Como é que se acaba com o que não existe?

Líder da JSD quer acabar com saúde e educação grátis. Se não tivesse cheirado tanta cola dos cartazes que anda a afixar desde pequenino, talvez o menino soubesse que a educação não é gratuita, em Portugal.

Comments


  1. O que ele quer é tornar os beneficiários do SNS e do Ensino Público em clientes. Quer uma revisão constitucional e tirar o “tendencialmente gratuito”. Significa propinas no Ensino Básico e preços nos serviços de saúde. Significa desresponsabilização do Estado no financiamento, tal como já aconteceu no Ensino Superior, que tem das propinas mais caras da Europa. E esmolas para os pobrezinhos.


  2. Alguém tem que lhe explicar, como se estivesse a falar para um espermatozóide, o que são IMPOSTOS, e para que servem…

  3. Pedro Marques says:

    Só no PCP, PEV e Bloco é que os cartazes são colocados pelos militantes, e realmente a escola já foi pública já. E é necessário uma revolução mas com contornos diferentes…

  4. maria celeste ramos says:

    Pois é cada vez há mais “meninos” a cheirar “cola” e ficam marados
    No ensino público por onde passei paguei sempre propinas e livros e sebentas – e transporte mesmo que essencialmente eléctrico porque “havia” ainda a linha desde a Lapa ao ISA
    ———————-
    os meninos americanos de 20 anos continuam a matar 27 pessoas no Connecticut – estes actos andam a multiplicar-se desde a Balgica + sei lá onde onde se sequestram pessoas em caves e fazem filhos e outros malucos + suicídios colectivos como os do Wacco de uma seita qualquer – o o dono das armas dos USA de quem eu gostava e fez filmes fantásticos Charlton Heston – era o dono da indústria dos cowboys – mas estamos em 2012 a repetir actos velhos e maldades modernas

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  1. […] há muito tempo que não há, de facto, gratuitidade. De resto, não está sozinha: Passos Coelho e Hugo Soares fazem-lhe companhia na ignorância, na estupidez ou no […]

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