Und Deutschland hat zu viele kuhe

Portugal tem demasiados licenciados

Timor, um lugar onde

«tudo ainda não aconteceu».

A mais

Scheissefüher Merkel determinou que Portugal e Espanha têm licenciados a mais. Sabendo que a percentagem de licenciados em relação à população é, nestes países, ainda muito inferior à da Alemanha e à da maioria dos outros países europeus, pergunto-me o que significa, de facto, esta declaração da megera. É que quando os fürher teutónicos decidem que há excesso de um determinado segmento social, as coisas costumam acabar mal. Até porque Herr Coelho costuma servir obedientemente a sua suserana.

Danças no salão da existência

o_bailado_da_alma_cover_JLPIOABREU2014

«Ninguém sabe dizer o que é a alma», e nem sequer «a sua versão científica, a mente», começa por escrever José Luís Pio Abreu no prólogo do seu último livro, O bailado da alma. [Read more…]

Continua chamando-me assim cherne

chernia-01Durão Barroso foi, como se sabe, um dos primeiros atletas a trocar um dos três grandes cargos portugueses por um dos maiores clubes mundiais. Pouco antes disso, a sua mulher, recorrendo à obra de Alexandre O’Neill, tinha ajudado o país a arranjar uma alcunha para o próprio marido e Durão passou a ser conhecido por cherne.

Graças às suas qualidades de velocista, Barroso detém o recorde do percurso mais rápido entre Lisboa e Bruxelas. Não fosse já ter sido alcunhado e poderia ter ficado conhecido como “carapau de corrida”, mantendo a referência piscícola e relevando a virtude atlética.

Ora, o cherne foi, esta semana, condecorado por um cavaco, que é, como se sabe, um marisco, facto que ajudou a manter um ambiente de fábula marítima. Marítima, pelos espécimes em causa; fábula, porque só no mundo da fantasia é que é possível acreditar no palavreado absurdo de cada uma das personagens. [Read more…]

E se eu dissesse que a Alemanha tem demasiados alemães?

Sim, é isso. A Alemanha tem demasiados alemães.

O FCPorto chegou ao país do camarada

O país Vasco. Força força camarada Record!

«Se a Europa deu consigo a criar uma moeda sem Estado em 1992

(…) foi porque esta resolução internacional foi concebida (…) no momento em que se pensava qe os bancos centrais tinham por única função a de ver passar os comboios (…). Foi assim que criámos uma moeda sem Estado e um banco central sem Governo. (…)» Thomas Piketty, O capital no século XXI

Catálogos IKEA

ikea
Quando uma capa de edredão custa 47 euros em Portugal e muito menos em todos os outros países do Euro…

Ministério da Educação explora desempregados e negligencia escolas

gaibéusVale a pena ler, com muita atenção, o texto da Graça Barbosa Ribeiro sobre desempregados que trabalham transitoriamente nas escolas como auxiliares educativos (ou, como se dizia antigamente, contínuos). Graças a três vozes, é possível confirmar que o governo se limita a ignorar as necessidades das escolas, ao mesmo tempo que explora as necessidades dos desempregados.

As escolas, de uma maneira geral, não têm pessoal em número suficiente, o que vai arrastando os recursos humanos existentes para a exaustão e para o desânimo. Para além disso, estamos a falar do desempenho de tarefas extremamente exigentes. Alguns destes auxiliares de circunstância nunca chegam a adaptar-se; outros, depois de se adaptarem ou de mostrarem competência e dedicação, não podem permanecer em funções, o que contrasta com o discurso politicóide que defende que o mérito deve ser premiado e outros rebeubéus igualmente vazios. [Read more…]

O Cherne, como o baptizou a respectiva esposa, confunde País com Cavaco Silva

cherne_durao[2]

O ex-presidente da Comissão Europeia José Manuel Durão Barroso afirmou hoje que “o reconhecimento” de Portugal, através da condecoração entregue pelo Presidente da República, significa que “foi correcta a decisão” que tomou de deixar o Governo em 2004. [ionline]

Passados dez anos, Barroso achou que precisava de se justificar. Bastou-lhe um ténue sinal positivo, o de uma única pessoa, para se auto-elogiar, já que Cavaco Silva não perguntou aos portugueses se estes o queriam condecorar.