Imagem roubada no Facebook a André Marques Viegas
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não consigo compreender a revolta e indignação ao comentário da rapariga.
“O meu sonho é comprar uma mala.” Quem critica só pode então ter tudo do mais barato que há. Não são seres humanos e não capricham em nada, nem na casa que querem comprar ou no carro alemão.
A mim, pessoalmente, o que me impressionou no video da jovem nem foi o desejo da mala, mas a maneira de falar pouco preceptivel. Terá aftas?
LOL! 😀
Não conhecia a blogger, mas espero que escreva melhor do que fala.
De resto, que desje o que quiser.
O que não entendo é tanta audiência para blogs como esse. É como se fossemos um país de milionários, a viver dentro de páginas de revistas do jet-set social. Será uma forma de fuga à realidade como outra qualquer, mas é estranhíssimo.
Mais estranho a audiência do que se escrevam blogs desses, que ao menos dão ao autor/autora uns dinheirinhos, a publicitar artigos de moda. Perdão, de “fashion”.
O que não entendo é a audiência e tanto comentário nesses blogs, quando há tantos tão interessantes que não têm feed-back.
Anda o país meio alienado, ou será só minha impressão?
A maneira de falar passa uma impressão de menina “rica”. Isso é suficiente para muita gente já não gostar dela.
Sim, a entrevista é um riso para alguma vez ser profissional. Mas não é por aí que se levanta uma onda de indignação e protestos, com direito a página no facebook. Parece mais a inveja da imagem que ela passa, da vida que tem, que enerva mais as pessoas.
Eu diria antes que ela usa aquela maneira de falar para dar a impressão que é menina rica. Uma maneira de falar bastante estranha e confusa, diga-se.
Vi esse vídeo mal e a correr. Não percebi metade, confesso, mais depressa se entende um madeirense ou mesmo um açoriano de pronúncia cerrada.
Mas só meti esta imagem porque me fez rir, e meditar sobre o país que somos, com distâncias de milhões de km entre cidadãs nacionais.
Distância porque uns desejam trabalho e outros desejam malas?
Se assim for, não compreendo como é que alguns gastam dinheiro em férias.
Nem é isso: é mesmo a distância de vida, de desejos na vida, coisa de mentalidades como se diz em História, e não o sócio-económico. Algo que a imagem ilustra perfeitamente.
É que, e já agora, estas mulheres ainda vestem de negro, usam lenço negro, é toda uma diferença de viver, e nem preciso comparar com a catraia da mala, porque a primeira distancia está entre o que ainda sobre do rural tradicionalíssimo comparando com o urbano que até pode ser da vila mais próxima.
É uma imagem fantástica, ainda me estou a rir.
😀
Acho que até a vou “roubar”…
Fiquei impressionada com a maneira de falar da jovem do video que é um pouco aquela maneira “à tia”. Não as costumo ouvir falar muito, não sabia que se arrastavam de forma tão complexa.
Desejar uma mala faz parte do mundo dela, não me fez muita impressão, talvez faça mais o facto de ser usado em publicidade por uma marca de artigos tecnológicos.
Ok Margarida Alegria, foi triste sair-me assim de forma vergonhosa aquele “preceptivel” que depois nem sabia como corrigir, pois sou novata aqui, prometo ser uma “blogger” mais bem comportada…
Até porque lhe ficava lindamente com o traje negro.
Percebo a ironia. Mas também percebo que uma mala que a maioria das reformas não pode pagar, seja vendida a quem pode. Fazer com que os ricos gastem dinheiro com aquilo que é superflúo, é sempre positivo para quem fabrica esse superflúo. O mal está quando a reforma daquela mulher não serve para comprar o que comer, vestir e tratar-se ou quando se dá apartamento a quem já é podre de rico, numa Rússia onde abundam pobres.
Muitos dos que criticaram a mocinha, desejaram para 2013 aparelhos de alta tecnologia de que não têm necessidade e dos quais não usarão metade das potencialidades. No entanto não há mal nenhum que os comprem e desejem.
Podem pedir sugestões a esta querida amiga, que ela sabe escolher!
Só agora me dei conta de que há um vídeo… 🙄
Aliás mais que um, visto que até já a entrevistaram na sic notícias!!!
E, honestamente, não vejo onde está motivo para tanto alarido…
Afinal não é esta a Sociedade em que todos vivemos? Não é esta a Sociedade por que todos estamos a Lutar? Afinal de contas se não existirem muitas Consumidoras como ela, não há economia, não há crescimento, não há empregos… Enfim, e resumindo, não há VIDA!
Posso deixar aqui escrito que se a entrevista fosse com o Cristiano Ronaldo e o mesmo dissesse que o desejo dele para 2013 era o de comprar um destes ninguém ficava minimamente chocado (vá lá ninguém também é demais, chocava para aí uma meia dúzia!), e os Homens ficavam era com inveja!
Como a jovem de 25 anos estava apenas a seguir a formatação consumista que lhe deram (desde que nasceu), e pelos vistos até tem que poupar para comprar a mala Chanel, fica tudo hipocritamente chocado! Por mim que ela consiga comprar DUAS MALAS Chanel… Se é isso que a faz feliz… E que se esqueça da parte do trabalho escravo de quem as manufactura! Isso são as normais consequências da nossa fantástica Civilização e do espectacular SISTEMA MONETÁRIO… E ninguém (inclusive EU) anda a fazer muito para alterá-la…