O Réptil de Cavaco

Não adianta chorar, bimbos do PS! Não vivemos sob o regime dos PEC. Não é o PEC provisório IV que dita a nossa vida financeira presente. Vivemos, sim, sob o Memorando de Entendimento e os seus ditames. Para o mal e para o bem, temos-lhe obedecido e é a partir dele que qualquer coisa de sólido pode surgir. Não vale a pena falar do magno chumbo, por toda a oposição, não apenas do PEC IV, mas de toda a forma opaca, corrupta e burlona de conduzir os Negócios de Estado pela mão do elenco catastrófico dos sócrates. A lei que provisoriamente nos rege é, pois, a do Memorando de Entendimento, escrito e assinado pelo Governo PS da altura, com os números da altura, mas também pelo PSD e pelo PP. De fora de tal assinatura que compromete e vincula, PCP-PEV e BE. Já se sabia da inevitável e provisória recessão e das previsíveis e provisórias dificuldades da economia. Já se sabia que o grau de obediência e de cumprimento nacionais faria proporcional o grau de ganhos em moralidade negocial, alta, no caso da Irlanda, baixa, quase nula, no caso da Grécia, precisamente pelas razões subjacentes de lealdade ao acordado. Entre uma longa intervenção externa e uma intervenção de médio prazo, intensa e dolorosa, sim, mas curta no tempo, PSD e CDS escolheram abreviar os nossos tormentos, intensificando-os no período mais curto possível. Foi uma escolha. Custosa. Patriótica.

De assinante do Memorando, o PS converteu-se rapidamente em sabotador do Memorando. Era, porém, preciso prestigiar – prestigiar! – o Estado Português e conferir-lhe credibilidade. Isso foi feito. Hoje, do que se fala com dados e provas concretas, quer pelo Eurostat quer por outros organismos, é já de uma ligeira recuperação económica: PIB, arrecadação fiscal, actividade industrial, exportações, emprego. O chico-espertismo socialista de atirar dinheiro para a economia sem quaisquer consequências para o PIB ou para equilíbrios de execução orçamental, deu lugar à prudência e ao controlo absoluto da despesa, nas suas várias vertentes, para libertar a economia à iniciativa e ao risco. Era preciso ousadia, sangue-frio, couraçar a cerviz, tudo, menos anúncios pomposos, menos retórica de vendilhão e acima de tudo mais discrição.

Passados pouco mais de dois anos, os resultados que há para apresentar não são os que arenga negativisticamente a Oposição. Pela primeira vez em dez semestres, temos um ténue crescimento, uma subida do emprego, desempenhos extraordinários na arrecadação fiscal com promessa de um défice muito mais lisonjeiro que o esperado, aumento das exportações e um melhor índice de competitividade. Ao fim de três anos de um Governo o mais vergastado e injustiçado que há memória, pergunte-se porquê, percebe-se que um segundo resgate só ocorrerá se se perder tempo precioso em mais política baixa e em mais do habitual reles combate faccioso. Três anos de sacrifícios provisórios, de pronunciada recessão, prevista mas provisória, de desemprego alto, conforme previsto, mas esperançosamente provisório, de falências previstas – três anos de sacrifícios não podem sucumbir aos estados de espírito ranhosos dos discípulos do Mega-Burlão que ainda ousa perorar do alto da burra na RTP.

Os trabalhos deste Governo redundam, portanto, na recuperação gradual e sustentada da economia e do País, tendo Vítor Gaspar abdicado mais pelos impasses dos cortes permanentes na despesa do Estado com que se comprometera com a Troyka, que por uma percepção de alguma derrota pessoal: os bons frutos da profunda alteração estrutural de uma economia estagnada como a nossa e do fim da grande lei da corrupção de Estado, poderiam ser temporões ou serôdios. Infelizmente para Gaspar, foram serôdios. Hoje, percebemos que a coligação que sustenta o Governo pode estar muito mais firme que a liderança de Seguro: cortar permanentemente 4700 milhões de despesa do Estado, conforme nos é exigido e é do nosso interesse nacional, será um acto de objectiva coragem na sustentabilidade do Estado Português, caso sejam respaldados pelo acordo responsável de PSD-PP e PS.

O que desonere o Estado e lhe dê folga para os exercícios orçamentais futuros não pode piorar uma economia só agora a viver sem a magna muleta corrupta e amiguista do Estado. Salvação nacional é isto. É ousar discutir isto. Esta manhã vi, só pude ver, um Primeiro-Ministro digno, que sempre priorizou o que teria forçosamente de priorizar. Indiferente a sondagens, desde a primeira hora. Indiferente ao resultado de eleições, desinformações, campanhas maldosas, cuja acção em nada, mesmo com mérito e com verdade, pode merecer aplauso. O PS, essa bela Merda-Máquina de Fazer Bancarrotas, só tem uma saída: colocar-se do lado da solução e do patriotismo, demarcando-se do lastro fedorento do passado perdulário das anteriores governações socialistas, hoje interessada na micro-vingança e na detracção dos que sucederam ao deus infalível de toda a porcaria e comissão, Sócrates.

Pois é comer e calar. Aceitem o repto. Abracem o réptil. [E é mandar foder a Anabela Neves, repórter da SICN, cuja insossa incapacidade para reportar qualquer coisa de jeito, nos directos da Assembleia da República, escandaliza por demais. Prefere trocar a isenção e a objectividade pelo prato de lentilhas dos fracos fretes subliminares ao PS. Não há paciência: após o discurso de Portas, a Anabela descreveu o que o deputado Montenegro fazia com o telemóvel para concluir a enorme relevância de um putativo desprezo do deputado pelo Ministro. Também se pode ser profundamente incompetente e maldoso nos media. Indescritivelmente. Poderia limitar-se a ser feiosa e desinteressante. Não era necessário a Anabela ser também incompetente e superficial. As bancarrotas fazem-se de desempenhos fanhosos desses.

Comments

  1. Amadeu says:

    Pois é comer e calar é no teu cuzinho.
    Gostavas de fossilizar as opções que temos, meu fossil monarconho, mas não tens sorte nenhuma.

  2. alcoviteiro says:

    voltou o peixe caracol meio bacalhau demolhado.

    • palavrossavrvs says:

      Voltei, voltei
      Voltei de lá
      Ainda ontem estava em França
      E agora já estou cá

      Vale mais um mês aqui
      Do que um ano inteiro lá

      Ainda ontem eu pensava
      E sonhava cá voltar
      Ai, eu já não suportava
      Ficar longe do meu lar

      Agora já estou aqui
      Já me passou esta dor
      Tanto, tanto que eu pedi
      Este milagre ao Senhor

      Voltei, voltei
      Voltei de lá
      Ainda ontem estava em França
      E agora já estou cá

      Vale mais um mês aqui
      Do que um ano inteiro lá

      Ainda ontem eu sofria
      Mas hoje eu não sofro mais
      Meus amigos eu não via
      Que saudades dos meus pais

      Agora já estou aqui
      Já me passou esta dor
      Tanto, tanto que eu pedi
      Este milagre ao Senhor

      Vale mais um mês aqui
      Do que um ano inteiro lá

  3. jose dias fernandes says:

    O ridiculossauros é um humorista de primeira água! Sem ele que seria deste blog! Viva o circo, a múmia e o dinossauro chanfrado!

  4. Patolas says:

    E o vitinho foi-se embora?! E o cavaco…
    Logo agora que tudo está a começar a correr tão bem…
    E o país real aqui tão perto!

  5. João Paz says:

    Agora o palavros louva abertamente os taidores à pátria e os seus carrascos. Finalmente tira a máscara.

  6. nightwishpt says:

    O palvroso há de morrer à fome, junto com a família, a elogiar o querido líder e a falar na estrondosa recuperação que ninguém vê.
    Há coisas positivas na crise, afinal.

    10,6% de défice é uma recuperação do caraças de um governo que já nomeou 4500 de gente muito qualificada e continuou com contractos maravilhosos para o estado, até oferecendo à banca dinheiro por ilegalidades. Gente inovadora e empreendedora, claro está.

    • palavrossavrvs says:

      Andas há meses a garantir que morrerei à fome junto com a minha família. Espero que rebentes com quilos de pão-de-ló e leitão assado ao pequeno-almoço.

      • nightwishpt says:

        Eu não, sou suficientemente cobarde por ainda andar por aqui, e o resto da europa vai pelo mesmo caminho, pelo que teria que ser mais que mediocre para ir para um sítio mais seguro.
        Mas eu menos não sou um colaboraciosta traidor da classe.

        • palavrossavrvs says:

          Sim, ok. Ficamos assim: eu sou uma verdadeira merda e tu és de ouro puro, o santo, o ícone da liberdade e da rectidão, o Padre da Esquerda.

          • quem diria says:

            finalmente concordo com meia frase do palavrocepo, ele é de facto uma verdadeira merda, mentiroso, cinico, hipocrita, mete-nojo. um crapula!

  7. makarana says:

    Palavrossaurux,eu vou lhe contar algo.Eu via os seus comentários contra o valupi, e aplaudia-o,pela sua coragem.Hoje em dia, é com enorme revolta que vejo que você está se a tornar no valupi do PSD.Apenas mudam os insultos, aonde se ofendia a direita decadente , agora biliza-se a esquerda como decandente.Um verdadeiro trabalho de propaganda governamental,que faria o António Ferro corar de vergonha, se visse.
    Eu como cidadão de esquerda,admirava-o.Mas o Joaquim,após a entrada deste governo, despiu o disfarçe, e decidiu iniciar uma luta de guerreiro contra tudo que não fosse PSD,de foram pidesca.
    Diz o senhor que tem havido sucessos: mas então, que dizer de o governo ter falhado os 4,5 no ano passado,tendo o défice ficado em 6,45? Do aumento de desemprego que diziam que não ia haver.Do falhanço dos aumentos de impostos? Da sabujice chamada tsu? Da forma selvagem e amoral com que tratam o povo portugues? DE TODA A DESTRUIÇÃO que está a impor a mim , a si e a todas as familias? Não é verdade, não há resultados concretos.Há efeitos meramente sazonais, que não tem nada haver com o trabalho do governo.O governo não fez nada, e as suas medidas não resultaram.Existe as empresas,que dão a si e ao governo ,louros que agoram reclamam.São elas que estão a aguentar o Pais,e não o seu querido governo, lamento informá.lo,com tristeza
    Como é que com mais recessão vão resolver os problemas do PAIS? É que mais recessão Joaquim, é mais défice, mais divida.
    Como é que se cria emprego, se a fiscalidade está mais alta que nunca, e o consumo é mais baixo que nunca.Não existem os milagres Joaquim,e a economia só recupera se forem feitas as politicas correctas.Isto é , diminuição da despesa e redução de impostos.Tudo o que não se está a fazer agora!!
    Eu vejo o seu texto,e desculpe-me, aonde devia haver sensibilidade,equilibrio e realismo, há a mesma dose de irrealismo ilusão e deslumbre do PS.O joaquim diz que o Sol vem ai, quando a maior parte das pessoas só vê chuva.O Joaquim defende um governo que, tal como o governo anterior, não contriola a despesa, e só sabe aumentar impostos e mais impostos.Está só a defender a cor da sua camisola,sem sentido critico.Merda Joaquim,o seu texto é uma ofensa gratuita a milhares de familias portuguesas que passam fome, que estão quase a por termo ás suas vidas porque já não têm oportunidades, completamente em vão.
    Como é possivel tanta frieza,tanta falta de sensiblidade social, tanta falta de humanidade e compaixão?
    Realmente as pessoas não valem nada
    São duras as minhas palavras.Mas o Joaquim cada vez desilude mais.

    • nightwishpt says:

      Pérolas a porcos.

    • Fernando says:

      Uma sugestão makarana, pondere se Portugal está em depressão e não em recessão, tal como a Grécia, a Espanha pois os números do desemprego & restante destruição económica são avassaladores, recessão será mais indicado para países como a França e em breve a Alemanha…

    • palavrossavrvs says:

      Falo a partir da minha própria fome e desemprego. Não encontro onde colocar a minha esperança, senão na ultra-privação e na ultra-poupança e no a-eleitoralismo deste Governo: 322 euros de subsídio de desemprego penhorado pelo BES da Ascendi e das PPP rodoviárias, duas filhas, esposa, todos em casa dos meus pais. Prestes a emigrar. Aprendi a viver com nada. Obrigado pelo comentário.

      • nightwishpt says:

        Então a recuperação aqui tão perto e já vai fugir? Onde está essa fé na justiça Passoniana?
        Acha que o resto da Europa não vai acabar no mesmo ou são só os preguiçosos do sul que merecem?

        • palavrossavrvs says:

          Passei o ano desempregado. Tenho família fora do País. Todos poderiam estar cá a ganhar quinhentos euros, mas estão lá a ganhar 1000 ou mais. Não foi em apenas dois anos que emigrar se converteu em necessidade. Foi em dois anos que se transformou em urgência, no limite. De resto, os emigrantes sempre ajudaram e sustentaram o País, apesar dos seus vícios de Regime, da sua incorrigibilidade politiqueira. Exceptuando o PS, há patriotismo, sentido de Nação e solidariedade dentro ou fora de Portugal. Onde houver portugueses.

          • emigra, ó vaitembora says:

            mas se tu não tens nenhuma valência produtiva e és apenas um parasita do sistema, havias de ter passado o ano como? não há mais avenças para boys sem curriculo nem capacidade, pah! não ouviste dizer que estamos sob resgate?
            devias ter apostado numa boa educação em vez de gastares o teu tempo a lamber botas la no partido…

  8. makarana says:

    Ah,pensandfo bem,há ainda uma coisa que tenho de dizer: Em relação á execução de maio, há um pormenor que devia ter sido citado: é que foi o mês em que ocorreram os dividendos do Banco de Portugal.Isso e não ops aumentos de impostos.
    Mas,bem, quanto ao resto dos meses, é ai que tem sido feita a consolidação.Á custa dos mais frágeis, daqueles que não se podem defender.E o Joaquim, que tem a dizer sobre isso? Nada.Calmo e sorridente, perante a dor lacinante e o sangue escorridos.Um nojo

  9. Fernando says:

    Ao contrário de outros, eu não tenho raiva do palavrossavrvs, até porque não faço parte do público alvo das suas postas, os xuxas, mas não tenho a certeza do que posso sentir por ele… Por vezes parece que sofre de síndroma de estocolmo, e por quem padece de tais males a compreensão dos outros é merecida, mas outras vezes parece que ele escolheu o caminho da auto-destruição, sim, é de auto-destruição de que falamos pois é apenas destruição que os tipos (Banca-FMI, UE, Governo) que o palavrossavrvs vai defendo lhe têm para oferecer, e se é de determinação individual que se trata então é o deixar seguir caminho…

    • palavrossavrvs says:

      Concordo. O meu desespero explica parte do que digo. Perdi o que tinha a perder, anos acossado injustamente pelo fisco e pela Banca. Não tenho medo nem da fome, nem de coisa nenhuma. Sei bem o que são.

      • gajo que says:

        pela Banca? mas afinal este palhaço é contra o sistema financeiro? o mesmo sistema corrupto que obriga o país a este sacrificios?
        este nabo so pensa nele e é incapaz de uma visão abrangente e geral dos problemas. só apetece dizer-lhe que viveu acima das suas possibilidades e que a culpa da miséria que “finge” passar é toda dele!
        emigra, pah. vai lamber botas pra um pais que nao tenha banca.

    • nightwishpt says:

      ” é de auto-destruição de que falamos pois é apenas destruição que os tipos (Banca-FMI, UE, Governo) que o palavrossavrvs vai defendo lhe têm para oferecer”
      Exactamente. Se fosse só por ele, era um prémio Darwin.
      Querendo foder os outros para ficarem tão mal como ele, que só ele é que não merece, que vá para o raio que o parta. Ele e o resto dos portugueses que se queixam das greves e vão ficar sem direito nem acesso a nada depois das privatizações e demais “ajustamentos”.

  10. fernando says:

    afinal há mais fernandos, lol.

    pelos vistos comungam algumas ideias. mas vamos lá comentar o texto do sr. “palavross”.

    o que tenho a dizer é:
    blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah,

    e mais blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah, blah.

    não merece mais do que isto, porque tal como já disse anteriormente, seriedade não há.

    como tal, não vou perder mais tempo com ignomínias.

  11. fernando says:

    afinal ainda voltei só para o aconselhar a ver o comentário de hoje na 1 de nuno morais sarmento, é bem interessante.

  12. ferpin says:

    Não percebi.
    O autor fala de Portugal?
    Ou de um Portugal visto ao espelho?
    Ou de um Portugal no second-life?


  13. Destruiram 10000% e agora vangloriam-se de uma ligeira recuperação de 1% – pró caralho mais a vesguice nacional esquerda-direita

  14. Dora says:

    “E se um dia hei de ser pó, cinza e nada, que seja minha noite uma alvorada, que eu saiba me perder para me encontrar…”

  15. Dora says:

    Perdigão perdeu a pena
    Não há mal que lhe não venha.

    Perdigão que o pensamentoperdiz
    Subiu a um alto lugar,
    Perde a pena do voar,
    Ganha a pena do tormento.
    Não tem no ar nem no vento
    Asas com que se sustenha:
    Não há mal que lhe não venha.

    Quis voar a uma alta torre,
    Mas achou-se desasado;
    E, vendo-se depenado,
    De puro penado morre.
    Se a queixumes se socorre,
    Lança no fogo mais lenha:
    Não há mal que lhe não venha.

    Luís de Camões

    • palavrossavrvs says:

      Isso. Camoneano e Pessoano, é assim que me apresento no Twitter.

      • baza facho says:

        falta o salazarento…

      • Dora says:

        Não é Pessoano. É da Florbela Espanca.

        Amar!

        Florbela Espanca

        Eu quero amar, amar perdidamente!
        Amar só por amar: aqui… além…
        Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente…
        Amar! Amar! E não amar ninguém!

        Recordar? Esquecer? Indiferente!…
        Prender ou desprender? É mal? É bem?
        Quem disser que se pode amar alguém
        Durante a vida inteira é porque mente!

        Há uma primavera em cada vida:
        É preciso cantá-la assim florida,
        Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

        E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
        Que seja a minha noite uma alvorada,
        Que me saiba perder… pra me encontrar…


  16. Criticam o nosso amigo palavros como nunca vi criticar ninguém , não me parece que
    mereça estas críticas tão caluniosas para quem luta pela sobrevivência e está a passar
    maus momentos . Não se deve desejar mal a ninguém .
    Embora nalguns casos não corrobore os seus pontos de vistas , creio que não era pre-ciso tanta ofensa . Pois que apesar de tudo me parece ser dos mais intervenientes no
    Aventar , que me merece todo o respeito , porque é democraticamente plural A não ser que tudo isto seja completamente um barrete , porque muitas vezes não sabemos com estamos a lidar , porque a maior parte não se identifica .
    Apesar de tantas críticas , a verdade é que os comentários do plavaros são dos mais seguidos .
    Concordo , plenamente que o CAVACO É PIOR QUE UM RÉPTIL só quem não conhece que o compre . É interesseiro , insensível , desumano e só sabe defender a CORRUPÇÃO da BANCA .e por causa dele estou na MISÉRIA e nada fiz de errado para
    merecer esta dramática situação . Foi a paga pelo enorme apoio material , financeiro e pessoal que lhe dei , em campanhas em Almada e arredores , que nunca se voltaram a fazer , que ainda hoje são faladas , numa zona de predominância comunista .
    Cavaco , PSD e Câmara Estalinista de Almada perseguiram-me e deixaram-me na MISÉRIA , esperando brevemente colocar o PSD e o Cavaco em Tribunal , para me pagarem os milhares de contos que me devem . Isto é GENTE QUE NÃO INTERESSA
    A NINGUÉM , escrevo-lhes e cartas e nem resposta me dão ..SÃO CÁ UMA SEITA !!!
    Ainda hoje sou vítima de PERSEGUIÇÃO por parte do CAVACO e dos ESTALINISTAS .
    Amigo palavros teria muito que contar , compreendo a sua também dramática situa-
    ção , que desejo consiga vencer em breve , mas não é defendendo gente como esta que se vai a lado algum .
    Felicidades para si e todos comentadores , pois é possível que brevemente deixe de poder intervir , porque possivelmente , me cortarão a Internet , por dificuldades finan-
    ceiras e não só . .
    Neste mundo há pessoas que só estão bem a fazer e a desejar mal .

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