A contra-colonização angolana soma e segue

A filha do ditador está de volta e acaba de comprar a Efacec.

Comments


  1. resultados ainda da bosta que o bochechas fez. nem há palavras, a besta deixou o seu rasto fascista bem firmado. apre. não há ninguém que lhe dê uns valentes murros, apesar de velho ainda vai bem a tempo de levar.


    • O Soares até pode ter feito muita merda no processo de descolonização mas culpá-lo a ele dos abusos e do nepotismo do clã dos Santos parece-me um exagero de todo o tamanho. E atenção que eu não tenho um pingo de apreço ou respeito pelo sujeito, que fiquei bem claro!

  2. Rick says:

    A sério?
    Angola tem um ditador? É novidade. Deve ser o primeiro. Depois de uma descolonização exemplar, quem diria…


  3. A desforra: a troca de papéis, passar de colónia a potência administrante da anterior potência administrante


  4. …e andei eu e outros patêgos……armados em heróis de imbondeiro…………!!!!!

  5. Manuel Santos says:

    Fico a aguardar que acontecimentos inesperados venham a permitir que todos os responsáveis pela governação da Nação desde 1974 até aos dias de hoje sejam exemplarmente punidos – se não forem eles, que sejam os seus familiares (temos pena!). Já não há ‘Comportas’ que comportem tanta indignidade, tanta falta de carácter… Até quando vamos deixarmo-nos enganar? “O angolano que comprou Lisboa por metade do preço” (Kalaf Epalanga) peca por defeito, porque o ditador, a filha e seus acólitos estão a comprar Portugal a preço de saldo… Até a cidade do Porto já se rendeu ao genro do ditador!!! Pelos vistos, o Norton de Matos é que tinha razão (raciocínio a ‘contrario’), a capital da região administrativa angolana será em Nova Lisboa, já não em Lisboa.

  6. Rui Silva says:

    Se a Efacec foi vendida é porque quem vendeu achou que fez um bom negócio. Qual é a admiração?
    Se alguém pensou que investir em Portugal é um bom negócio , isso só pode ser bom para nós.
    Não percebo a indignação.

    cumps

    Rui Silva

  7. Rui Silva says:

    A Mariana Mortágua explica pela n-ésima vez aquilo que pensa. Ou seja , como marxista que é, acha que o estado deve ser o dono de tudo, até do destino das próprias pessoas.
    Para ela é incompreensível que o estado não nacionalize todas as empresas.
    Neste particular da aquisição de uma empresa nacional e privada por um grupo estrangeiro e ainda por cima angolano , aproveitam para cavalgar a onda do preconceito racista.
    O capital não tem raça, religião nem sexo. O capital é o resultado da interação livre e voluntária entre seres humanos, por muito que isto vos custe a perceber.
    Eu não me vou sentir mais nem menos “colonizado”, pelo facto da propriedade da efacec passar do grupo Melo( que nem sei que percentagem é desse grupo estrangeira e nacional) para um grupo angolano.

    cumps

    Rui SIlva

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