E o verbo está errado. Excepto, claro, se o objectivo for fazer campanha por Fernando Medina.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
E o verbo está errado. Excepto, claro, se o objectivo for fazer campanha por Fernando Medina.
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Está errado em Português: devia ser POSSA
Mas não em Coelhês, essa é a diferença.
O que sabe esta coelhinha da Playboy sobre as subtilezas do Português?
“Poça”, Fontes!
Sempre a corrigir a direita, e as suas ideias originais!
* Admitindo que os automobilistas de Lisboa e arredores são profissionais que não podem abdicar do carro ou da furgoneta para o exercício da sua actividade, mas também muito boa gente da classe média alta, que entra e sai dia a dia, da cidade, por motivos diversos, nos seus “coches”, não estou a imaginar como se “possa” melhorar a circulação em Lisboa, sem impor pela via “taxativa”, novos hábitos, uma vez que os velhos usos e costumes estão há muito sedimentados nas gentes da grande metrópole.
Pode melhorar-se, e já se fez alguma coisa, no trânsito da capital. Mas mudar completamente o paradigma no uso do carro, como meio de transporte, é extremamente difícil. Vai contra a natureza do português comum, em especial o mais favorecido, por não querer demonstrar menoridade económica perante os seus pares. E de preferencia com um carro que se veja.
Ora, vindo esta sugestão de uma candidata da direita, já estou a imaginar, uma taxa automobilística para quem circular dentro de Lisboa. Como os menos abonados não estão na disposição de pagar, a não ser em situações extremas, só pagarão os mais ricos. Como os mais ricos arranjarão sempre forma de contornar a questão, descontar aquilo como uma despesa, em sede de IRC, ou por o patrão a pagar por conta da empresa, tenho dúvidas que alguém consiga mudar de facto alguma coisa.
Mas, “prontos”! Estamos em época de eleições autárquicas, e ninguém leva a mal, tanto disparate,… não fosse tudo isto, um verdadeiro Carnaval!
Estas correcções, diria meu pai com o seu ar sempre tão compenetrado, é o mesmo que dar pérolas a porcos …
E eles nunca compreenderão.
As vendedoras do Bolhão são umas SENHORAS…Esta mulher (…É mulher?!; com esta coisa dos trans…quê, não sei), é uma mulher comum…Eu disse comum e apenas isso, carago…