
o livro que manda o que todos os progenitores já sabem
No seu texto inédito, escrito para proferir aulas Pragmatisme et Sociologie, (texto nunca publicado, manuscrito na minha posse, retirado da Biblioteca Nacional de Paris) proferido na Universidade da Sorbonne de Paris, durante o ano de 1913-1914, o maduro socialista e materialista histórico, Émile Durkheim, comentava que os velhos deuses estavam mortos e que a religião estava em vias de mudança. No seu texto, no entanto, acrescentava, a morte da divindade não era in extremis, porque todo o ser humano precisa de ritos, ideias, ética, interacção moral, para cumprir com o seu dever de dar orientação na obrigatória criação dos seus descendentes. Donde, a religião, de qualquer denominação e credo, pelo menos define as relações entre pais e filhos, por outras palavras de definir as relações sócio éticas entre mães, pais, filhos, filhas e toda afectividade emotiva dentro das relações consanguíneas. A nossa língua não tem ainda conceitos para designar estas relações, excepto entre ascendentes, descendentes e linha consanguínea colateral, palavras sem música e indefinidas, é dizer, sem conteúdo pragmático.
Max Weber, o primeiro sociólogo alemão, entre 1904 e 1915, ocupou o seu tempo em definir conteúdos das confissões Chiita, Budistas, Luteranos, Calvinistas, Cristãos Coptos – a palavra copto faz referência na actualidade aos egípcios que professam as religiões cristãs – Cristãos Arménios A religião predominante na Arménia é o cristianismo. As origens da comunidade cristã arménia remontam ao século I.











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