E desde 2005 que opto por não voar na TAP… Nada contra o direito à greve. Tão legítimo como escolher a companhia aérea que me transporta ao destino que escolhi na data e hora que agendei e pelo qual previamente paguei…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
E desde 2005 que opto por não voar na TAP… Nada contra o direito à greve. Tão legítimo como escolher a companhia aérea que me transporta ao destino que escolhi na data e hora que agendei e pelo qual previamente paguei…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Não percebi…
Eu já não posso dizer o mesmo . Há dias que para “viajar” no Aventar tenho que levar consigo.
Tem escolha caro Adelino. É passar ao post seguinte. Mas como talibã do pensamento, que na verdade só admite os textos dos autores com os quais concorda, é mais forte que o senhor e indispõe-se com o que escrevo. Qual a parte da Liberdade de pensamento que ainda não percebeu? Olhe, pela minha parte leio com prazer muitos autores com os quais discordo e debato ideias, diferentes pontos de vista. Liberdade, Democracia, tolerância, respeito pela diferença meu caro. Seria incapaz de afirmar que alguém que defende teses completamente opostas às minhas, terá sido submetido a lobotomia ou algo do género. Por isso tenho vários amigos à esquerda. Os quais estimo, respeito e muito prezo…
Caro António Almeida:
Saudoso dos bons velhos tempos ?
Harmonia social, senhoras femininas do movimento, a voz do pai nosso. Bons velhos tempos. Como eu o compreendo …
Nenhuma saudade dos velhos tempos, que aliás, felizmente não vivi. Quando agendo 2 semanas de férias, quero ter certeza que vou mesmo ter 2 semanas de férias e não perder 3 ou 4 dias em aeroportos ou procurar alternativas de última hora. A TAP não é fiável, enquanto prestador de serviços não preenche os meus requisitos, só em último caso, perante a falta de alternativa opto pela companhia aérea do contribuinte. E não me tenho dado mal…
Risque também a Air France e a Lufthansa, que também estiveram em greve recentemente.
Não utilize os táxis das principais capitais europeias, o metro em Lisboa, os portos porugueses.
Vai ver que o mundo fica pequenino como a sua cabeça.
Entre Air France e KLM prefiro a holandesa, sem dúvida… A questão não é apenas fazer uma greve, mas a probabilidade de marcar uma viagem com 3 meses de antecedência e algo ocorrer aumenta quanto mais greves, mas também incidentes com outro teor, como tem sido frequente na TAP. Se tenho escolha…
“Nenhuma saudade dos velhos tempos que, aliás, felizmente, não vivi”.
Isto já explica toda uma mentalidade…
E, (agora digo eu !), é, também “felizmente”, dos que ainda se podem dar ao luxo de ter 2 semanas de férias, viagens de avião
incluídas.
E que chatice, o pessoal de vôo da TAP ter horários sobrecarregados até à exaustão, e terem de fazer greve para que os acordos de empresa sejam cumpridos !
Como igualmente acontece com os pilotos, que também já fizeram greve pelos mesmos motivos, e na defesa da sua segurança e na dos antóniosdealmeida que transportam !
Mas…lá vem a costumada frase lapidar, carregada de cinismo: “nada contra o direito à greve”… desde que não seja exercido por trabalhadores portugueses, sobretudo os que lhe põem em risco a certeza de umas férias, e o fazem “procurar alternativas ou perder 3 a 4 dias em aeroportos” !
Eis António de Almeida, o auto-proclamado arauto da Liberdade, Democracia, tolerância e respeito pelos direitos de Cidadania dos outros seus patrícios !
Até concordaria consigo, só que a greve, ao contrário do que os senhores do momento apregoam, com a preciosa e empenhada assessoria da comunicação social, é responsabilidade dos gestores e não dos trabalhadores. Se há greve, é porque não sabem gerir aquilo em condições, cumprir acordos, negociar, enfim, fazer aquilo para que são pagos.
Não discordo do que escreve. Tripulantes de cabine, pilotos, gestores, funcionários de terra, são todos assalariados da empresa. Enquanto cliente não quero saber. Se pago, espero ser servido pelo que contratei. Apenas isso. Na TAP, no Metro, no restaurante ou até na pastelaria da esquina. O princípio é sempre o mesmo…
Você é um lobo com pele de cordeiro. Utiliza a “( L)iberdade” como forma de condenar o povo
à sopa dos pobres da Jonet e das misericórdias, medíocre nas suas qualificações escolares para que possa ser explorado.
Não vale a pena perguntar-me onde é que eu li isso. Olhe até nem vale a pena responder-me (esqueci-me de lhe dizer isto no 1° comentário) deixo-lhe um texto com o qual me identifico que além de retratar o visado a si, assenta-lhe que nem uma luva.
O perigoso conceito de liberdade de João Carlos Espada
João Carlos Espada decidiu levar as 685 páginas de Thomas Piketty – Capital in the Twenty-First Centery -, para o seu catálogo de “leituras em férias”. Como seria de esperar, não resistiu a escrever hoje no Público algosobre o livro. Quer dizer, sobre o livro em si pouco disse, escreveu apenas que [no livro] “basicamente, é-nos dito que as desigualdades estão a aumentar no Ocidente e que estas devem ser corrigidas”. Esta conclusão leva Carlos Espada a prosar sobre o que considera o dogma fundamental de Piketty e, acrescentaria eu, da generalidade da literatura crítica das desigualdades: “o dogma de que a desigualdade é má”. Ora para Carlos Espada a desigualdade não é má.
Pelo contrário, ela emana de um outro valor filosófico, social e político mais amplo: a liberdade. Diz o cronista que da “liberdade perante a lei – um princípio crucial do Estado de direito – resulta a desigualdade de resultados”. Assim, para ele a desigualdade é algo bom porque é o resultado da liberdade perante a lei e o Estado. Esta argumentação leva-o a questionar no título do artigo: [deve-se] “combater a desigualdade ou combater a pobreza?”.
Para ele a resposta é clara: sendo a desigualdade desejável, devemos apenas combater a pobreza através de mecanismos caritativos. Mas a pergunta que se impõe é outra: será possível combater a pobreza, sem combater as desigualdades? Carlos Espada sabe que não. Apesar da eloquente citação de David Hume, ele sabe tão bem como nós que a pobreza nasce e estrutura-se na desigualdade. Dito de forma simples, só existem pobres e dominados, porque existem ricos dominantes. A pobreza de uma parte considerável da população é condição do enriquecimento acelerado de uma parte mais pequena da sociedade que domina os poderes financeiros e económicos e por isso coloniza o poder político.
Para Carlos Espada a desigualdade é útil porque ela depende da liberdade. Mas poderíamos legitimamente perguntar: que liberdade tem quem não tem recursos para viver? Que liberdade tem quem não tem outra opção que não seja ou trabalhar com salários de miséria ou estar desempregado? Que liberdade tem uma sociedade em que o destino dos seus cidadãos, mesmo que teoricamente em igualdade perante a lei, está fortemente condicionado pela sua origem económica e social? Terá a mesma liberdade perante a lei e perante a vida um filho de uma família pobre nos subúrbios de uma grande cidade ou um filho de uma família poderosa em Portugal?
Carlos Espada sabe que não. E sabe também que no final do século XVIII a efetivação do princípio filosófico da liberdade foi complementada com o princípio político da igualdade. Porque por muita conversa de circunstância, não é preciso ser um professor universitário para se perceber que a igualdade e a liberdade são conceitos indissociáveis. Um depende do outro. O contrário disso já se sabe o que é. Basta olhar à nossa volta.
P.S. Não sei a data nem o autor.
Gghhhjjjkkkkmnbbn
Liberdade sempre! Para mim não existe outro valor que se lhe compare. Respeito quem pense diferente, nada mais a dizer…
Liberdade sempre ? Para si não existe outro valor ? Respeita quem pensa diferente ?
Então porque, qual viítor cunha blasfémico, censurou o meu comentário ?
Ainda bem que tem liberdade. É pena é que também se congratule por tantos outros ficarem sem liberdade nenhuma para terem serviços mínimos depois das privatizações e reduções todas.
É pena é que também se congratule por tantos outros ficarem sem liberdade nenhuma para terem serviços mínimos depois das privatizações e reduções todas.
-Jamais meu caro. Se tirarem a Liberdade seja a quem for, lá estarei do lado da vítima. Mas proteccionismo e monopólio não defendem a Liberdade. E já concordámos anteriormente num ponto, capitalismo protegido também não é livre concorrência. Isso não defendo…
Mas se não estiver lá o estado, as empresas ocupam o vazio de poder e escrevem elas as regras a que obedecem ou não.
Irra….
Porque é que temos que levar quase diariamente com este “colaboracionista” do Aventar?!
Habituei-me a ler o Aventar e gosto.
A liberdade do Aventar permite que haja gente desta a escrever aqui a combater e a fazer tábua rasa da liberdade que alguns teimam em nos tirar?!
Há limites para tudo.
Vou repensar a manutenção do link deste blog de que me habituei a gostar.
Cumprimentos
PS – Este comentário não é dirigido ao “vosso colaboracionista”, mas sim aos administradores desta página.
Purgas e gulag é que são fixes…
Falar em Liberdade é bonito, mas debater…
Não se debate com quem pensa da mesma forma…
Agora sim, vou dirigir-me ao “colaboracionista”!
Senhor… de Almeida
O Senhor de Almeida tem à sua disposição o Blasfémias, O Insurgente e demais quejandos!
Porque não ruma para esses lados e nos deixa de aborrecer?!
Passe bem!
O resultado dos polegares neste post e em todos os outros, são a prova que o “colaboracionista” que até defende a existência de partidos nazis, não está em consonância com os valores de liberdade do Aventar. A “Liberdade” que defende dá como resultado que os ricos e poderosos condenam grande parte da população à miséria, veja-se os EUA, 45 milhões de pobres, a Europa já vem a seguir…