
Extrema direita com ca. 13% no parlamento (vindos sobretudo do leste (ex-RDA)), partido de Merkel com o pior resultado desde 1949, SPD de rastos, Linke e Verdes na mesma e os (neo-)Liberais regressam ao parlamento.
Isto dá vontade de emigrar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Extrema direita com ca. 13% no parlamento (vindos sobretudo do leste (ex-RDA)), partido de Merkel com o pior resultado desde 1949, SPD de rastos, Linke e Verdes na mesma e os (neo-)Liberais regressam ao parlamento.
Isto dá vontade de emigrar.
[…] Afinal, não há GroKo (palavra do ano em 2013). Talvez Jamaica (Jamaika, para os germanófonos). […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Apesar de toda a propaganda feita em prol de Angela Kasner, a principal candidata da extrema-direita apresentada pelo neoliberalismo ás eleições de 2017 na República Federal da Alemanha, o resultado ficou aquém das expectativas, não deixando de ser impressionante que dos 6 partidos de extrema-direita neoliberais existentes neste país, 3 deles, a União Democrata-Cristã (CDU), Partido Democrático Federal (FDP), e Alternativa para a Alemanha (AFD), conseguiram uma votação expressiva o que pode colocar em risco a credibilidade do projecto europeu e a democracia.
Quanto ao Partido Social-Democrata da Alemanha (SPD) e restantes forças progressistas, devem tirar ilações desta pesada derrota e fazer uma profunda reforma na maneira como actuam e nos seus programas políticos, de maneira a corresponderem ás necessidades dos cidadãos alemães.
“a credibilidade do projecto europeu e a democracia.”
Que é isso? Isso existe?
Não festejo a vitória de Angela Markell, mas também não a diabolizo. Por muitos defeitos que Markell tenha, já fez mais pela Europa, mesmo que poucochinho, do que a tralha Barrosista, Junckeriana, e personagens bizarras como Hollande, alguma vez fizeram. A Europa hoje é um antro de oportunistas, e foi preciso ser uma mulher vinda da ex RDA, a mexer alguma coisa nesta Europa de burocratas taxistas.
Poupem-me a choradinhos fúnebres, de uma esquerda obtusa, que prefere levar no engodo gente que apenas aspira a uma condição de vida digna, nada mais do que isso, enquanto se arranjam uns tachos e negócios ruinosos para alimentar seitas e amigos, travestidos de Socialistas.
Abomino mais um gajo de esquerda que me trai, do que um de direita que nunca me pode trair, porque não acredito nele.
Rigozijo-me sim, com a derrota do SPD. E muito. Para mim quem trai os seus ideais não merece ser respeitado.
E necessário refundir a social democracia, já.
Mas não é com esta trupe, de certeza!
Concordo Rui, o SPD traíu os ideais, traiu a esquerda e não merece sair do buraco em que está porque continua a fazer o jogo neoliberal. Introduziu na Alemanha as “reformas” que precarizaram o trabalho e que depauperam um grupo crescente de pessoas. Num país tão rico, em que se anda a discutir o que se há-de fazer aos cofres cheios, é inadmissível que haja gente a trabalhar a tempo inteiro e ainda tenha de ir à “sopa dos pobres.” Não está mal esta reportagem:
https://www.rtp.pt/play/p3032/e307108/linha-da-frente
A Merkel… o problema maior dela é a subserviência à indústria, a crença (e nela até acredito que seja crença) de que, se a economia funcionar bem, todos acabarão por ser beneficiados. Já era mais do que tempo de ter percebido que a fórmula não resulta, mas está visto que isso nunca lhe entrará na cabeça. O que lhe atiram aqui à cara é a abertura da sua política de refugiados e andar a fazer “política do SPD”; quando mais do que isso, é o SPD que anda a fazer a política dos democrata-cristãos.
Sou contra a sua política, mas admiro o seu formato. NUNCA, em todos estes anos, a ouvi deitar outros abaixo para se elevar; nunca aponta o dedo, apenas diz: conseguimos isto e isto. Nos tempos que vão correndo, acho notável.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10210864632433648&set=a.2273941609819.2105617.1287042160&type=3&theater
Ana, eu estou a enviar-lhe isto, Li esta manhã na minha pagina pessoal do Facebook.
Uma advogada amiga já me tinha dado a conhecer a noticia que consta do JN Porto.
Mas o Francisco Louçã fez-nos o favor de se referir a ela, com mais pormenor.
E necessário gritar bem alto contra este tipo de energúmenos que vivem no tempo das cavernas. Juízes incluídos.
Cumprimentos.
Só o coloquei nesta pagina, para não interferi com o seu ultimo artigo.
Rui, isto é de tal modo inacreditável, que me pareceria um fake, se não fosse o Rui alertar e a Isabel Pires publicar. Estou longe, mas se isto é assim, não chega gritar, é preciso fazer alguma coisa concreta. Tem alguma ideia? Conte comigo para a realizar dentro das minhas possibilidades.
Por lapso, ontem nem me tinha apercebido que o corretor ortográfico por defeito, em vez de assumir a palavra “refundar”, me atirou para a palavra “refundir”, o que não é bem a mesma coisa.
Quando os da esquerda nem se dão ao trabalho de demonstrarem que têm um sistema económico alternativo ao capitalismo e se limitam a tentar desacreditar os pressupostos da sua existência, esperam o quê?
Desacreditar o capitalismo? Ná! Eu ia lá prejudicar a existência de tão lindo regime económico! Eu sou de esquerda, mas não tenho nada contra o capitalismo e os capitalistas. Até acho que cada português deveria ter um capitalista
Um ridículo que diz bem do quanto têm claro o que projectam.
Na verdade, cada esquerdalho só se contenta em ser capitalista ou em que não haja nenhum;
na primeira hipótese evita os horrores do mercado e procura chegar-se às mamas do Estado;
na segunda espera fazer o mesmo a tempo de que a miséria sobre para os outros.
V. Exa. não entendeu. Eu não quero ser capitalista,. mas respeito os capitalistas. E até acho que cada português devia ter um capitalista. Eu, por acaso já tenho. Se V. Exa. é capitalista, não perca a esperança, que averá um português que o vai adotar, não tarda nada. Desde que o BES, etc. faliram que há muita falta…
Tá lindo, tá…