
– Sim, Vlad. Nós também fizemos um Holodomor na Índia, vários até, mas aquilo era tudo sub-gente, muito escurinha, e ninguém quis saber. Para a próxima, em vez da Ucrânia, invade, sei lá, o Bangladesh!
(baseado em factos verídicos)
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

– Sim, Vlad. Nós também fizemos um Holodomor na Índia, vários até, mas aquilo era tudo sub-gente, muito escurinha, e ninguém quis saber. Para a próxima, em vez da Ucrânia, invade, sei lá, o Bangladesh!
(baseado em factos verídicos)

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Chega aproveitou ranking manipulável para prometer limpar ‘gueto de Lisboa’.
Pois. Mas ainda não fez mea culpa quanto ao “agora facto é igual a fato (de roupa)“.
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Para já não falarmos do extermínio das comunidades indígenas no continente Americano, aos quais chamamos de índios, nos EUA, Canadá, México, Brasil, Argentina, Colômbia …?
Só nos EUA estimam os historiadores que foram despachados mais de 20.000.000 de índios, sobrando actualmente cerca de 3.000.000. É verdade que aquilo não foi de uma assentada, como aconteceu na Ucrânia, cuja duração terá sido de três a quatro anos. Os índios foram “exterminados em lume brando”. Um bocado como os negros em África.
Ide ver no canal RTP2, uma série chamada “Descolonização”. Repete várias vezes.
Lá estão vários Holodonores.
Também Portugal fez vários e então? Isso justifica o que se está a fazer em pleno séc. XXI?
Claro que não.
Uma tragédia é sempre uma tragédia.
Uma invasão militar é sempre uma invasão militar.
Asfixiar um país com bloqueios económicos só porque não embarcam na nossa agenda é sempre uma forma de imposição pela força dos nossos interesses contra terceiros.
Este pequeno post aqui colocado, ou mesmo o meu comentário, tem só a ver com essa hipocrisia reinante. É disso que estamos a falar. Nada mais.
No Século XXI também há tragédias para contar. E várias.
No Iémen 🇾🇪 está a acontecer uma e ninguém liga patavina.
No iraque 🇮🇶 aconteceu o que todos vimos, menos as armas de destruição maciça, essas nunca apareceram, e ninguém se indignou.
No Afeganistão, idem.
Já nem falo da Palestina.
Não é só a Ucrânia.
Não podemos é ser selectivos.
Essa treta do filho da puta bom, o meu, e o filho da puta mau, o outro, só serve para arregimentar alguns néscios.
Desculpe lá Rui Naldinho, lembro-me bem das discussões que houve contra a guerra do Afeganistão e principalmente contra a guerra no Iraque. Ainda há muito blog velho e jornais dessa época que continuam online.
Mostre-me lá então quem eram os comentadores e se eles coincidem com os actuais.
Ninguém nega que na altura houve gente que se insurgiu contra a invasão do Iraque e do Afeganistão. Eu incluído. Só que em muito menor número. Sem o ruído actual. Mas isso ainda é o menos importante. O que na realidade importa, é que muitos dos actuais defensores da Ucrânia, como Durão Barroso, Paulo Portas, Cavaco Silva, e umas dezenas de escribas, enfim, a gente até sabe onde eles estão, na altura eram os defensores dos EUA contra o Iraque, contra o Afeganistão, …
Sabe o que está a acontecer no Iémen? Um autêntico genocídio. Igual aos muitos que aconteceram em África. Alguém está assim tão preocupado com eles?
Não, não justifica. Porque é que havia de justificar? Já não se pode criticar a hipocrisia?
Mas tão amigalhaços que eles eram…
Lá vem o higienizador do Putin.
Esforça-te que ainda ganhas uma avença do KGB lá do sítio.
Lá vem o higienizador do imperialismo.
Esforça-te que ainda consegues manter a avença enquanto o sistema aguenta.
“Higienizador do Putin”?
Pois não é preciso. Os direitolas liberaleiros encarregaram-se da tarefa. Puseram-no a brilhar que até fere a vista.
E depois de muito limpinho, até lhe venderam milhões em armas, mesmo depois de ter adquirido a Crimeia por usucapião..
Como rapaz é um praticante muito abnegado de tiro aos patos, pensavam que era para treinos.
Afinal não.