Um dia glorioso para o desporto português

Patrícia Mamona, campeã europeia de triplo salto

Hoje foi um dia glorioso para o desporto português. Campeões da Europa de futebol, duas medalhas de ouro e duas de bronze no atletismo e até o Rui Costa, no ciclismo, se chegou à frente. Não tarda algum artista vir dizer que estamos a ganhar acima das nossas possibilidades.

Sara Moreira, campeã europeia de meia-maratona

Portugal, campeão da Europa

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Parabéns aos jogadores, que foram capazes de aguentar uma França forte e a jogar sujo com faltas muito feias.

Uma chapada de luva branca para o chauvinismo francês e alemão, patente nas declarações que antecederam o jogo.

Que vergonha, França

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Estamos a 60 minutos de jogo e a França está a jogar muito melhor do que Portugal.

O que é completamente irrelevante.

A quantidade de faltas duras, nem sempre assinaladas, como no caso da agressão ao Ronaldo, é uma vergonha para a equipa da casa.

Batoteiros, suportados por um árbitro com visão selectiva.

O economista chefe do Deutsche Bank pede 150 mil milhões

para os bancos falidos da Europa (o dele incluído). Tudo pago pelo contribuinte (edição: notícia na Bloomberg). Vamos ver se Merkel e Schäuble repetem a receita do Chipre. Afinal de contas as regras têm de se seguir. Por outro lado, sendo o DB a pedir…

Em dia de França – Portugal, o L’Équipe presta homenagem ao português do Brasil

«A Seleção de Cristiano Ronaldo». Ainda por cima, com texto escrito por quem defende a resistência silenciosa num país europeu em que existe a possibilidade de exprimir e divulgar livremente o pensamento através da palavra. Obrigado, Dario.

O Mundo de Camões segundo o Jornal de Notícias

Terras de Camões

 

O Jornal de Notícias de hoje, dia da Final do Campeonato da Europa de Futebol, publica um mapa que pretende descrever a distribuição dos emigrantes portugueses pelo mundo.

Além de apresentar números errados, que totalizam cerca de 2 milhões de emigrantes, quando, na verdade, há mais de 2,5 milhões de portugueses espalhados pelo mundo, crescendo esse número para o dobro (5 milhões) se forem, como é devido, contabilizados os descendentes, o mapa do Jornal de Notícias omite estranhamente a Venezuela e Macau.

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Férias escolares [Debate Manifesto Escola Pública]

Na sequência do manifesto assinado por vários blogues a 21 de Junho, ficou decidido que tentaríamos todos os meses debater um assunto lançado a partir do ComRegras. Em Julho vamos debater as férias escolares.

Iria dividir esta intervenção em duas partes – uma inicial onde colocarei questões “fora da caixa”, que questionam a própria realidade e uma outra onde irei, no contexto actual, apontar algumas ideias.

A primeira questão que deverá ser colocada é se o calendário escolar pode ser definido em função das crianças e não em função das famílias ou dos interesses turísticos / religiosos?

Deveria ter em conta o clima?

Poderia haver uma calendário diferente para o Pré-Escolar, um outro para o básico e até um diverso para o secundário?

São ou não diferentes os ritmos de aprendizagem e de desenvolvimento de cada um de nós, em diferentes momentos da vida?

Para um jovem do Ensino Secundário, às portas da idade adulta poderá ser “normal” estar sentado durante 90 minutos, mas creio que qualquer um percebe a impossibilidade de isso acontecer com crianças do Jardim de Infância. Por outro lado, creio que o calendário escolar deve ser pensado também em função da realidade climática do país – parece-me que no Algarve ou no Alentejo o “verão” será maior do que no resto do país, bem como o Inverno em Bragança ou na Guarda…

Diria, pois, que a primeira conclusão é simples: os alunos têm que ser o centro do debate do Calendário Escolar e parece-me que as pausas deverão ser menores e mais frequentes nos mais pequenos, aumentando a duração e diminuindo a frequência nos mais velhos. E, a esta análise terá que se juntar a diversidade climática das nossas regiões. [Read more…]