Porrajmos, o holocausto cigano

Espero que o 27 de Janeiro, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, não inclua discriminação de vítimas (holocausto, pelo seu significado religioso, não é uma palavra isenta). Nem todos os povos têm os mesmos meios para divulgarem a sua História e os seus mortos.

Também por isso relembro os 500 000 ciganos assassinados, proporcionalmente o povo que mais sofreu nas mãos do nazismo. No dia 2 de Agosto ouvi mais silêncio que outra coisa qualquer.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Da minha rua os ciganos que moraram anos no bairro e vendiam e não incomodavam ninguém nem ninguém parecia reclamar, foram expulsos e nunca mais os vi e havia uma mãe e filha que vinham comer a minha casa em tempo de minha mamã embora só na escada – Mas quem decidiu decidiu e desapareceram há anos – Mas há uma semana pelo menos voltaram alguns que querem vender coisas e vi, hoje, quem comprasse – eu comprei algo há dias pois não me largavam – E hoje não gostei de me perseguissem mesmo que não os tratasse mal pois não faço isso nem aos cães – mas incomodaram-me e fiquei inquieta e não sei porque “voltaram” – Também há 2/3 anos um cigano que me tratava muito bem e disse ser dos Açores, impingiu-me coisas e comprei o que não precisava para me ver livre de me bater à porta tantos dias seguidos – acabou por perceber que eu não queria nada e desapareceu – agora são mulheres que reaparcem – não sei nada mais a não ser a habitação de que fui júri pelo que o INH/IHRU lhes construiu na Outorela (concelho Oeiras) com a diferença de se ter deixado por pintar no interior para que eles o fizesseam à sua maneira e sentissem a casa mais como deles e a cuidassem – É um belo conjunto de duas bandas com espaço de pátio para o cnvívio e bricadeira de crianças em local com espaço selvagem para terem as suas carroças e animais – creio ter sido uma construção inteligente para quem tem “outro viver” – não sei o que sucedeu mas destruiram o que lhes foi dado o mesmo me tendo sido dito por amigo arqtª prof de Dublin que desenhou e construíu de especial para eles e com as suas ideias – mas destru
    iram tudo disse o Philip Geoghegan – não sei que diga mas recordo um presidente de Cm de Braga que há anos aceitou que se instalassem em determinado espaço na periferia urbana tendo sido muito contestado pelos habitantes – mas vi também como júri INH pelo menos duas casas dadas pelo INH uma em Vila Franca de Xira extremamente bem cuidada e limpa em que um bébé gatinhava num chão muito limpo, como vi em Esposende uma habitaçãode r/c com espaço livre murado em que uma velhota plantava uma pequanina piteira com carinho de que tenho imagens é claro assim como vi espaço muito limpo e cuidado e estético de casal num 2º piso feito pelo INH e um deles até trabalhava na CM – não vi mais estes eapaços é claro e não sei mais do que vi – Dia Internacional das Vítimas do Holocausto ?? – não sei que diga pois só sei o que vi e nada mais

  2. zuogmi says:

    obrigadx pela recordação

    do povo do vento


  3. Bem relembrado. Boa a montagem do video e a música tem passagens lindíssimas.

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