Passos telefona a Obama: no worries, safes are full

Obama telefona a Merkel. É preciso evitar que a Grécia saia da zona euro

Syriza política alternativa contra Austeridade

João Pereira

Esta não é a Europa dos fundadores, é a Europa dos partidos mais conservadores, com os socialistas à arreata. Não terá um bom fim e, nessa altura, muita gente lembrará a Grécia.

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«O terrorismo de Estado formou a minha geração».

Peter Stein – a propósito da Grécia e da posição de Schäuble. Mais sobre isto, aqui.
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Peter Stein vem a Portugal agora, por ocasião do 32º Festival de Almada, que começa já no próxima dia 4.

EYPΩ

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As peças em movimento

Ministro das finanças austríaco diz que grexit é quase inevitável. Primeiro-ministro francês afirmou que BCE não deixará cair a Grécia.

Quo vadis Grécia? – II

Com posições extremadas dificilmente seria possível alcançar um acordo sem que alguém perdesse a face. A Grécia está como qualquer devedor obrigada a respeitar os compromissos assumidos ou entrará em incumprimento, com tudo o que isso acarreta para o futuro. A única janela possível para um entendimento futuro será uma vitória do SIM em referendo, que as primeiras sondagens parecem projectar, o que permitiria mesmo que falhem o pagamento ao FMI na próxima terça-feira, solicitar o retorno à mesa das negociações. Mas caso esse hipotético cenário se verifique, terá a Grécia governo no dia 6? É que um SIM implica aceitar austeridade, o que deita por terra o programa do Syriza, obrigando Tsipras, Varoufakis e seus pares a governarem com um programa diferente do que apresentaram ao eleitorado e com o qual não concordam. Uma eventual vitória do NÃO significa a saída da moeda única, mas agora legitimada pelos gregos. O que agradará a boa parte do Syriza. A convocação de referendo foi uma forma de resolver em definitivo o impasse, mas também uma jogada arriscada por parte de Tsipras que decide a sua carreira política e talvez até a sobrevivência do próprio Syriza.

A ousadia vai ser duramente punida

Lagarde critica manutenção do referendo e BCE fecha torneira. Que fique claro quem é que manda.

Depois de Paula Teixeira da Cruz, Pires de Lima

Isto ainda é pior do que se pensava. Depois de Paula Teixeira da  Cruz ter usado o estado a favor a favor do seu partido, ficámos a saber que não é caso único.

Desta vez foi o ministério da economia a ser usado para avaliar o programa do PS.

Isto vai parar onde? Depois de tanto discurso moralista e acusador de gastos no passado, eis que vemos que era conversa de hipócrita (como se já não soubéssemos).

Vá, moralistas de 2009, não se coíbam de falar. Deputado Carlos Abreu Amorim, estes ainda são os ministros que conhecia?