A lei do mais forte na Unicer

Uma bebedeira de ilegalidades no reino de Pires de Lima.

Comments

  1. Pedro Marques says:

    Um gajo vê a fotografia e pensa logo. Olha o mafioso.

  2. Maquiavel says:

    Desde que fecharam a fábrica em Santarém que näo toco na Super Bock. E näo me arrependo. Mais vinho bebo!

    • Pedro Marques says:

      A Sagres também deixou de ser portuguesa, ao contrário do que quer parecer. Eu sei que não falaste em Sagres. Mas não podemos ser sempre assim tão duros no que toca a beber. Temos que os obrigar a deixar de fugir aos impostos e praticar estes ideais manhosos.

      • Maquiavel says:

        Näo foi por isso. Eu também nunca bebi Sagres.
        É que em Santarém produzia-se 2/3 da Super Bock (se näo mesmo 3/4), mas a Unicer quis expandir a fábrica de Leça e passou a produçäo toda para lá.
        Não é por bairrismo… é que a água que a fábrica de Santarém usava vinha de uma fonte natural bem perto dela. Aquilo era água de nascente! Por isso a Super Bock era o que era!
        Em Leça?… por mais que se esforcem as águas à volta estäo inquinadas devido à poluiçäo, como aliás, a que vai para a fábrica da Sagres na Póvoa de Sta. Iria!

        É caso para dizer: hoje em dia a Super Bock… tem outrlo saborl! 🙁

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