Paris na mira dos jihadistas

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Um dos responsáveis pelo MUJAO (Mouvement pour l’Unicité et le Jihad en Afrique de l’Ouest) anunciou ontem em Bamako, capital do Mali, que vai ripostar ao ataque militar francês e atacar o coração da França. A recessão chega a França com a ameaça de terrorismo. Prova de fogo para François Hollande.

Comments


  1. Brincam com o fogo…

  2. Amadeu says:
  3. Sarah Adamopoulos says:

    É isso mesmo: brincam com o fogo, que extravasa em muito o Mali… França tem uma comunidade islâmica enorme, e que há muito tempo anda zangada com as imposições das escolhas laicas do Estado, etc…

    • Amadeu says:

      Penso que não se deve confundir a comunidade islâmica, mesmo os zangados com o laicicismo da França, com o extremismo islâmico.
      Mesmo que esta intervenção militar francesa no Mali sirva também para desviar as atenções da crise e recessão, propagandear os aviões Mirages e os tanques Renault e, já agora, reavivar o nacionalismo francês.

  4. Maquiavel says:

    A França e o Reino Unido armaram os fundamentalistas islämicos ligados à Al-Qaeda para derrotar o Kaddafi, ajudaram-nos a tomar o poder, e andam a ajudá-los a “exportar a revoluçäo” na Síria.
    Entretanto os fundamentalistas islâmicos também querem “exportar a revoluçäo” para o Mali. E de repente a França e o Reino Unido acordaram para a vida, agora estäo desesperado para conter a vaga islâmica.

    Quem semeia ventos…

  5. Alexandre Carvalho da Silveira says:

    Com uma popularidade a rondar os 30% ao fim de seis meses de mandato, F. Hollande ensaia uma jogada à la Bush. Não há nada como uma guerrazinha para dizer que é um duro, fazer esquecer a recessão e elevar a moral da maralha. O pior será quando quiser sair da guerrazinha e não for capaz.
    Não aprendeu nada com os maus exemplos dos outros o “nosso” François!

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