O novo livro de Pedro Passos Coelho

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Na sequência do seu livro “Mudar”, publicado em 2010, um sucesso editorial pois vendeu 50 exemplares, Pedro Passos Coelho dá agora à estampa o título “Tribunal Constitucional: o tribunal da Inquisição das democracias modernas”, no qual defende a tese de que o nosso Constitucional é uma reminiscência e “continuatio de facto” do Tribunal do Santo Ofício, extinto em Portugal, teoricamente, em 1821. O livro é prefaciado pelo ilustre Professor Doutor Miguel Relvas, Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa. Escreve o olímpico professor no seu prefácio: “Não é preciso ir para Paris para escrever teses sobre a tortura, Passos Coelho tem experimentado “ad nauseam” a tortura que é governar um país com a canga contínua do Constitucional, esse “ersatz” moderno do tribunal da Inquisição. No Portugal quinhentista não se podia dar um traque sem que a Inquisição não metesse o bedelho, agora é a mesma coisa, o primeiro-ministro tem tentado deixar às antigas e às novas gerações uma herança mais sólida e consistente do que a flatulência, e é tenebrosamente contrariado nos seus propósitos pelos inquisidores do Constitucional. Assim é impossível mudar”. O posfácio é do Prof. Eduardo Catroga, que tece interessantes considerações sobre a relação entre a queda capilar e o torturante exercício da governação.

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