«Manuel Alegre ao lado de Bob Dylan, John Lennon e Leonard Cohen» anunciou hoje a Leya, feliz da vida por Alegre passar a estar ao lado de tão notáveis poetas (e Chico Buarque também lá está) no âmbito da antologia italiana Canto Por Um Mundo Livre. Marketing é marketing (essa ciência que é um remédio santo) mas talvez José Afonso fosse realmente o único nome que faria sentido nessa representação portuguesa de grandes poetas/músicos. Alegre é doutra guerra.







O Zeca, sem dúvida!
O Zeca? Mas o PREC alguma vez foi um periodo de liberdade? Foi um periodo selvagem, em que o poder caiu nas ruas e em que dominava a intimidação.
Quem falou do PREC neste post? Vá lá aprender mais qualquer coisa sobre a obra poética e musical do José Afonso e depois volte aqui para falar do PREC, se quiser (embora não fosse esse o tema, mas está bem)
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Alegre está muito bem. Zeca foi o “nosso” cantor da Revolução, mas, salvo poucas excepções, a sua lírica pouco ou mesmo nada diz do que aqui se passou antes e depois. Uma coisa, é a simbologia, só acessível a iniciados, outra, a mensagem clara e imediatamente perceptível. Entre a “Cantiga do Maio” e a “Trova do Vento que Passa”, parece evidente qual é a que tem um registo de resistência.