Do debate


Um artigo sobre uma discussão que me passou ao lado mas que trago aqui pela caracterização feita quanto à forma de debate que volta e meia se encontra. É nesses debates onde se vê, ou melhor, onde não se vê, a capacidade de discordar mas reconhecendo o direito de opinião diferente que se revela quem é democrata de palavra vã ou de actos realmente praticados. É nessas trocas de picardias onde se cai ou não na tentativa de descredibilizar o adversário pelo insulto que se constata estar ou não perante um simples censor. É em se procurar simular ter o apoio de uma multidão recorrendo aos conhecidos truques da navegação anónima que facilmente se identifica o troll.

A seguir, “Órfãos da guerra civil”, Pedro Lomba, Público, 4 Setembro 2012

 

Comments

  1. Amadeu says:

    A História é uma actividade para minorias: as maiorias conseguem satisfazer-se com o presente.
    MAI NADA

  2. Vi que o Dr. Pedro Lomba tem umas ideias muito interessantes, embora produto de pouco estudo, no programa com o Medina Carreira.

  3. nightwishpt says:

    http://ressabiator.wordpress.com/tag/ramos/

    Branquear é tão bonito, prá menina e pró menino.

  4. Excelente exemplo. A acusação de “historiador fascista”, coisa que ninguém escreveu em lado nenhum, é de troll, tens toda a razão.

    • jorge fliscorno says:

      Já agora, caso haja aqui um mal entendido: a discussão de Loff/Ramos passou-me completamente ao lado e não me pronuncio sobre ela.

      A introdução que escrevi é sobre um certo tipo de discussões que por vezes se encontra e que usa a estratégia da parte que sublinhei.

      Se calhar o próprio Lomba incorre nessa forma de argumentação – não sei. Seria irónico.

      • Amadeu says:

        O Corno não para de me surpreender. Que se lixe o conteúdo. É a forma, senhores, é a forma que agora preocupa o nosso tudólogo.

        • jorge fliscorno says:

          Para que conste ó mal educado, a introdução em causa assenta-lhe que nem uma luva. Verta os excrementos biliosos que queira que será para o lado que melhor durmo. Só o caracterizaram melhor.

      • Caro Jorge, deixe-me felicitá-lo: são muito raras as pessoas que admitem, com tanta naturalidade, não saber de alguma coisa e que têm a sensatez de, por essa razão, não se pronunciarem sobre ela! Fico sempre agradada quando vejo de mãos dadas a seriedade, a modéstia e a inteligência!

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