Dos Ímpetos Sanguinários Sazonais

Restaurant | bora boraAinda mais curioso, Helena, minha grande fascista!, é o facto de, chegada a Primavera e depois o Verão, acabar-se como que por magia todo o ímpeto sanguinário sombrio desses soares e demais proponentes sinistros de sangue para os outros, ferro, fogo e mortes nas praças para os outros, e mais violência e mais horror.

Na sagrada altura de ir a banhos, de contemplar a beleza de Portugal entre Festivais Rock e Festas da Sardinha, não há menino nem vozes revolucionárias. Os soares e todos os instigadores de desgraça — contra a Direita, tumulto generalizado contra os Ladrões do Governo, sedições organizadas contra o Pacto de Agressão, motim infernal dos Trabalhadores do Público contra o dia a dia dos Trabalhadores do Privado —, os soares e os outros, dizia, entram no defeso da instigação da revolta, no sossego da instilação do ódio, na pausa desportiva da apologia coerente de violência. Até ao Outono seguinte. Às primeiras chuvas.

Não há qualquer dúvida de que, num putativo caos, baderna louca generalizada em Portugal, os minúsculos filhos da grande puta que efectivamente roubaram a República e acoitam os seus largos milhões em secretíssimas e sigilosíssimas offshores passariam ainda mais incólumes pelos habituais pingos da chuva e salpicos de sangue alheio. [Read more…]

Ângelo caído

passoscoelho-angelocorreia58227b65_537x302O facto de haver gente, em Portugal, que tem uma subvenção vitalícia por ter desempenhado cargos políticos durante oito anos seria igualmente criminoso, mesmo que fôssemos um país rico. Se fôssemos um país a sério, essas subvenções nunca existiriam. Se quiséssemos ser um país sério, já teriam sido eliminadas. Se quisermos ser um país justo, a solução é óbvia.

É claro que Ângelo Correia não concorda, embora condescenda que haja cortes, tal como acontece com os outros cidadãos, os que não têm direito a subvenções vitalícias e que contribuem, empobrecendo, para essas mesmas subvenções vitalícias, entre outros roubos que uma classe política corrupta vai perpetrando, graças ao domínio que tem exercido sobre os poderes legislativo e executivo.

É o mesmo Ângelo Correia que condenou o uso da expressão “direitos adquiridos”, mas que não teve pejo em usá-la, quando chamado a comentar a hipotética perda dos seus. Na verdade, há direitos que são mais adquiridos do que outros.

Talvez seja um caso de inimputabilidade, coitado do senhor, pois tudo indica que sofre de uma patologia que afecta muitos outros políticos: a falta de vergonha. Na fotografia, pode ver-se o discípulo a afiançar que saberá seguir as lições do mestre.

Monárquicos, mentirosos e repetitivos

A peta de os Borbons ficaram mais baratos aos nossos vizinhos que nos custa o Palácio de Belém foi uma das bases da propaganda do senhor que se sonha herdeiro da “coroa” portuguesa. Baseavam-se numa velha fraude jornalística, reduzida a 30 segundos  e publicada em 2009 no youtube.

Quanto custa uma monarquia, neste caso a espanhola, foi mito entretanto mais que desmontado. Na realidade o estado espanhol suporta através de diversos ministérios os diversos gastos do inúteis que mantêm na chefia do estado, sendo a renda directa que recebem apenas uma parcela do custo total. Viagens, pessoal, palácios, segurança, automóveis e os 1500 efectivos da Guardia Real são pagos à parte, não se conseguindo ainda hoje saber exactamente quanto custam.

A ver se passa, alguém republicou o mesmo vídeo e anda a circular por aí.  São séculos de prática, e bem vistas as coisas a defesa da inutilidade régia não podia passar por outra coisa que não fosse a mentira. A menos que um Hitler e outro Mussolini voltem do túmulo, não passarão.

no pasaran

Vamos Enforcar Mussolini no Rossio

O que vem saindo aos bochechos acerca do Orçamento do Estado para 2014, mediante cirúrgicas e venenosas fugas de informação governamentais com vista a queimar ora o Primeiro-Ministro Portas ora o Primeiro-Ministro Passos, configura o estado absolutamente infernal em que a duplicidade do actual Governo português se move: a cooperação na coligação e a paz no seio dos actuais incumbentes é exercida segundo a lei de Talião, olho por olho, mentira por mentira, e o princípio da vingança servida a ferver e congelada.

Se Passos era o saco de todos os apodos e o balde de todos os insultos, escarros e vitupérios, sucedendo a Sócrates como o mais odiado de Portugal, esse ónus é agora dividido com Portas, cada facção apostada em fazer encher o recipiente odioso da outra. O Novo Ciclo de finais de Julho, na sua morbilidade murcha, fora um nado morto. E agora a austeridade regressa em força, síndrome outonal-invernosa. Antes das autárquicas, o discurso avulso governamental com o verbo cortar foi cortado para regressar agora com toda a força do choque e do terror porque novamente em cima de sectores sociais já sobejamente comprimidos, sofridos e batidos.

Não é à toa que os triplicemente esmagados funcionários públicos se deixam seduzir pela Revolucionarite Perpétua do PCP ou pelas lições velhas da velha ideologia marxista que justamente denuncia os criminosos da banca impunes e imunes após o saque às nações. É bem verdade que os governos os colocam a salvo de quaisquer retaliações, nos Estados Unidos e na Europa, ao passo que os mais vulneráveis pagam com extremo empobrecimento desmandos e colapsos de que não foram, nem por sombras, culpados. Depois de terem vivido acima das suas possibilidades e tudo ter estourado, a Banca Mundial e o Poder Político Europeu obrigam a maioria dos portugueses, irlandeses e gregos a viver muitas vezes abaixo da sobrevivencialidade. [Read more…]

E a prova dos nove

Quem defende os delinquentes comparece sempre no local do crime.

Sem Remédio

Sem RemédioQuanto ao IVA da restauração, antes da mudança do sistema de faturação, 95% das transações dos restaurantes fugiam aos impostos.

Mérdio Soares

Degenera outra vez.

“Independente” Ma Non Troppo

Era uma vez um “Independente” burguês, eleito com o esforço do CDS-PP, que depois foi alienar a “independência” ao PS e semear no PS concelhio a cizânia. Adentra-se assim o pensador sapiente da portuensealidade Rui Moreira no imperscrutável inescrutável mundo da política como elefante em loja de cristais.

Como o vinho do Porto

Mário Soares acerta no alvo. Os delinquentes, perdão, o alvo sente-se atingido.

Google melhora detecção de malware

malware

Há pouco ao aceder ao sítio do jornal i deparei-me com o aviso da imagem supra: estaria prestes a entrar num local frequentado por bandidos.

Depois da primeira reacção de surpresa e de alguma investigação concluí que o Google passara a usar a semântica de algumas palavras para determinar a perigosidade da página a visitar. No caso em apreço, o alerta terá certamente sido despoletado devido à presença simultânea de “dinheiro”, “primeiro-ministro” e “Portugal” num URL. Uma combinação explosiva que, pelos vistos, já é reconhecida por uma empresa estrangeira.

RTP à Passoszóide

Boas intenções maduronianas para a RTP analisadas à lupa tal como a conversa olhos nos olhos passoszóide.

Frases célebres:

“L’Etat c’est moi!” (Luís XIV)
“Se eu falhar, o País falha comigo” (Passos Coelho)
“Vozes de burro não chegam ao céu” (popular)

Pois, é isto…

… incompetência, arrogância e bestialidade.

Prodigalidade e improvisação