
© Céu Guarda 2014
A confraria infanto-juvenil do vinho do Dão
A notícia saiu no Diário de Viseu. Os infantes entre os 7 e os 12 anos vão ter a sua confraria do tintol. Suponho que aos petizes estão destinados, numa primeira fase, brindes com groselha ou sumo de morango, embora esta suposição comece a ser arriscada e o escalão seguinte, dos 12 em diante, certamente já pode gritar vai acima, vai abaixo, para gáudio da populaça.
Portugal é um dos países do mundo onde mais se morre com álcool, ou pelo álcool.
Mas o vinho faz parte da identidade nacional salazarista, já deu de comer a 1 milhão de portugueses; as sopas de cavalo cansado lá foram abandonando a dieta matinal da pequenada mas a nossa droga oficial soma e segue, não seja ela um dos símbolos fundadores do nosso cristianismo, haja negócio.
A iniciativa é da Câmara Municipal de Viseu, a qual em breve será gestora de todas as escolas do município.
E não digo mais nada, ou quase mais nada: um pipo cheio pelos cornos abaixo do filhodaputa que teve a ideia era pouco. Espero que tenha filhos, e um morra na estrada atropelado por um bêbado, a morte de um filho é a dor maior. Era só isto.
Novos tempos
Quando, há anos, se começou a agudizar esta crise e apareceram as comparações com a de 1929, logo nos garantiram que tal tragédia jamais se repetiria, pois os Estados tinham, entretanto, criado novos mecanismos prudenciais e novas soluções para os problemas. Entendo agora. Dantes (bons tempos…), os banqueiros e os especuladores falidos atiravam-se das janelas. Agora, atiram-nos a nós.
Momento de Propaganda
7 minutos de 12 segundos de meias verdades, mentiras, omissões calculadas e o paleio de saco do costume. Se isto agora é assim, imaginem quando chegar a PSD TV… Feliz 1984!
O AO90 e a Casa dos Segredos
E não é que a senhora até tem razão? Ou já viram algum nome próprio começar por letra pequena? Gozem com os reality shows gozem…
«Cooperar» com a Alemanha
Até ao final de 2012, cerca de 6 000 médicos gregos cuja formação foi financiada pelo erário público grego emigraram para a Alemanha, no âmbito de um programa de «cooperação» entre os Estados grego e alemão. Fonte: Revolting Europe.
Vistos gold:
o preço de vender os direitos de cidadania. A negação da democracia em todo o seu abjecto esplendor.









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