O diário pessoal de Rui Pinto

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Imagem via Shifter

A forma diligente como o Ministério Público tem conduzido o caso Rui Pinto, faria corar de vergonha o Ministério Público que conduziu certos outros casos, envolvendo indivíduos que, de forma consciente, prejudicaram gravemente os portugueses e o país, provocando ondas de choque por todo o tecido social, imunes ao grosso das penalizações previstas pela lei.

No caso Rui Pinto, tudo é célere. Todos os prazos se cumprem. Todos os recursos existem. Tudo parece ser possível, incluindo violar a lei. Há dois dias, com destaque residual nos órgãos de comunicação social, foi divulgado que o diário pessoal de Rui Pinto foi confiscado pelo MP, à margem daquilo que a lei permite. [Read more…]

Boa bola, Rui Pinto

Fonte: NDR

Portugal just wants to silence me.

“Tenho a certeza que não terei um julgamento justo em Portugal. O poder judicial em Portugal não é completamente independente”.

A queixa contra Rui Pinto, que levou à sua detenção em Budapeste, veio da Doyen: “A empresa é um dos actores mais duvidosos do futebol de topo europeu e obteve lucros exorbitantes ao longo de muitos anos investindo em jogadores e clubes. Muitos dos fundos da empresa foram canalizados através de paraísos fiscais.”

Boa sorte, Rui Pinto, e a maior força…

António Cluny não pode avançar com nada…

O New York Times e a falta de perspectiva

New York Times' Quarterly Profits Falls 58 Percent

© Ramin Talaie/Getty Images (http://for.tn/1O6S6ub)

Ficámos a saber, através do Expresso, que um artigo do Expresso chegou ao New York Times (o Expresso não faculta a ligação para o artigo do New York Times, mas faculto eu). Curiosamente, há dias, li no New York Times um artigo em que se citava Bernardo Mello Franco, um colunista da Folha de S. Paulo.

Igualmente curioso é, na última semana, ter sido possível ler, na Folha de S. Paulo, «o tribunal pode examinar a lei em todos os seus aspectos», «o espaço, que inclui recepção, biblioteca», «a falta de perspectiva», «um dos motivos da ruptura» ou «em situações excepcionais” e, no Expresso, “ainda que haja aqui outro aspeto“, «a Deco “divulgou publicamente” a receção», «na perspetiva da sua pré-campanha», «a rutura com a Primavera de Praga» (efectivamente, ‘perpetiva’ e ‘rutura’ no mesmo artigo) e «em situações “excecionais». [Read more…]