Aprender mandarim ou o primado do empresarialês

top120charactersArriscando uma sociologia de bolso, diria que, desde os anos 80, pelo menos, o mundo está dominado pelo empresarialês, uma religião (e, portanto, uma linguagem) cujos seguidores proclamam que tudo no universo é uma empresa. Para os cultores do empresarialismo, cabe ao gestor dirigir o mundo, com a avaliação substituída por rankings, ou seja, por listas ordenadas (o gestor, apóstolo do empresarialismo, confunde avaliação com classificação, mas, como qualquer membro de uma seita, não admite argumentos).

Esta religião é seguida por todos os políticos do arco da governação, o que tem condicionado, evidentemente, as decisões sobre todas as áreas. Tudo é, portanto, economia, empresa, dinheiro, excel.

O mais grave é que esta mentalidade já se entranhou no resto da sociedade. Vejamos alguns exemplos, antes de chegarmos (ou voltarmos) à importância dada ao ensino do chinês nas escolas portuguesas. [Read more…]

O escravo deve aprender a língua do dono

Chinês chega a 23 escolas secundárias no próximo ano lectivo

S. João da Madeira com produção de escravos

Está tudo a preparar-se para que os Chineses não precisem de pagar mão-de-obra Portuguesa. Viva o futuro!

Que giro! Tão pequeno e já fala chinês!

Vinte e três meninos entre os 4 e os 5 anos do Colégio Saint Daniel Brottier ainda não sabem ler nem escrever (português), mas já reconhecem caracteres chineses, o que já começa a ser «natural»!?

Tão moderno e com visão de futuro quer ser este Colégio, criando um projeto pioneiro, que relega para segundo plano a língua portuguesa…

Penso que esta situação é bem mais preocupante que o cumprimento ou não do novo Acordo Ortográfico, assunto que tem vindo a preencher páginas e páginas de artigos e criando divisão entre aqueles que de um lado ou do outro amam a nossa língua.

É melhor não dizerem aos senhores do Governo…

… que houve um senhor chinês, a residir em Portugal, que penhorou a mulher como garantia do pagamento de dívidas.

Uma dívida de 50 mil euros entre chineses, sujeita a juros altíssimos, foi o pretexto para um credor raptar e manter em cativeiro durante uma semana a mulher do devedor. A vítima foi libertada pela PJ-Porto. In JN

Se o Governo sabe, ainda penhora toda a gente, mulheres, homens, como garantia de pagamento da dívida externa.

Não sei se é o chinês ou o caralho!