Há sogras e sogras

Os pais trabalham demasiado. E, ultimamente, ainda mais.

O trabalho tira tempo à família. «Tira-nos» a família, é o que é.

Sobra muito pouco para ela: tempo e paciência como gostaríamos. “Educar exige tempo e paciência, e isso é algo que falta aos pais nesta conjuntura”, leio no Público (23 de junho).

E não há muito a fazer: “o emprego precário e o medo de perder o emprego sujeitam os pais e as mães a uma disciplina e a um envolvimento no local de trabalho (…) que tira tempo à família”.

Os filhos estão mais com os outros que connosco.

Acabaram as aulas. A coisa complica-se: «Onde deixar os filhos?»

Que sorte é ter uma sogra disponível que toma conta deles.

Há sogras que são umas «pestinhas», segundo ouço dizer, mas também as há que são umas santas!

Obrigada a estas! São a nossa salvação!!

Eternamente grata, sogrinha.

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