O New York Times e a falta de perspectiva

New York Times' Quarterly Profits Falls 58 Percent

© Ramin Talaie/Getty Images (http://for.tn/1O6S6ub)

Ficámos a saber, através do Expresso, que um artigo do Expresso chegou ao New York Times (o Expresso não faculta a ligação para o artigo do New York Times, mas faculto eu). Curiosamente, há dias, li no New York Times um artigo em que se citava Bernardo Mello Franco, um colunista da Folha de S. Paulo.

Igualmente curioso é, na última semana, ter sido possível ler, na Folha de S. Paulo, «o tribunal pode examinar a lei em todos os seus aspectos», «o espaço, que inclui recepção, biblioteca», «a falta de perspectiva», «um dos motivos da ruptura» ou «em situações excepcionais” e, no Expresso, “ainda que haja aqui outro aspeto“, «a Deco “divulgou publicamente” a receção», «na perspetiva da sua pré-campanha», «a rutura com a Primavera de Praga» (efectivamente, ‘perpetiva’ e ‘rutura’ no mesmo artigo) e «em situações “excecionais».

Em 2010, o antigo director da Lusa, Luís Miguel Viana, dizia que «standardised spelling opens up major markets, notably in Brazil». De repente, lembrei-me do Jackson (o Samuel L.): «Really? REALLY?». Fazendo minhas as palavras de Iras: «But how, but how? give me particulars».

Felizmente, em princípio, no New York Times, não haverá grande interesse relativamente ao sítio do costume

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Sim, o sítio do costume a imitar o Diário Oficial da União.

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Repararam no “respectivo enquadramento”? Sim?

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Óptimo!