
Grande comuna, este Miguel Esteves Cardoso. Na volta também anda às ordens do Kremlin. Ou então, como a senhora embaixadora da Ucrânia, poderá ter um familiar refém na Soeiro Pereira Gomes. Nunca se sabe…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Grande comuna, este Miguel Esteves Cardoso. Na volta também anda às ordens do Kremlin. Ou então, como a senhora embaixadora da Ucrânia, poderá ter um familiar refém na Soeiro Pereira Gomes. Nunca se sabe…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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É claro que o PCP foi, é e será sempre um partido importante.
O PCP está para a democracia como aquele colega do liceu, meio gordo, meio flácido, caixa de óculos, com ares de choné, a quem a malta pregava umas partidas no recreio, quando não na sala de aula.
Sem esse colega, por norma bom aluno, muito melhor do que os outros, fartávamos/nos de copiar, ele não, a Escola era uma merda.
Só que esse aluno também tinha as suas manhas. O PCP também.
Aquilo que nós fazíamos na altura já se chamava Bullying, apesar de desvalorizado.
Aquilo que estão a fazer agora só PCP, também é Bullying.
O MEC do Público, coitado, está para o MEC dos anos 80, como o Eusébio do União de Tomar estava para o do Mundial de 66. Ou seja, faz pena. O que é que o cu tem a ver com as calças? O facto de me definir politicamente como anti-comunista primário não me impediu de votar no PCP, em 2013, para correr com o escroque que presidia a CM de Loures – tal como teria votado desta vez (mas, entretanto, o meu BI caducou, e deixei de ir votar à “aldeia” como faz o Prof. Marcelo), porque, infelizmente, sei quem é o sujeito do PS que ganhou. Presidente da Câmara é um cargo essencialmente administrativo, em cujo exercício a ideologia não tem especial relevo, pelo que é muito mais lesiva a corrupção ostensiva do Sr. Teixeira do que o que as bacoradas que o Sr. Bernardino proferiu sobre a Coreia do Norte. Quanto a gabar o contributo do PCP para vivermos em democracia liberal, pelo simples facto de ter lutado contra a ditadura salazarista, faria o mesmo sentido que gabar a ditadura salazarista por ter lutado contra o PCP, dado que ambos tinham o mesmo desprezo pela democracia liberal (mas um, felizmente, acabou há 48 anos, ao passo que o outro, espantosamente, ainda dura).
Aquele aumentar das estradas em Lisboa é que é administrar, carago! Merecia uma administrada corrida de pópós.
O MEC tem de ganhar prá coca de que tanto precisa, escreve qualquer coisa que lhe mandem…
anonim