David Justino diz que Marques Mendes às vezes também faz papel de idiota
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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David Justino até tem razão. Talvez não, pelos motivos que invoca.
https://aventar.eu/2016/10/11/o-malabarismo-das-palavras/
Perdão. Em Portugal — e ‘a menos de algum dicionarista “prá-frentex”, ou “acordo” manhoso‘ — o aumentativo de “simpático” ainda é “simpaticíssimo”. Pf não leve a mal. Cumprimentos.
O Superlativo absoluto sintético parece-me que pode ser “simpatiquíssimo”.
O Analítico é “muito simpático”. O Sintético “simpatiquíssimo”.
Uma coisa é certa: É um erro “natural” (Se se usasse o verbo, também a tendência seria descair para “simpaticar”, ao invés do mais correcto “simpatizar”). Já variadas vezes o corrigi e até já MO corrigiram.
A questão é que não conviria nos ficarmos em “parece-mes”. Eu, há tempos, certifiquei-me.
Poder ser outra coisa, pode sempre. As bravas palavras não cessam de nos servir, por isso!
Não me admiraria que houvesse gramáticas (que as há para tudo!) a consagrar “possível” (no sentido de “toma lá chancela”) a forma que utiliza para título. Se assim for, estarei “fora da lei da língua”, como estou relativamente a outras coisas, mas, tratando-se de “evoluções” sobretudo gratuitas, dispenso, estarei assumidamente a monte. Simpaticíssimamente.
(*) Queria dizer “se se usasse POUCO/residualmente o verbo”, actualmente, claro.
Simpaticíssimo é de origem erudita; simpatiquíssimo tem origem popular e já é admitido há muito tempo. Ambas as formas são consideradas correctas e não apenas possível a segunda. Não é comparável com uma eventual oscilação entre “simpaticar” e “simpatizar”, já que o primeiro não está admitido em nenhum dicionário ou em nenhuma gramática.
É comparável, é! Lá está: tem a ver com o chancelar de que falei. É só algum gramático ou dicionarista se lembrar…
E erudição… na! Isso impingiu, decerto, esse “há muito tempo” “admissor” de “simpatiquíssimo”, para não se cansar de corrigir e/ou de ser corrigido!
(Isto é brincar a um nível; brincar a outro nível será dizer que podem ter sido “aspirações a poderes criativos divinos”, que dá muito, como sabemos)
Por muito que queiramos ficar a montante, é o uso que acabará por arrastar a língua. Nada nos impede ou deve impedir de resistir, é claro. Não digo “púdico” e não digo “rúbrica”, duas palavras que, por enquanto, não estão nos dicionários ou nas gramáticas. A força do uso, no entanto, há-de levar, infelizmente, a que venham a ocupar o seu lugar. Nunca me canso de corrigir ou de ser corrigido, até porque é deformação profissional. Os gramáticos ou lexicógrafos (palavra que qualquer purista deveria preferir a “dicionarista”, que nem sequer aparece no “Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa”) não aceitam palavras novas só porque sim, mas porque elas acabam por se impor. No mundo, nem todos são intelectualmente desonestos como Malaca Casteleiro.
🙂 Sorrio do “ficar a montante”. Por feliz coincidência, aqui aplica-se, caso realmente o “simpatiquíssimo” esteja “na calha” para ficar!
É que o ser popular não é bom critério (Não sei! Mas duvido até que já tenha havido lexicógrafo que já tenha dado foros ao “hades”…!).
O estar chancelado em certa gramática ou dicionário… isso realmente é mais melindroso, só que fosse por eles(as) não concordarem entre si!
Mas por mim, estarei “fora da lei”, face ao “superlativo” em questão. Por isso me disse “a monte”, e não “a montante”! Mas é giro que também!
Quando ao fundo, tem razão. Será o que for. Sempre foi. Penso e espero é que seja “simpaticíssimo” a se manter e, de preferência, também “popularmente”.
Mencionei cansar de corrigir ou ser corrigido, mas penso que não abrangia o António Fernando! Ou está na origem de alguma primeira gramatização do superlativo “alternativo” de “simpático”? Se sim, penso que também não fui incorrecto. Apenas fora dessa “lei”!