Estou Horrorizado

Pelo contrário, JJC, estou horrorizado e até contra. Mas onde está a alternativa?! Ninguém, a começar por Seguro, me oferece uma alternativa que suporte o escrutínio não conspícuo da Troyka e a respectiva autorização.

Vamos longe, vamos, com meros simplismos e festinhas a este Governo. Achas que mudas uma vírgula ao OE2014 vulgarizando chamar-lhes «filhos da puta»? São meros amanuenses nacionais substituíveis por outros iguais. Achas que há mudanças sem começar por ir às fuças ao Draghi em plena Frankfurt, Capital Financeira Europeia?!

E digo-te mais: chamar «assassinos»; «palhaços»; «delinquentes»; «filhos da puta» é meiguice e blandícia na face tenra dos nossos paus-mandados do BCE. Isto não vai lá com marchas molhadas na Ponte ou grandes tesões cantantes e pedras na mão. É preciso arrasar com Frankfurt. Portanto, primeiro, esmagamos Frankfurt com uma chuva de cebolas podres, depois lançamos um bombardeamento cerrado de merda sobre Berlim, os camaradas que coleccionem uma pilha de estrume às bolas, e, depois de palitar os dentes triunfais, fodemos com o pessoal de Bruxelas com uma guerra de hálito a alho a ver se não aprendem quem manda em Portugal. Nós, João José Cardoso. Nós!

Função Pública

Primeiro foram as 40 horas. Agora os cortes salariais que irão até aos 15%. O Joaquim e o Artur devem estar a dar pulos de alegria.

BE Vai à Paula

O Anarca Senil sugere umas coisas desbocadas e o pessoal espontâneo ao milímetro do BE lembra-se «Ah e tal é pra vaiar.»

Muitos Anos Depois

Muitos anos após Bernard Madoff condenado, um juiz de instrução português, Carlos Alexandre, emite o despacho de pronúncia dos arguidos João Rendeiro, Salvador Fezas Vital e Paulo Guichard. Fontes seguras garantem que também vão prá Ponte marchar que não há direito. A Constituição consagra o direito inalienável de um cidadão livre e injustiçado ir para um local autorizado arrancar do peito a angústia que o vare. Se quer ir para um local à revelia da lei e da razão, deus o guarde e proteja. Eu vou gritar do meu sofá: «Passos, Palhaço, País feito em pedaços!» «Corja Chupista, finou-se o teu alpista!».

Vai dar Merda

Espingardar na 25-Salazar.

chamar burros aos políticos é insultar, obviamente, os burros

Image

(Serapicos, Vimioso)

Desde que me conheço que gosto de burros. Estes animais não merecem, de todo, a utilização do seu bom nome para designar políticos e afins. Os burros têm direito ao seu bom nome e à sua dignidade.

Os burros são animais muito inteligentes, dóceis e solidários (sim, também têm os seus momentos de teimosia, inquietação e desvario o que, uma vez mais, só revela a sua inteligência), o que é bastante mais do que se pode dizer de muitas pessoas, especificamente dos políticos que nos (des)governam no momento.

Agradeço, por isso, em nome do meu amor aos burros e em nome da dignidade dos mesmos, que evitem, pelo menos na minha presença, fazer comparações entre estes animais e essa gente que nem merece que lhe chamem gente, quanto mais burros!

Image(Serapicos, Vimioso)

João Ribeiro saiu tosquiado

Lembram-se do porta-voz de Seguro e candidato a Setúbal, para quem combater o PC é “tão ou mais importante que combater a direita“?

Perdeu 4665 votos, 1 vereador e 3%.

Puta de Pátria que agra­dece aos coi­ces

Cristóvão de Aguiar, o católico Paulo Portas e a Guerra Colonial.

Assassinos

E fascistas e delinquentes e filhos da puta. É ler. E vir para a rua gritar.

Rebelo de Sousa

marcelo

Para o comentador Marcelo, o assalto às pensões de sobrevivência só tem como problema a forma como tal medida foi comunicada, não a substância da medida.

Espero que muita gente se lembre destas e de outras quando esta criatura se candidatar à presidência da República.

Répteis da Dívida Dizem que há Dinheiro

Por um lado, dá vontade de acender uma bombinha de carnaval e enfiá-la no cu dos pessimistas de serviço, por outro, os verdadeiros sofredores com esta puta de crise precisam dos pessimistas de serviço como cão de guarda em vinha vindimada e a vindimada. São úteis porque entretêm e alertam.

Calma, portugueses. Nada de desesperos e coisas drásticas. Estamos a empobrecer há um par de anos, mas pode ser pior. E ainda vamos a tempo de piorar se quisermos. O objectivo do Governo Inteligente que um dia ainda teremos será ir no sentido inverso da alarvidade pateta de António José Seguro e do fanatismo cumpridorista dos Troykanos: primeiro, garantir um País próspero com a sua dívida pública sob controlo, absolutamente dominada, custe o que custar, doa a quem doer. Sim, falhar às pessoas é imoral, mas essa falha é um dominó tombante de geração em geração, de Governo Rapace em Governo Mais Troykista que a Troyka. Depois, cumprir a tal pequena Alemanha gizada para nós por Merkel com a qual Pulido Valente ironizava ontem, na sua croniqueta catrineta no Público. Não mediante o empobrecimento definitivo dos portugueses, mas através do empobrecimento drástico e provisório dos portugueses. É cruel, mas temos escapes: deixar de comer, deixar de gastar, emigrar como ratos nas naus do Oriente.

É completamente desmiolado afirmar-se que há futuro para um Estado que não tem mão na sua dívida e nada faz para a domar. Parar com a austeridade por cima do cadáver da Troyka é impossível e mudar de rumo agora é como aplaudir os Governo Socialistas Rapaces do passado: «Parabéns, rapazes, pela vossa tempestade perfeita! E se a enfiassem pelas narinas?!». Não se pode assegurar às pessoas que há dinheiro, isto é, que o Estado Português é financiável segundo condições normais e sustentáveis, sem sinais notórios e evidentes de boa-vontade na tal despesa pública. Não é. O Estado não consegue financiar-se de modo barato e sustentável, na actual situação europeia e na incerteza da lei orçamental aprovada, e, se há dinheiro, muito dele está nos bolsos cleptocratas que nos garantem já deveria ter o Povo linchado alguém e cilindrado o pessoal inepto da Governação. [Read more…]

Ao ataque!!!

Aragon-1

Antes de a artilharia do governo sobre o povo ser chumbada pelo Tribunal Constitucional, a infantaria grita. Argumentos? zero.

Tudo começa

com um bom Professor.

A Aritmética e o Joaquim Constitucional

Joaquim ConstitucionalO Palácio Ratton tem sido o último reduto daquela Fé Fanatizada para a qual, num Estado Falido, há dinheiro para tudo o que um Povo imagine possível e até dinheiro para coisas que no passado eram triviais e habituais. Essa é uma Fé guterrista-socialista, uma Fé de Esquerda. Haver dinheiro. Haver recursos ilimitados. Haver um défice eterno e exponencial atrás de nós e à nossa frente, apesar das evidências de aperto e limites e da parede mais adiante: esse é todo um Credo de Esquerda, uma Árvore de Natal repleta de dogmas e bolas reluzentes, estrelas e hóstias celestiais sobre o grande presépio paradisíaco comunista; uma Aparição de Fátima Permanente no Largo do Rato com todos ajoelhados em êxtase e cubanos no canto da boca. Essa Esquerda papa tudo. O pior é a aritmética.

Acontece que nessa Esquerda Crédula no Dinheiro Eterno caindo do céu como flocos de neve nada nos tranquiliza sobre os caminhos para o crescimento futuro de Portugal; nessa Esquerda Crédula no Dinheiro Garantido em forma de chuva torrencial nada nos tranquiliza sobre uma não incompetente nem irreflectida gestão orçamental, de Guterres a Sócrates; nessa Esquerda Crédula no Dinheiro Aparecido nada parece impedir a despesa pública corrente de aumentar prociclicamente, ou não, até níveis insustentáveis, conforme se viu na grande saga de quinze anos socialistas; nessa Esquerda Crédula no Dinheiro Mágico e Automático nada oferece a garantia de firmeza perante grupos de pressão; nessa Esquerda Crédula no Dinheiro Sexy e Cultural nada parece capaz de disciplinar os portugueses, confrontando-os com os limites do Estado Finito, assegurando-lhes que, na verdade, esse Estado Sitiado, qualquer Estado, não paga tudo, e que aos direitos subjazem deveres.

Por isso, Joaquim Constitucional, como é que Vossa Exma. vai querer o seu País aí por meados de 2014? Mal passado ou bem passado? Quer-me parecer que Vossas Excelências rattonianas fabricarão o caldinho perfeito para, junto com a rapaziada pateta do Governo, nos darem o que realmente merecemos. O fracasso. Com os burros na água. Outra vez.

Banksy, o mestre, mete o dedo no nariz dos galeristas

Banksy não é só um mestre, é também um senhor. Quem viu Exit Through the Gift Shop, um tratado sobre o estado actual da arte e seu comércio em forma de vídeo-documentário, percebe isso. Sendo que a arte sempre foi mercadoria é cada vez mais uma mercadoria que flutua em mercados vigarizados, que vogam ao sabor de uma crítica profissionalmente indigente e dos empreendedores do marketing rápido. Uma mercadoria que é sinal do tempo da vigarice financeira que atravessamos.

Na sua presente estadia em Nova Iorque deu agora um golpe de mestre: durante horas obras suas estiveram à venda, na rua, em Central Park. A 60 dólares quando o valor comercial de cada uma anda pelos 160 000 euros. Parece que ninguém comprou, não era uma galeria, quem ira acreditar na autenticidade das peças?

Gosto muito do P3 e do Público online (onde é por exemplo possível neste momento assistir ao primeiro webdocumentário português). Mas o facto de o Público remeter para o P3 aquele que é o grande acontecimento da arte mundial de 2013, precisamente a residência de Banksy em Nova Iorque, sem uma linha na secção de Cultura do seu online, diz tudo sobre a decadência de um jornal que já foi culto. Acordaram. Haja esperança.

2009, 2010 e Hoje

Uma revolução custosa e silenciosa no défice, apesar da chegada das facturas.

O Portugal da fé

banha da cobra

As redes sociais reabriram as portas ao empreendedorismo do vígaro  viral.

O vígaro viral agarra numa treta há muito adormecida na net, dá-lhe um título apelativo e mete-a a circular nos facebooks deste mundo, onde haverá sempre um ingénuo a partilhar de borla. Objectivo? o retorno à página comercial que é a alma do negócio.

Há muitos, fui parar ao Portugal Mundial (googlem, não linko vígaros), por via de um aviso sobre micro-ondas. Embora uns milhões de humanos, coisa pouca, andem a consumir alimentos cozinhados ou aquecidos no aparelho vai para uns anos, uma catraia terá descoberto que aquilo altera o DNA e depois o nosso organismo não o reconhece e se fôssemos uma planta num vaso morríamos. É isso e o milagre do sol telecomandado pela senhora que corneou o carpinteiro, ontem comemorado, e não vem a despropósito, a página Portugal Mundial é filha do “portal” Portugal Místico, onde se vende Cristaloterapia, Homeopatia de Bach e Sincronização Cerebral, muito embora se afirmem

um portal com pessoas por trás que ‘trabalham’ de forma gratuita e voluntária mas que pagam (e não é pouco) pela sua manutenção, monitorização e existência online.

O negócio tem rendido pouco, e ainda bem. Partilhem disparates, partilhem, sempre ajudam à conversão da Rússia.

Fotografia:  Eduardo Gageiro, Vendedor de banha da cobra, Lisboa, 1957

Azar com o Galo

Há qualquer coisa em CR7 que se aflige e teme a enorme possibilidade de nos calhar a França. Quanto às críticas e auto-críticas aos Bacalhaus, tem moral para falar. Está muito acima da média e produz por mais de metade do Real Madrid.

Criancices

marques mendes

Central do Brasil

central_do_brasil

Central do Brasil. Página IMDB.

Os amigos do dióxido de carbono

velas--chama

Trinta e uma toneladas de velas queimadas no Santuário de Fátima.

Golpe do bau

Governo ataca as viúvas ricas. 2500 chegam para casar com ele?

Nata do Lodo. Viço do Vício

Nova semana-hiena repleta de desinformação torpe. Se ao menos os soares e os sócrates fossem nelson-mandelas ou dalai-lamas com autoridade moral para blaterar. Mas não. São só a Nata do Lodo, Viço do Vício cravados no coração doente da política em Portugal.