Fascismo húngaro


Conservadorismo, proteccionismo e regulação do mercado nunca produzem crescimento nem defendem o consumidor. Apenas servem corporativismo e protegem interesses instalados. Os extremos tocam-se…

Comments

  1. Nightwish says:

    Que puta de disparate. Vê-se o que o fim das tarifas à China trouxe ao Ocidente e diz-se isto. Vê-se as alarvidades do TTP e do TTIP e diz-se isto.
    Juízo.

  2. Que o governo húngaro é de direita, já se sabia há muito e que tem tendências fascizantes, tb. Agora, considerar que o cerco à Uber é um ataque à inovação e que a regulação do mercado é fascismo, essa não lembra a ninguém. O fascismo aqui está precisamente do lado das grandes corporações que não querem saber de regras nem de restrições. O que querem é esmagar as regas dos seus queridos mercados, contando para isso com a preciosa ajuda dos governos colaborantes, como o português. Se querem entrar na concorrência, então concorram segundo as regras estabelecidas. A lei da selva que querem impôr é que não é aceitável.

  3. E quando os campeões da concorrência se protegem da concorrência? Ou quando perseguem jornalistas? Ou quando perdem milhares de milhões para segurar o mercado chinês, numa espécie de dumping? Isso já aceitável, business as usual?

  4. Helder P. says:

    Com tanto que poderia criticar no regime da Hungria, o António dá um monumental tiro ao lado. Direitos humanos a serem constantemente violados na Hungria não é fascismo, mercados regulados é fascismo.

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