundo e por isso encontraam trabalho no mundo – precisamos de estaleiros em vez de os fechar – precisamos de pintores e não edifícios a cair – precisamos de entalhadores e marceneiros e não do IKEA – precisamos de texteis e de desgners e não d’El Corte Inglês (e Zara) de trabalho escravo feitos na xina – precisamos de pescadores e não de importadores da “pescada de Vigo” e de trangénicos – precisamos de oleiros de arte ancestral e não de importar o que “se faz lá fora” porque lá fora nasceu há 2 seciçlos e nós há 9 e isso faria toda a diferença se não houvesse marcenários na política – trabalhadores da política já-mé éééééé
Precisamos de gente que honte o pa+is em vez de dizer mal e pirar-se e ser escravo e sempre “estrangeiro” logo que se passe a fronteira- precisamos de gente vencedora e não de vencidos e desistentes-precisamos de cultura e não de gente plastificada – precisamos de gente que estude e que não copie e estude na véspera e seja analfabeto com diploma-precisamos de DIPLOMA a atestar o saber e não a manhusice e facilitismo- precisamos de peofissionais a sério e não a brincar- precisamos de brincar por mérito do trabalho feito e não como forma de estar-precisamos de saber hontar o saber e quem ensina e não dar porrada nos que têm o saber mesmo com dificuldade de o transmitir – precisamos de humildade e não de arrogência que só vem da ignorância – precisamos do que somos e não do que outros querem que sejamos ou de nos sumeter por cansaço-precisamos de ter voz e de não a calar por mêdo ou insegurança perante os que gritam mais alto-precisamos de gritar a indignidade e não de comer e calar-precisamos de viver e não de ir sobrevivendo-precisamos de crescer a pertir das raízes do que sempre fomos e não CORTAR mais as “árvores”-precisamos do que somos e não de fingir mais – precisamos de fazer calar os mentirosos e vampiros – mas sem parar de ser o que temos que ser – porque SOMOS – precisamos de saber a história do que fomos como alavanca para a continuar em vez de claudicar – sem passado não há presente e este é o que fomos e andamos para a frente porque só há um caminho que é caminhar mesmo de bengalas – mesmo como se fôramos feridos de guerra – vencemos todas as guerras em que nos meteram e metemos – agora há mais uma já que ~há sempre guerra- mas a nossa não tem armas mortíferas nem “tasers” e dar o salto deixa o pa+is desamparado à sua sorte e mais fragilisado para com os constantes invasores que ADORAM aqui ocupar como se fôra terra de leite e de mel – agora fel – Não presisamos de misericórdia dos Vampiros – as Misericórdias nasceram em Portugal há 500 anos pelas mão sde uma raínha “pía” – são portuguesas – precisamos mais de nós do que dos outros e se sempre servimos os outros á altura de nos servirmos a nós – o humanismo renascentista acabou – mas temos ainda o nosso intacto e recebemos o mundo sofredor a agora chamam-nos PIG – a porca que os pôs
Não precisamos de suseranos, sejam eles quem forem. Não queremos alienar a nossa vontade e a nossa condição de Portugueses.
Queremos ser Nós Próprios se MEDOS e tiviezas.
Não precisamos de ALIENAÇÔES, venham elas donde vieram.
Educação escolar para habilitar ao cabal desempenho profissional, como por exemplo instalação e manutenção de equipamentos.
Nos anos oitenta uma ligação telefone de Lisboa para Sintra era processada de forma manual, os PBX’s. Hoje são os equipamentos digitais da rede fixa, mas a modernidade está na rede móvel.
Estou, profissionalmente tão à-vontade ontem como hoje, graças a duas escolas; Industrial Afonso Domingues e EMEL de Paço de Arcos(militar)