Ora aqui está um bom partido

Joana Amaral Dias sai do «Juntos Podemos» e cria o «Agir»

Comments

  1. Nightwish says:

    Sigh… a esquerda portuguesa faz por imitar o Life of Brian porquê?

    Brian: Excuse me. Are you the Judean People’s Front?
    Reg: Fuck off! ‘Judean People’s Front’. We’re the People’s Front of Judea! ‘Judean People’s Front’.
    Francis: Wankers.

  2. Hélder P. says:

    Ainda mais estilhaços da cisão do Bloco? Confesso que lhes perco a conta.

    E depois adoro este ideia chique de não se assumirem como partidos, não senhor são “movimentos” que querem concorrer a eleições.


  3. Desta maneira nunca vamos la, as divergências serão assim tantas

    • Nascimento says:

      São sim senhor. É tudo uma questão de “estilo”…como cantava Léo Ferré: votre style est votre cou. E a rapariga tem um belo cou.

  4. José almeida says:

    É boa rapariga, mas gosta demasiado de holofotes.

  5. Ismael Guimarães AJ says:

    José Almeida, concordo. Eu estive no LIVRE como Congressista Fundador e independente. O LIVRE que nasceu e chegou perto das Europeias não é o LIVRE que temos hoje. Se o Rui tivesse sido eleito para Eurodeputado, o LIVRE seria livre. Porém hoje o LIVRE está preso a alguém que quer holofotes apesar de, no Congresso Fundador dizer tudo menos isso. Sem Europa, levamos com ele por cá.

    As pessoas do Movimento Juntos Podemos (MJP), muitos dissidentes do LIVRE, não deixaram que a Joana e mais alguns (entre eles a comunicação social) fizessem o mesmo que aconteceu no LIVRE.

    A comunicação social, em vez de ajudar na credibilização da política portuguesa, ajuda a descridibilizar ao dar demasiado protagonismo a algumas pessoas e tira protagonismo a outras.

    Há muita gente, sem protagonismo, com ideias bem mais interessantes do que aqueles que têm esse protagonismo. Em Portugal precisa-se ter dinheiro para se ter protagonismo ou, em alternativa, precisasse estar num partido protagonista e ter protagonismo perante os seus pares.

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