E anda Seguro a engonhar: «… manutenção do actual regime de pensões só é possível com uma economia saudável, baseada na produtividade e emprego.»
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
E anda Seguro a engonhar: «… manutenção do actual regime de pensões só é possível com uma economia saudável, baseada na produtividade e emprego.»

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

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Com filhos da puta em são bento a sacarem 10000 por mês e oxigenadas a ganhar milhares depois duns anos de trabalho a ver bpns passarem, também concordo.
De resto, quem não percebe que o Keynesianismo é a realidade e só penso é nos seus previlégios bem que merecia um tronco pelo cú acima.
Concordo. Uma locomotiva.
Isso é que é para corrigir e espero que se corrija.
Mas quê, é ao Seguro que cabe a tarefa de desenvolver “uma conomia saudável, baseada na produtividade e emprego”?
Pelo contrário.
Também não, ora essa.
Em Portugal cada vez há mais reformados e cada vez menos pessoas no activo. Não é difícil concluir que se nada for feito entretanto o actual sistema mais dia menos dia colapsa.
Podiam, sei lá, deixar de as obrigar a ir lá para fora. Só uma ideia.
Ou então obrigar as pessoas a foder mais. O PC podia propor essa – no que teria todo o meu apoio -, juntava-se à Igreja na luta contra o preservativo e era ver o povo todo a ter filhos. Entretanto, mais realisticamente podia-se reformar o sistema de reformas, passe a redundância, e fazer com que as pensões assegurassem apenas o mínimo necessário a uma vida digna. Se o cidadão, nos seus anos de velhice, quiser mais, que poupe enquanto está na vida activa.
Há muito que se passou esse limite.