A evasão fiscal de Isabel II, a Caloteira

O mundo ficou por estes dias a conhecer um novo conjunto de papéis, 13 milhões de conjuntos, para ser mais preciso, sobre malta empreendedora que faz uso dos chamados paraísos fiscais para levar o seu dinheiro de férias e evitar a maçada dos impostos.

Entre as vítimas deste violento atentado à privacidade contam-se antigos e actuais colaboradores de Donald Trump e Justin Trudeau, oligarcas ligados a Putin, gente simpática da Líbia, da Rússia e do Irão, que chumbou em auditorias governamentais que colocam em causa os seus procedimentos de prevenção de branqueamento de capitais, tipos que faziam negócios de armamento com o saudoso Saddam e mais uma série de indivíduos recomendáveis onde se incluem fundos de capital de risco e bancos, que como sabemos é malta que prima pela transparência e pelas melhores práticas.  [Read more…]

Mudança de Regime

O João Cardoso, em dia de lua cheia, anda muito entretido com as atrocidades cometidas pela ditadura de Elizabeth II. Ditadura é lá, a senhora não foi a votos e isso é ditadura, claro. Então que seja isso a ditadura. Mas não te esqueças, JJC, no dia que fores botar o voto na urna, do tipo de regime vais estar a eleger. Democraticamente, claro.

Ainda sobre sua majestade

Em Portugal toca-se na Isabel, a senhora que para todos os efeitos é chefe de estado da ilha e seu império há 60 anos e é blasfémia. Desde o séc XIV debaixo da pata britânica, não admira. Quando visitou Salazar foi um corropio no beija-mão.

Então troquemos os Sex Pistols pelos U2. Sim, ditadura (regime no qual um governante se perpetua até que a morte do seu povo o separe), e criminosa, sangue espalhado pelo planeta, 60 anos ungida por nascimento e um tio nazi. Querem mais música? africana, asiática, ou a dos corajosos irlandeses chega?

60 anos no poder

chama-se ditadura.

A rainha que tem as mãos sujas de sangue

Por Alá!!!


Cada vez mais parecido com o Mickael Jackson dos últimos dias, o coronel Kadhafi declarou ontem, não entender a contestação à sua pessoa. Segundo diz de si próprio este “grande líder revolucionário”, apenas desempenha o papel de uma “figura simbólica”. A quem o quis escutar, Kadhafi disse que o seu poder é “semelhante ao de um rei” e segundo corre, chegou ao ponto de comparar o seu “reinado”, com o da rainha Isabel II. Mais ainda, apontou o facto de Sua Majestade estar no trono britânico desde 1952, não sendo isso um motivo para a atacarem.

Tudo isto, apenas nos faz gritar um bem sonoro “por Alá!”